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Posts Tagged ‘Franquias de Alimentação’

Report: Quiznos Is Preparing to File for Bankruptcy


BY KATE TAYLOR | February 28, 2014| http://www.entrepreneur.com

Report: Quiznos Is Preparing to File for Bankruptcy

Image credit: Will Spaetzel via Flickr

Quiznos is moving towards filing for bankruptcy protection within the next few weeks, according to a report published in The Wall Street Journal.

The sandwich chain is seeking bankruptcy protection due to declining sales and about $570 million in debt, as well as poor relations with franchisees. Quiznos has reportedly been negotiating with creditors for weeks on a restructuring plan that would streamline the bankruptcy court process. However, a final deal has not yet been reached.

This will be Quiznos’ second major financial restructuring in two years. In 2012, Quiznos reached an out-of-court restructuring deal that cut its debt load by more than a third. Unfortunately for the sandwich chain, Quiznos reportedly missed a loan payment at the end of 2013 and has been operating under a forbearance agreements with its lenders to delay a potential default since.

At its peak in 2008 the chain operated about 5,000 restaurants. Today, there are only approximately 2,100 Quiznos worldwide, including 1,400 in the U.S. Meanwhile, Quiznos’ old rival Subway has 41,000 shops, and new competitors such as Potbelly and Jimmy John’s are continuing to grow. 

Quiznos’s lagging sales have been coupled with franchisee complaints regarding the cost of staying in business. A number of franchisees in recent years have filed lawsuits against Quiznos claiming the franchisor cost them “hundreds of millions of dollars” through hidden markups on food and supplies they were contractually obligated to buy.

McDonald’s Wants to Run More Tests on ‘Build-Your-Own-Burger’ Concept


BY KATE TAYLOR | February 28, 2014| http://www.entrepreneur.com

 
McDonald's Wants to Run More Tests on 'Build-Your-Own-Burger' Concept

Image credit: Vacacion via Flickr

Seeking more data regarding new takes on fast food, McDonald’s hopes to expand its ‘build-your-own-burger’ experiment this year.

The build-your-own-burger concept first appeared at a McDonald’s in California last year. The location that currently offers the customization option, a restaurant in Laguna Niguel, offers the option of using tablets to craft an individualized burger alongside the traditional menu.

Reports from the Laguna Niguel location reveal a swankier McDonald’s that is less an adoption of Burger King’s “Have it your way” motto and more similar to upscale burger chains such as Bareburger and b.good. The newly redesigned restaurant featured iPads that allow customers to choose from two kinds of buns, multiple cheese options and extensive toppings including guacamole and chili lime tortilla strips. The resulting burger costs around $8 or $9 – near Chipotle’s price range, but significantly more expensive than the average McDonald’s offering. Whether customized burgers will slow down the fast-food chain’s processes also remains a question.

“We don’t have details on an expansion at this time, but we do know that we would like to obtain more information than what one restaurant can provide,” says McDonald’s spokesperson Lisa McComb. So, while it’s unlikely that you’ll be able to build your own burger at a McDonald’s around the corner, expect information from this test to affect your Big Mac in coming months.

The test run for the build-your-own-burger concept goes hand in hand with McDonald’s attempt to change the perception that customers can’t customize their orders. The chain is rolling out new prep tables, built to accommodate more toppings and dressings than McDonald’s currently offers.

Burger King mantém planos de expansão no Brasil


Presidente do Burger King do Brasil disse que Vinci e a master franqueada fizeram aumentar a velocidade de crescimento orgânico

Burger KingAcionistas do Burger King se reunião em assembléia para aprovar a venda (Joe Raedle/ Burger King)

A rede de fast food Burger King mantém seus planos de se expandir e alcançar 900 lojas ou pontos de venda no Brasil ao final de 2016. A ideia é tentar estar presente em todos os estados do país. Hoje, a empresa possui 230 lojas em 18 estados e 81 cidades brasileiras.

“Acreditamos muito no potencial de crescimento da marca e estamos otimistas com o Brasil. A desaceleração da economia preocupa, mas mantemos nosso plano de expansão e investimentos. O momento atual da economia é uma fase, faz parte do ciclo”, afirmou o diretor presidente do Burger King do Brasil, Iuri Miranda, a jornalistas.

Segundo ele, os brasileiros cada vez mais vão se alimentar fora de seus lares, pelo crescente emprego e até por terem novas experiências na alimentação. “Temos uma pesquisa que hoje, do total de refeições, 30% são realizadas fora dos lares brasileiros. Devemos chegar a 40% em 2020, nível atual dos americanos”, informou.

Histórico - O Burger King chegou ao Brasil em novembro de 2004, com três restaurantes em São Paulo. Em setembro de 2010, a 3G Capital – dos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, acionistas da ABInbev – comprou a rede global. Em julho do ano passado, com um aporte de valor não revelado da gestora de investimentos Vinci Partners, foi criada a master franqueadora Burger King do Brasil, que passou a ser a responsável pela gestão e o desenvolvimento da cadeia de lanchonetes no Brasil

“Com a Vinci e a master franqueada, a velocidade de crescimento orgânico aumentou. Temos mais autonomia, inclusive nos lançamentos de produtos”, explicou Miranda. Em 2011, a rede abriu 42 lojas, o que culminou num crescimento de 33% no total de estabelecimentos em relação a 2010, somando 174 pontos de venda. No primeiro semestre deste ano, o Burger King já abriu 56 lojas, mas não quis comentar quantos pontos de venda quer ter ao final do ano. Metade de seus estabelecimentos são franquias e metade lojas próprias.

O Brasil hoje é o maior país, em pontos de venda, da América do Sul da rede global, mas Miranda não descartou crescer via aquisições. Quiosques de café independentes ou dentro das lojas também estão nos planos do Burger King do Brasil, embora a rede ainda não tenha um prazo definido para isso.

Fonte: veja.abril.com.br (Com Agência Estado)

Brasil representa metade das vendas do McDonald´s na AL


Do lucro de US$ 237 milhões da Arcos Dorados, mais de 80% veio do país. Mas resultado foi menor que o de 2011

Paulo Pampolin / Você S.A.

Batata frita do McDonald's

McDonald´s: faturamento foi de 1,8 bilhão de dólares no Brasil

São Paulo –Os brasileiros consumiram quase metade de tudo o que foi vendido pelo McDonald´s na América Latina – e o lucro operacional da rede de fast food no país, de 193,3 milhões e dólares, representou 81,43% de todo o resultado da empresa na região, de 236,6 milhões de dólares. O lucro líquido no ano foi de 114,3 milhões de dólares.

As informações de balanço foram divulgadas hoje pela Arcos Dorados, maior franquia do McDonald’s no mundo e representante da marca na América Latina. A empresa raramente destrincha os números obtidos por cada país da região. Mas, com esses resultados abertos, dá para se ter uma ideia da importância do mercado brasileiro para a rede.

O Brasil foi responsável pela maior parte das vendas da Arcos Dourados, que faturou 3,8 bilhões de dólares no total, sendo que apenas no Brasil a receita foi de 1,8 bilhão de dólares, valor que representara 47,3% das receitas totais em dólar da companhia na região. Na América Latina como um todo, o aumento de vendas foi de 14,2%, enquanto que no Brasil o crescimento foi de 11%.

Real x Dólar

De acordo com a empresa, se a desvalorização média de 16,5% do real frente ao dólar for considerada, de acordo com a cotação utilizada no balanço, as receitas em dólar apresentariam queda de 4,9%. Já o lucro teria tido um aumento de 5,5% em moeda constante e 5,6% em dólar.

O lucro no Brasil também ficou abaixo que no ano de 2011. A queda foi de 9,3% em real e 21,7% em dólar. O lucro operacional na América Latina diminuiu um pouco menos, 5,6% em dólar, e teve um aumento de 5,5% se calculado em moeda constante.

A empresa atingiu a marca de 4.234 pontos de venda na América Latina, sendo 1.948 restaurantes, 1.952 quiosques e 334 McCafés. Dos 108 novos restaurantes abertos no período, 64% deles foram inaugurados no Brasil.

Por aqui, a empresa fechou o ano com 731 restaurantes, 69 a mais que em 2011, o que representa um novo restaurante aberto a cada 5,3 dias. Considerando apenas os restaurantes abertos há pelo menos treze meses, as vendas comparáveis no Brasil foram 5,2% superiores às do ano anterior.

O Ebitda ajustado foi de US$ 82,3 milhões de dólares no Brasil o último trimestre de 2012, valor 17,2% superior em moeda constante ou 2,6% em dólar. No ano, esse montante chegou a 241,0 milhões de dólares, uma queda de 3,4% em moeda constante ou 16,8% em dólar.

Saladerie: conceito vencedor… quando será que vira franquia???


Opção leve – Saladerie, de São Paulo, traz menu assinado pelo chef Lucas Corazza com pratos inspirados em celebridades francesas

foto: Inspirado no conceito francês de comer bem para viver bem, o recém-inaugurado Saladerie, de São Paulo, traz um menu assinado pelo chef Lucas Corazza, com opções saudáveis para almoço e jantar, além de uma carta de coquetéis. As 12 saladas que compõe o cardápio são inspiradas em celebridades francesas, e recebem seus nomes.

Entre os destaques, a salada Simone de Beauvoir (R$ 32,90), que leva mix de folhas verdes, quinua ao pesto de ervas com pistache, spaghetti de pupunha, castanha de caju, minicebola caramelizada, pétalas de salmão e molho de framboesa, e a Carla Bruni (R$ 33,90), uma mistura de folhas verdes, arroz sete cereais, cogumelos shimeji, shitake e Paris, lâminas de amêndoas, queijo de cabra, ragu de pato e molho tare.

A casa também dá a opção de montar a própria salada e, para isso, o menu expõe mais de 60 itens para a criação, todos separados em bases, complementos, proteínas, molhos e crocantes.

Saladerie
Rua Mário Ferraz, 479, Loja 2, Itaim Bibi – São Paulo (SP)
(11) 3467-8004/3467-8006
http://www.saladerie.com.br

Fonte: Prazeres da Mesa

Chanticleer Holdings assina acordo de franquia do Hooters no Brasil


Parceria com o Nash Group para o desenvolvimento do mercado emergente em crescimento.

Charlotte, NC – Chanticleer Holdings, Inc. (OTCBB: CCLR) (“Chanticleer” ou a “Empresa”), uma operadora de negócios concentrada na expansão do restaurante Hooters nos mercados internacionais, anunciou hoje que adquiriu direitos exclusivos para operar restaurantes Hooters em três dos estados mais populosos do Brasil. A Empresa fez uma parceria com o Nash Group, uma empresa de operações de restaurantes, para a criação de uma empresa joint venture, Chanticleer & Nash Brasil Foods Participações Ltda. (“CNBF”), com a qual a Chanticleer é proprietária de 60 % da entidade operacional. O grupo espera abrir o seu primeiro restaurante no terceiro trimestre de 2012. O acordo de franquia, assinado pela CNBF e Hooters of America (“HOA”) em 13 de março de 2012, concede para a CNBF direitos exclusivos para abrir e operar restaurantes Hooters em 3 estados, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, nos próximos 20 anos.

“Esta é mais outra grande conquista para a marca Hooters”, disse Terry Marks, CEO da Hooters of America. “Nos últimos 20 anos, milhões de consumidores tornaram-se fiéis fãs do Hooters. A América Latina é muito importante para nós e o Brasil, com mais de 190 milhões de pessoas e a sexta maior economia do mundo, é um mercado particularmente atraente para a abertura de novos restaurantes. A Chanticleer e o Nash Group são os parceiros ideais para uma expansão de sucesso”.

A Empresa escolheu o Nash Group para parceiro operacional no Brasil. O Nash Group, que possui direitos de desenvolvimento no Estado de São Paulo, e é proprietário e opera o Hooters de São Paulo, montou uma equipe experiente no restaurante. O Nash Group, juntamente com a Chanticleer, será responsável por todos os aspectos do desenvolvimento e das operações diárias do restaurante. “Estamos muito contentes em ser um parceiro exclusivo da Chanticleer no Brasil”, disse Marcel Gholmieh, Sócio-Gerente e CEO do Nash Group. “Com uma base de clientes cada vez maior e dois grandes eventos esportivos mundiais no horizonte — a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016 — a ocasião da expansão do Hooters no Brasil não poderia ser melhor”.

“Selecionamos o Nash Group para parceiro no Brasil por que são operadores com um grande histórico de sucesso no Brasil. Esperamos aproveitar os mais de oito anos de conhecimento da marca e de sucesso do restaurante em São Paulo para implementar a nossa estratégia de crescimento do Hooters no Brasil”, concluiu Michael Pruitt, CEO da Chanticleer Holdings.

A Chanticleer Holdings foi criada em 2005 como uma empresa de desenvolvimento de negócios e foi transformada em uma empresa de holding operacional em 2008.

Em 2011, a Chanticleer e um grupo de investidores particulares importantes, inclusive a H.I.G. Capital, KarpReilly, LLC, e Kelly Hall, presidente da Texas Wings Inc., o maior franquiado Hooters dos Estados Unidos, adquiriram o Hooters of America (HOA). O HOA é o franqueador e operador de mais de 430 restaurantes Hooters em 44 estados e 27 países. A Chanticleer tem direitos de desenvolvimento e de operação de restaurantes na África do Sul e acordos de joint venture com franquiados na Austrália, e está analisando várias outras oportunidades . A Chanticleer tem participação no HOA, e seu CEO, Mike Pruitt, também é membro do Conselho Diretor do HOA. [www.chanticleerholdings.com ou http://www.hooters.com |Twitter no @ChantHoldings ou @Hooters. |. Marketwire.

Fonte: Revista Fator

Grupo Ornatus, dono da Morana, agora vai de sushi


Rede aposta em comida japonesa com a marca Jin Jin Sushi; investimento na franquia é de 330 mil reais

Débora Álvares, de

Divulgação

Jin Jin Sushi

Nova franquia de comida japonesa: Jin Jin Sushi

São Paulo - Especialista em comida asiática, a rede de franquias Jin Jin Wok, há 20 anos no mercado com 70 lojas espelhadas pelo país, resolveu investir em comida japonesa. O Shopping Santa Úrsula, em Ribeirão Preto, foi o escolhido para a primeira loja da Jin Jin Sushi,  dirigida pelo Grupo Ornatus – que está à frente de outras franquias como Morana e Balonè.

Apesar dessa loja ser um projeto piloto, já existem interessados em levar a novidade para a grande São Paulo, o interior do estado e, também, para o Sul do país. A expectativa é abrir outras oito unidades até o fim do ano.

O valor da franquia é de 330 mil reais, mas Hélio Alexandre e Edna Pontes, sócios da primeira unidade, gastaram cerca de 500 mil reais para montar o restaurante. A previsão da diretoria de negócios da rede é que o faturamento gire em torno dos 150 mil reais por mês.

Além de servir no esquema de self-service, o restaurante terá opções a la carte e também rodízio. O cardápio está dividido entre comida fria, que corresponde a 70% das opções, e quente.

Guerra de franquias nas praças de alimentação


Domino’s, Pizza Hut, Parmê e Vivenda do Camarão investem na adaptação de seus produtos e dos pontos de venda para modelos que atendam às necessidade dos clientes

Por Cláudio Martins, do Mundo do Marketing | 11/01/2012

franquias,alimentação,shoppings,domino's,parmê,vivenda do camarão, pizza hutA disputa pelo consumidor na praça de alimentação tem sido o desafio encarado por franquias do setor que mantêm unidades em shopping centers. Empresas como Pizza Hut, Domino’s, Vivenda do Camarão, Spoleto e Parmê investem em ações específicas para o local e adaptam o mix de produtos e formatos dos pontos de venda para atender às demandas dos clientes.

A guerra entra as companhias é justificada pela expansão das franquias de alimentação. No Brasil, segundo um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), no período entre 2001 e 2010, houve um crescimento de 201% no número de lojas do setor. Ao entrar neste espaço, uma das primeiras medidas adotadas pelas empresas é conhecer o perfil do consumidor que frequenta as praças de alimentação para criar ofertas que sejam relevantes e façam o cliente retornar ao ponto de venda.

Recentemente, a Domino’s resolveu apostar no potencial das praças de alimentação.  A companhia criou o formato Domino’s Express, que estreou no mês de dezembro de 2011, com a inauguração da loja no Shopping Interlagos, em São Paulo. Além de colaborar para a expansão da empresa no Brasil, aproveitando a capilaridade dos centros comerciais, a iniciativa pretende fortalecer a marca no país. A meta é chegar a 2016 com 150 unidades em território brasileiro.

Criação de porções individuais
O formato Domino’s Express foi desenvolvido a partir de pesquisas da empresa junto aos consumidores. “Após o recolhimento dos resultados, percebemos uma lacuna no mercado para a venda de pizzas em fatias e essa foi a oportunidade que vislumbramos para criar o modelo voltado para a praça de alimentação”, explica Adriana Copello, Gerente de Marketing da Domino’s no Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Além das pizzas em fatias, também é possível encontrar petiscos, como as Batatas Smiles e portões de calabresa acebolada. Outras novidades estão em desenvolvimento para serem comercializadas nas lojas Domino’s Express, como a sobremesa Petit Gateau e as Chicken Wings, asas de frango fritas que têm um bom desempenho nos mercados internacionais da marca.

Em um mês de funcionamento, o novo modelo já apresentou uma média de 250 clientes por dia. Para divulgar o ponto de venda, a empresa apostou em degustações durante a inauguração e este mês realiza uma promoção compre e ganhe que premia os consumidores com copos exclusivos da rede.

A Pizza Hut adota uma estratégia semelhante. Das 19 unidades da empresa no Brasil, 11 estão presentes em praças de alimentação. A companhia também criou porções menores de seus produtos, como uma fatia de pizza que equivale a 1/4 do prato na versão gigante. Além da opção de porções individuais, a empresa também criou produtos para serem consumidos em grupos, que são vendidos a preços promocionais entre quinta e sexta-feira.

Formas para se diferenciar da concorrência
Uma das maneiras encontradas pela Pizza Hut para se destacar ao lado de seus concorrentes foi a aquisição de espaços próprios nas praças de alimentação e atendimento nas mesas. “A Pizza Hut foi uma das primeiras empresas a adotar esta medida como diferencial, com a proposta de tornar o atendimento semelhante ao mesmo encontrado em restaurantes”, afirma Anna Carolina Salles, Gerente de Comunicação da Pizza Hut, em entrevista ao portal.

Outra ação utilizada pela empresa para atrair os consumidores é a entrega dos cartões de fidelidade Club Pizza Hut, válidos por três meses e que concedem 12 descontos de 40% no consumo de produtos nos pontos de venda. A rede também já realizou promoções com foco em estudantes portadores da Carteira Mundial do Estudante da International Student Identity Card (ISIC), oferecendo produtos para este público pela metade do preço.

Já a forma encontrada pela rede de franquias carioca Parmê para as suas lojas nos shopping centers foi a realização de promoções a partir da internet. “Realizamos ações pontuais nos perfis da marca no Twitter e no Facebook enviando vouchers com descontos válidos paras os pontos de venda instalados nas praças de alimentação, como forma de trazer os consumidores para as nossas lojas. Além de oferecer os combos promocionais, os clientes têm ainda a possibilidade de customizá-los ao seu gosto”, diz Luiz Antônio Jaeger, Gerente de Operações do Grupo Parmê, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Ações para gerar fluxo entre o almoço e o jantar
Uma das preocupações das empresas é gerar movimento em suas lojas nos intervalos entre o almoço e o jantar, quando o número de clientes cai. Na estratégia da Parmê para os pontos de venda do modelo Express, a empresa define horários fixos para a validade dos vouchers promocionais distribuídos na internet. Outra ação adotada é a abordagem dos consumidores por promotores de venda, sugerindo os pratos do cardápio da rede.

Já a Pizza Hut vende determinados produtos do cardápio a preços promocionais no período entre 15h e 18h para trazer os clientes à suas lojas e aproveitar também o momento em que parte dos colaboradores dos shoppings e prédios comerciais vizinhos sai para almoçar. Outra ação da empresa para tornar a experiência dos consumidores a melhor possível foi a instalação de totens digitais que permitem à companhia ter relatórios em tempo real sobre o atendimento e os pontos que necessitam de melhorias.

O tempo de espera é um dos quesitos mais importantes para os consumidores que frequentam as praças de alimentação. Segundo dados da ABF, 84% dos clientes não gostam de aguardar mais do que 10 minutos em filas para serem atendidos.

franquias,alimentação,shoppings,domino's,parmê,vivenda do camarão, pizza hutRenovação do cardápio com frequência
A partir do objetivo de tornar o atendimento  mais ágil surgiu o modelo de franquias da Vivenda do Camarão, que se posiciona como fast food e tem a proposta de vender pratos à base do crustáceo e de frutos do mar a preços acessíveis. O primeiro ponto de venda neste modelo surgiu ao lado de um restaurante da empresa, no MorumbiShopping, em 1986. Uma das apostas da empresa para atingir diversos públicos é trabalhar com seis tipos de preços diferentes.

“Anteriormente, a maior parte do público que frequentava nossas lojas era das classes A e B e hoje notamos um expressivo crescimento de consumidores da classe média, fruto do bom momento vivido pelo brasileiro”, ressalta Carla Matias, Gerente de Marketing da Vivenda do Camarão, em entrevista ao portal.

Além do preço, a empresa aposta na venda de combos promocionais para atrair os consumidores. Na compra de um prato do cardápio com uma bebida, por exemplo, os clientes ganham a sobremesa. A rede também renova constantemente o seu portfólio ao realizar “festivais” no começo das estações do ano com opções produzidas à base de pescados e produtos sazonais.

Em 2012, a Vivenda do Camarão completará 28 anos e, para comemorar, no mês de junho serão realizados sorteios de 28 prêmios, incluindo um carro 0 km. Atualmente, a rede tem se empenhado em expandir sua atuação no Brasil, restrita às praças de alimentação, planejando a inauguração de 30 lojas neste ano, para somar aos 135 pontos de venda já em operação. Recentemente, a Vivenda do Camarão também iniciou um processo de internacionalização, ao inaugurar unidades na República Dominicana e no Paraguai, em 2011.

McDonald’s limita novas lojas a empreendedor franqueado


Desde 2004, a companhia não abre vagas para novos empreendedores. Hoje, as franquias são divididas entre 61 empresários, que detêm 25% de seus .... Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Desde 2004, a companhia não abre vagas para novos empreendedores. Hoje, as franquias são divididas entre 61 empresários, que detêm 25% de seus restaurantes no País


O Brasil é um dos cinco países onde a rede americana de fast food McDonald’s mais cresce no mundo. De acordo o Guia Oficial de Franquias da Associação Brasileira de Franchising (ABF) de 2011, a rede possui 616 restaurantes espalhados em todas as regiões do País. “Dos mais de 600 restaurantes que existem no Brasil, 75% são próprios e 25% franqueados”, afirma Rogério Barreira, diretor do departamento de Operações e Franquias da Arcos Dourados no Brasil – operadora do McDonald’s na América Latina.

Os dados tornam tentador fazer a aquisição de uma franquia da marca, mas desde 2004 a companhia não abre essa possibilidade para novos empreendedores. Desde então, os restaurantes inaugurados são administrados pelos 61 empresários que já eram parceiros da marca.

Segundo Barreira, a medida foi tomada para fomentar o desenvolvimento dos empreendedores que já faziam parte da rede. A decisão se aplica a todos os países da América Latina. “É um estímulo ao crescimento orgânico do sistema. Dessa forma damos condições para que os franqueados cresçam em conjunto com a operação da marca no país”, explica. Apesar de receber muitos pedidos de interessados em novas franquias, o McDonald’s afirma que não tem previsão de mudar o atual formato da operação.

De acordo com Carlos Emílio Cavaliere Sartorio, franqueado e presidente da Associação Brasileira dos Franqueados McDonald’s, as cláusulas contratuais da rede não permitem que a posse da franquia seja repassada a terceiros. “A companhia utiliza o conceito de franquia pessoal. No meu caso, por exemplo, havendo uma fatalidade a franquia pode ser repassada para a minha esposa ou a um dos meus filhos – desde que sejam aprovados pelo McDonald’s. Também posso vender as minhas lojas para outro franqueado, mas desde que a negociação seja aprovada pela corporação”, diz.

Para Cavaliere, a medida foi uma maneira de controlar o crescimento da rede, que à época dava mostras de estar se tornando desorganizado. “Admitir um novo franqueado não cabe aos próprios franqueados. Acho que a corporação tomou essa decisão para homogeneizar o grau de maturidade das franquias”, afirma. “Hoje, o empresário mais novo de casa tem onze anos de parceria com a rede. O grupo atual entende as mudanças e investimentos que precisam ser feitos nas lojas”, diz ele.

A Associação dos Franqueados estima que o número de lojas franqueadas continuará se expandindo. De acordo com o presidente da associação, nos últimos cinco anos foram abertos 40 novos restaurantes franqueados.

O setor
O McDonald’s atua no Brasil há 33 anos. Já sua primeira franquia foi aberta em 1987, em Brasília. Mas nem só de Big Macs vive o mercado de fast food de sanduíches. A companhia conta com concorrentes de peso no Brasil, como as redes Burguer King, Bob’s, Giraffas, Habib’s e Subway. O Bob’s, por exemplo, tem 750 restaurantes em todo o País.

Segundo pesquisa feita pela GS&MD – Gouvêa de Souza, consultoria empresarial especializada em varejo, marketing e canais de distribuição, até 2010 o setor de fast food representou 12% da participação de vendas da indústria alimentícia. Os outros 88% em participação estão divididos entre lanchonetes (11%), bares (13%), padarias (15%), restaurantes (23%) e demais segmentos (26%).

O McDonald’s em números
Setor: Alimentação
Resumo do negócio: Restaurante fast food de hambúrgueres
Número de unidades: *616
Unidades próprias: *453
Unidades franqueadas: *163
Faturamento médio mensal: *R$ 560 mil
Taxa de royalties: *5% do faturamento líquido
Taxa de propaganda: *4,3% do faturamento líquido
Capital para instalação: *R$ 1 milhão a R$ 2,5 milhões
Taxa de franquia: *R$ 75 mil a R$ 85 mil
Capital de giro: *Não exige
Prazo de retorno estimado: *60 a 84 meses
Lista de principais concorrentes no segmento: Burguer King, Bob’s, Girafas, Habib’s e Subway.

*Informações extraídas do Guia Oficial de Franquias da Associação Brasileira de Franchising (ABF) de 2011. A rede McDonald’s não disponibiliza dados sobre seu desempenho econômico.

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Franquias no Nordeste crescem 2,5 vezes mais que no País


A rede de restaurantes fast food Griletto planeja inaugurar deve unidades novas no Nordeste este ano. Foto: DivulgaçãoA rede de restaurantes fast food Griletto planeja inaugurar deve unidades novas no Nordeste este ano
Foto: Divulgação


Vai longe o tempo em que o Nordeste era sinônimo apenas de destino turístico. Dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising) mostram que, nos últimos dois anos, o modelo de negócios de franquias teve um crescimento significativo na região. Os estados da Paraíba, Ceará e Alagoas foram os que mais impulsionaram essa tendência. Enquanto o segmento de franquias cresceu numericamente 12,9% entre 2009 e 2010 no País como um todo, no Nordeste o desempenho foi substancialmente maior: 32,7%. Na região, o número de franquias cresceu 2,5 vezes mais que a média nacional.

De olho no potencial do mercado regional, em novembro de 2011 a ABF realizou pela primeira vez uma feira de franchising fora da região Sudeste. O evento aconteceu em Recife, cidade que é hoje o maior polo nordestino de franqueadoras: conta com 28 redes. A capital pernambucana já é a sétima do ranking brasileiro em número de franquias.

O empreendedor que deseja expandir seu negócio para o Nordeste tem de estar atento a dois pontos fundamentais: logística e mix de produtos. “É preciso ter certeza de que os processos de distribuição longe da matriz não vão encarecer o produto final”, afirma Ana Vecchi, sócia-diretora da consultoria Vecchi Ancona – especializada em franquias, varejo, indústria e serviços. Segundo ela, o primeiro passo é se estruturar para, então, partir para novos mercados. Com relação aos produtos, é importante observar as preferências locais e, se necessário, fazer adaptações nos artigos a serem comercializados na região.

“Os benefícios para uma marca que vai para o Nordeste são: reconhecimento, consolidação do produto – e, consequentemente, da empresa -, aumento do faturamento e a oportunidade de crescer com uma região que se desenvolve rapidamente”, diz Ana.

Para ela, a expansão da classe média local e o aumento do consumo tornaram o Nordeste promissor para o franchising. “Antes, a franquia tinha espaço porque havia carência de produtos e serviços. Isso mudou, porque as pessoas cada vez mais podem, e querem, consumir”, explica.

Como consequência da explosão do consumo, aumentou também o número de shopping centers na região – locais que oferecem grande visibilidade para franquias. Segundo estudo divulgado em dezembro pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), 113 shoppings estão em construção no País. A previsão é de que eles estarão prontos até meados de 2014, sendo que o Nordeste detém o segundo lugar no ranking de regiões que sediarão esses empreendimentos.

Os segmentos que mais se destacam no aumento de franquias, de acordo com a ABF, são alimentação, saúde e beleza, educação e treinamento, negócios e serviços. Na região, também foram criadas 47 novas marcas de franquias – a maior parte delas em 2009 e 2010.

Griletto
A rede de restaurantes fast food especializada em grelhados e parmegianas, que tem previsão de faturamento de R$ 75 milhões para 2011, estima que ultrapassará a marca dos R$ 100 milhões em 2012. E o Nordeste, onde hoje a marca possui três unidades, é considerado prioridade.

“O setor de franchising tem se expandido além da média nessa região, o que reforça nosso interesse em investir na área. Além disso, levamos em conta o potencial de crescimento e de incremento da renda per capita da população nordestina nos próximos anos”, afirma Ricardo José Alves, sócio-proprietário da Griletto. A projeção é de que serão abertas dez novas unidades este ano no Nordeste brasileiro.

Com relação ao aspecto operacional do negócio, Alves explica que uma das grandes preocupações da rede foi a logística. A equação se resolveu com a contratação de uma multinacional do setor de food service, que é responsável por toda a distribuição dos produtos.

“Agora, conseguimos garantir que os nossos produtos chegarão com a mesma qualidade em qualquer ponto de venda”, afirma o empresário. Para se adaptar à cultura culinária regional, a marca hoje conta com a opção de feijão tropeiro em suas lojas.

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