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Posts Tagged ‘Franquias de Alimentação’

Report: Quiznos Is Preparing to File for Bankruptcy


BY KATE TAYLOR | February 28, 2014| http://www.entrepreneur.com

Report: Quiznos Is Preparing to File for Bankruptcy

Image credit: Will Spaetzel via Flickr

Quiznos is moving towards filing for bankruptcy protection within the next few weeks, according to a report published in The Wall Street Journal.

The sandwich chain is seeking bankruptcy protection due to declining sales and about $570 million in debt, as well as poor relations with franchisees. Quiznos has reportedly been negotiating with creditors for weeks on a restructuring plan that would streamline the bankruptcy court process. However, a final deal has not yet been reached.

This will be Quiznos’ second major financial restructuring in two years. In 2012, Quiznos reached an out-of-court restructuring deal that cut its debt load by more than a third. Unfortunately for the sandwich chain, Quiznos reportedly missed a loan payment at the end of 2013 and has been operating under a forbearance agreements with its lenders to delay a potential default since.

At its peak in 2008 the chain operated about 5,000 restaurants. Today, there are only approximately 2,100 Quiznos worldwide, including 1,400 in the U.S. Meanwhile, Quiznos’ old rival Subway has 41,000 shops, and new competitors such as Potbelly and Jimmy John’s are continuing to grow. 

Quiznos’s lagging sales have been coupled with franchisee complaints regarding the cost of staying in business. A number of franchisees in recent years have filed lawsuits against Quiznos claiming the franchisor cost them “hundreds of millions of dollars” through hidden markups on food and supplies they were contractually obligated to buy.

McDonald’s Wants to Run More Tests on ‘Build-Your-Own-Burger’ Concept


BY KATE TAYLOR | February 28, 2014| http://www.entrepreneur.com

 
McDonald's Wants to Run More Tests on 'Build-Your-Own-Burger' Concept

Image credit: Vacacion via Flickr

Seeking more data regarding new takes on fast food, McDonald’s hopes to expand its ‘build-your-own-burger’ experiment this year.

The build-your-own-burger concept first appeared at a McDonald’s in California last year. The location that currently offers the customization option, a restaurant in Laguna Niguel, offers the option of using tablets to craft an individualized burger alongside the traditional menu.

Reports from the Laguna Niguel location reveal a swankier McDonald’s that is less an adoption of Burger King’s “Have it your way” motto and more similar to upscale burger chains such as Bareburger and b.good. The newly redesigned restaurant featured iPads that allow customers to choose from two kinds of buns, multiple cheese options and extensive toppings including guacamole and chili lime tortilla strips. The resulting burger costs around $8 or $9 – near Chipotle’s price range, but significantly more expensive than the average McDonald’s offering. Whether customized burgers will slow down the fast-food chain’s processes also remains a question.

“We don’t have details on an expansion at this time, but we do know that we would like to obtain more information than what one restaurant can provide,” says McDonald’s spokesperson Lisa McComb. So, while it’s unlikely that you’ll be able to build your own burger at a McDonald’s around the corner, expect information from this test to affect your Big Mac in coming months.

The test run for the build-your-own-burger concept goes hand in hand with McDonald’s attempt to change the perception that customers can’t customize their orders. The chain is rolling out new prep tables, built to accommodate more toppings and dressings than McDonald’s currently offers.

Burger King mantém planos de expansão no Brasil


Presidente do Burger King do Brasil disse que Vinci e a master franqueada fizeram aumentar a velocidade de crescimento orgânico

Burger KingAcionistas do Burger King se reunião em assembléia para aprovar a venda (Joe Raedle/ Burger King)

A rede de fast food Burger King mantém seus planos de se expandir e alcançar 900 lojas ou pontos de venda no Brasil ao final de 2016. A ideia é tentar estar presente em todos os estados do país. Hoje, a empresa possui 230 lojas em 18 estados e 81 cidades brasileiras.

“Acreditamos muito no potencial de crescimento da marca e estamos otimistas com o Brasil. A desaceleração da economia preocupa, mas mantemos nosso plano de expansão e investimentos. O momento atual da economia é uma fase, faz parte do ciclo”, afirmou o diretor presidente do Burger King do Brasil, Iuri Miranda, a jornalistas.

Segundo ele, os brasileiros cada vez mais vão se alimentar fora de seus lares, pelo crescente emprego e até por terem novas experiências na alimentação. “Temos uma pesquisa que hoje, do total de refeições, 30% são realizadas fora dos lares brasileiros. Devemos chegar a 40% em 2020, nível atual dos americanos”, informou.

Histórico – O Burger King chegou ao Brasil em novembro de 2004, com três restaurantes em São Paulo. Em setembro de 2010, a 3G Capital – dos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, acionistas da ABInbev – comprou a rede global. Em julho do ano passado, com um aporte de valor não revelado da gestora de investimentos Vinci Partners, foi criada a master franqueadora Burger King do Brasil, que passou a ser a responsável pela gestão e o desenvolvimento da cadeia de lanchonetes no Brasil

“Com a Vinci e a master franqueada, a velocidade de crescimento orgânico aumentou. Temos mais autonomia, inclusive nos lançamentos de produtos”, explicou Miranda. Em 2011, a rede abriu 42 lojas, o que culminou num crescimento de 33% no total de estabelecimentos em relação a 2010, somando 174 pontos de venda. No primeiro semestre deste ano, o Burger King já abriu 56 lojas, mas não quis comentar quantos pontos de venda quer ter ao final do ano. Metade de seus estabelecimentos são franquias e metade lojas próprias.

O Brasil hoje é o maior país, em pontos de venda, da América do Sul da rede global, mas Miranda não descartou crescer via aquisições. Quiosques de café independentes ou dentro das lojas também estão nos planos do Burger King do Brasil, embora a rede ainda não tenha um prazo definido para isso.

Fonte: veja.abril.com.br (Com Agência Estado)

Brasil representa metade das vendas do McDonald´s na AL


Do lucro de US$ 237 milhões da Arcos Dorados, mais de 80% veio do país. Mas resultado foi menor que o de 2011

Paulo Pampolin / Você S.A.

Batata frita do McDonald's

McDonald´s: faturamento foi de 1,8 bilhão de dólares no Brasil

São Paulo –Os brasileiros consumiram quase metade de tudo o que foi vendido pelo McDonald´s na América Latina – e o lucro operacional da rede de fast food no país, de 193,3 milhões e dólares, representou 81,43% de todo o resultado da empresa na região, de 236,6 milhões de dólares. O lucro líquido no ano foi de 114,3 milhões de dólares.

As informações de balanço foram divulgadas hoje pela Arcos Dorados, maior franquia do McDonald’s no mundo e representante da marca na América Latina. A empresa raramente destrincha os números obtidos por cada país da região. Mas, com esses resultados abertos, dá para se ter uma ideia da importância do mercado brasileiro para a rede.

O Brasil foi responsável pela maior parte das vendas da Arcos Dourados, que faturou 3,8 bilhões de dólares no total, sendo que apenas no Brasil a receita foi de 1,8 bilhão de dólares, valor que representara 47,3% das receitas totais em dólar da companhia na região. Na América Latina como um todo, o aumento de vendas foi de 14,2%, enquanto que no Brasil o crescimento foi de 11%.

Real x Dólar

De acordo com a empresa, se a desvalorização média de 16,5% do real frente ao dólar for considerada, de acordo com a cotação utilizada no balanço, as receitas em dólar apresentariam queda de 4,9%. Já o lucro teria tido um aumento de 5,5% em moeda constante e 5,6% em dólar.

O lucro no Brasil também ficou abaixo que no ano de 2011. A queda foi de 9,3% em real e 21,7% em dólar. O lucro operacional na América Latina diminuiu um pouco menos, 5,6% em dólar, e teve um aumento de 5,5% se calculado em moeda constante.

A empresa atingiu a marca de 4.234 pontos de venda na América Latina, sendo 1.948 restaurantes, 1.952 quiosques e 334 McCafés. Dos 108 novos restaurantes abertos no período, 64% deles foram inaugurados no Brasil.

Por aqui, a empresa fechou o ano com 731 restaurantes, 69 a mais que em 2011, o que representa um novo restaurante aberto a cada 5,3 dias. Considerando apenas os restaurantes abertos há pelo menos treze meses, as vendas comparáveis no Brasil foram 5,2% superiores às do ano anterior.

O Ebitda ajustado foi de US$ 82,3 milhões de dólares no Brasil o último trimestre de 2012, valor 17,2% superior em moeda constante ou 2,6% em dólar. No ano, esse montante chegou a 241,0 milhões de dólares, uma queda de 3,4% em moeda constante ou 16,8% em dólar.

Saladerie: conceito vencedor… quando será que vira franquia???


Opção leve – Saladerie, de São Paulo, traz menu assinado pelo chef Lucas Corazza com pratos inspirados em celebridades francesas

foto: Inspirado no conceito francês de comer bem para viver bem, o recém-inaugurado Saladerie, de São Paulo, traz um menu assinado pelo chef Lucas Corazza, com opções saudáveis para almoço e jantar, além de uma carta de coquetéis. As 12 saladas que compõe o cardápio são inspiradas em celebridades francesas, e recebem seus nomes.

Entre os destaques, a salada Simone de Beauvoir (R$ 32,90), que leva mix de folhas verdes, quinua ao pesto de ervas com pistache, spaghetti de pupunha, castanha de caju, minicebola caramelizada, pétalas de salmão e molho de framboesa, e a Carla Bruni (R$ 33,90), uma mistura de folhas verdes, arroz sete cereais, cogumelos shimeji, shitake e Paris, lâminas de amêndoas, queijo de cabra, ragu de pato e molho tare.

A casa também dá a opção de montar a própria salada e, para isso, o menu expõe mais de 60 itens para a criação, todos separados em bases, complementos, proteínas, molhos e crocantes.

Saladerie
Rua Mário Ferraz, 479, Loja 2, Itaim Bibi – São Paulo (SP)
(11) 3467-8004/3467-8006
http://www.saladerie.com.br

Fonte: Prazeres da Mesa

Chanticleer Holdings assina acordo de franquia do Hooters no Brasil


Parceria com o Nash Group para o desenvolvimento do mercado emergente em crescimento.

Charlotte, NC – Chanticleer Holdings, Inc. (OTCBB: CCLR) (“Chanticleer” ou a “Empresa”), uma operadora de negócios concentrada na expansão do restaurante Hooters nos mercados internacionais, anunciou hoje que adquiriu direitos exclusivos para operar restaurantes Hooters em três dos estados mais populosos do Brasil. A Empresa fez uma parceria com o Nash Group, uma empresa de operações de restaurantes, para a criação de uma empresa joint venture, Chanticleer & Nash Brasil Foods Participações Ltda. (“CNBF”), com a qual a Chanticleer é proprietária de 60 % da entidade operacional. O grupo espera abrir o seu primeiro restaurante no terceiro trimestre de 2012. O acordo de franquia, assinado pela CNBF e Hooters of America (“HOA”) em 13 de março de 2012, concede para a CNBF direitos exclusivos para abrir e operar restaurantes Hooters em 3 estados, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, nos próximos 20 anos.

“Esta é mais outra grande conquista para a marca Hooters”, disse Terry Marks, CEO da Hooters of America. “Nos últimos 20 anos, milhões de consumidores tornaram-se fiéis fãs do Hooters. A América Latina é muito importante para nós e o Brasil, com mais de 190 milhões de pessoas e a sexta maior economia do mundo, é um mercado particularmente atraente para a abertura de novos restaurantes. A Chanticleer e o Nash Group são os parceiros ideais para uma expansão de sucesso”.

A Empresa escolheu o Nash Group para parceiro operacional no Brasil. O Nash Group, que possui direitos de desenvolvimento no Estado de São Paulo, e é proprietário e opera o Hooters de São Paulo, montou uma equipe experiente no restaurante. O Nash Group, juntamente com a Chanticleer, será responsável por todos os aspectos do desenvolvimento e das operações diárias do restaurante. “Estamos muito contentes em ser um parceiro exclusivo da Chanticleer no Brasil”, disse Marcel Gholmieh, Sócio-Gerente e CEO do Nash Group. “Com uma base de clientes cada vez maior e dois grandes eventos esportivos mundiais no horizonte — a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016 — a ocasião da expansão do Hooters no Brasil não poderia ser melhor”.

“Selecionamos o Nash Group para parceiro no Brasil por que são operadores com um grande histórico de sucesso no Brasil. Esperamos aproveitar os mais de oito anos de conhecimento da marca e de sucesso do restaurante em São Paulo para implementar a nossa estratégia de crescimento do Hooters no Brasil”, concluiu Michael Pruitt, CEO da Chanticleer Holdings.

A Chanticleer Holdings foi criada em 2005 como uma empresa de desenvolvimento de negócios e foi transformada em uma empresa de holding operacional em 2008.

Em 2011, a Chanticleer e um grupo de investidores particulares importantes, inclusive a H.I.G. Capital, KarpReilly, LLC, e Kelly Hall, presidente da Texas Wings Inc., o maior franquiado Hooters dos Estados Unidos, adquiriram o Hooters of America (HOA). O HOA é o franqueador e operador de mais de 430 restaurantes Hooters em 44 estados e 27 países. A Chanticleer tem direitos de desenvolvimento e de operação de restaurantes na África do Sul e acordos de joint venture com franquiados na Austrália, e está analisando várias outras oportunidades . A Chanticleer tem participação no HOA, e seu CEO, Mike Pruitt, também é membro do Conselho Diretor do HOA. [www.chanticleerholdings.com ou http://www.hooters.com |Twitter no @ChantHoldings ou @Hooters. |. Marketwire.

Fonte: Revista Fator

Grupo Ornatus, dono da Morana, agora vai de sushi


Rede aposta em comida japonesa com a marca Jin Jin Sushi; investimento na franquia é de 330 mil reais

Débora Álvares, de

Divulgação

Jin Jin Sushi

Nova franquia de comida japonesa: Jin Jin Sushi

São Paulo – Especialista em comida asiática, a rede de franquias Jin Jin Wok, há 20 anos no mercado com 70 lojas espelhadas pelo país, resolveu investir em comida japonesa. O Shopping Santa Úrsula, em Ribeirão Preto, foi o escolhido para a primeira loja da Jin Jin Sushi,  dirigida pelo Grupo Ornatus – que está à frente de outras franquias como Morana e Balonè.

Apesar dessa loja ser um projeto piloto, já existem interessados em levar a novidade para a grande São Paulo, o interior do estado e, também, para o Sul do país. A expectativa é abrir outras oito unidades até o fim do ano.

O valor da franquia é de 330 mil reais, mas Hélio Alexandre e Edna Pontes, sócios da primeira unidade, gastaram cerca de 500 mil reais para montar o restaurante. A previsão da diretoria de negócios da rede é que o faturamento gire em torno dos 150 mil reais por mês.

Além de servir no esquema de self-service, o restaurante terá opções a la carte e também rodízio. O cardápio está dividido entre comida fria, que corresponde a 70% das opções, e quente.

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