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Grupo Multi adquire a Quatrum English Schools
O grupo Multi – controlador das marcas de ensino de idiomas Wizard (a maior do mundo, com cerca de 1200 unidades), Skill e Alps, além das redes de ensino profissionalizante e de informática Microlins, People e SOS – anuncia hoje a aquisição da Quatrum English Schools, rede que atua na região Sul do Brasil e tem foco no ensino de idiomas para crianças e jovens, com cerca de 20 escolas nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
A aquisição da Quatrum é a terceira do Grupo Multi em 2010, sendo a primeira no setor de idiomas. No mês de janeiro, o Grupo adquiriu a SOS Educação Profissional, voltada ao ensino técnico e profissionalizante, e no mês de junho comprou a Microlins, que atua no mesmo mercado. No total, o grupo passa a ter cerca de 2.800 escolas franqueadas no país e mais de 1 milhão de alunos, entre o ensino de idiomas e as redes profissionalizantes.
Com a nova aquisição, o Grupo Multi pretende reforçar sua atuação no segmento jovem e infantil, que hoje representa cerca de 35% do público que frequenta suas escolas de idiomas. “Quatrum fortalece ainda mais o portfólio do grupo, que conta com marcas líderes nos segmentos de ensino de idiomas e profissionalizante”, afirma Charles Martins, presidente do conselho de Administração do grupo.
Sobre o grupo Multi
O grupo Multi é uma multinacional brasileira, líder mundial no mercado de ensino de idiomas, informática e profissionalizante com cerca de 3 mil escolas no Brasil, Estados Unidos, Japão, Europa e América Latina. O grupo é detentor das marcas Wizard, Skill, Alps, People, SOS e Microlins e gera 20 mil empregos em todo País.
Fundada em 1987, a empresa oferece serviços de implantação das escolas, material didático altamente qualificado e treinamentos específicos para os departamentos Pedagógicos, de Marketing, Administrativo e Comercial. Com isso, mantém a padronização dos trabalhos em todas as unidades, no Brasil e exterior.
Fonte: Tormo
Octavio Café entrará no ramo de franquias
Viviane Ávila para DCI
SÃO PAULO – O grupo Sol Panamby, que já investe em suas atividades cafeeiras no Brasil e no exterior, põe
em prática um plano ousado de crescimento, que engloba agora a formatação da expansão por meio do franchising, além da abertura de lojas próprias da rede Octavio Café, sem perder de vista a expansão em produção, industrialização e comercialização internacional de cafés especiais. Depois da aquisição, há três anos, da Dallis Coffee, uma das principais empresas norte-americanas de café quase secular nos EUA, com sede em Nova York, e da inauguração há dois anos em São Paulo do Octavio Café, cafeteria de cafés especiais localizada na Avenida Faria Lima, região nobre na capital paulista, o grupo investe na marca e na imagem do café no mercado interno e no externo.
Com isso, o grupo colabora com o trabalho de colocar o Brasil na posição de maior consumidor mundial de café, que hoje é dos EUA. No Brasil, o grupo já vem trabalhando forte, juntamente com a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) e com o setor, na recuperação da imagem do produto ante paradigmas que ainda insistem em que café faz mal à saúde.
Mario Chierighini Filho, diretor superintendente do Octavio Café, conta detalhes do grande projeto da empresa de manter o Brasil como referência mundial de café por ser o maior produtor e exportador do mundo. Para isso, o grupo investe em estratégias de marketing, nos projetos de lojas e no mix dos produtos, assim como em seu centro de treinamento profissional de barismo, degustação e torrefação na UniOctavio, considerada uma universidade brasileira do café e também localizada em São Paulo.
Para falar desses planos, Chierighini esteve no programa “Panorama do Brasil” e foi entrevistado pelo jornalista Roberto Müller, por Márcia Raposo, diretora de Redação do DCI, e por Milton Paes, da rádio Nova Brasil FM.
Roberto Müller: Ponto de encontro de empresários ou pessoas que querem apenas saborear um bom café, o Octavio Café já funciona há cerca de dois anos em um ponto privilegiado, na Avenida Faria Lima, quase esquina com a Nove de Julho, num local de muito bom gosto. Como vai o negócio?
Mario Chierighini Filho: Temos dois anos e meio de casa inaugurada e vai indo muito bem. O projeto inicial de lançamento da cafeteria veio ao encontro dos investimentos que o grupo Sol Panamby já vem fazendo no segmento de café, com a propriedade em Pedregulho (SP), na região da Alta Mogiana, uma fazenda com 1.100 hectares de produção de cafés especiais, de alta qualidade. A intenção do grupo era produzir, processar, industrializar e comercializar o produto. Então, decidimos começar pela cafeteria, a Octavio Café, localizada num dos locais mais nobres da capital paulista, para proporcionar ao consumidor a oportunidade de aprender, ou reaprender, a consumir um excelente café. Em função de ene problemas pelos quais o setor passou nos últimos 20, 30 anos, perdemos muito na qualidade dos cafés que são ofertados no Brasil.
Roberto Müller: No Brasil, não é? Porque nosso café continuou sendo exportado.
Mario Chierighini Filho: Alguns cafés, tecnicamente, sim. O que aconteceu é que o brasileiro perdeu a referência e o hábito de tomar um bom café por problemas de tabelamento de preço e por uma infinidade de problemas que o setor industrial de café passou. Com isso, a qualidade no mercado interno foi caindo muito nos últimos 30 anos.
Roberto Müller: No exterior o café continua mantendo a qualidade?
Mário Chierighini Filho: Sim, continua mantendo. Mas de dez anos pra cá o Brasil passa por um movimento muito forte de resgate da qualidade do café brasileiro por parte da indústria e das associações de classe, a Abic e os sindicatos da indústria do Café.
Márcia Raposo: O Café Octavio está expandindo para o exterior, nos EUA, e há algum tempo comprou um dos maiores ícones americanos de torrefação e distribuição de café, e parece que daqui em diante começa com um plano grande de expansão e distribuição nos EUA. Pode nos dar mais detalhes sobre este plano?
Mario Chierighini Filho: Quando o grupo resolveu investir no segmento de café, aproveitou uma boa oportunidade e adquiriu a empresa Dallis Coffee, em Nova York. Isso aconteceu há cerca de três anos.
Roberto Müller: Essa empresa é uma das mais antigas da América?
Mario Chierighini Filho: Sim. Neste ano a Dallis Coffee completa 100 anos de fundação. Nos últimos 20 anos, a empresa vem se especializando na diversidade de cafés, em blends (combinações) especiais de cafés finos, exóticos e que são apreciados no mundo todo. Hoje, a empresa oferece em torno de 70 blends de café diferenciados, que são apreciados por clientes de cafeterias, restaurantes e hotéis. Estamos inclusive lançando um projeto da Dallis Coffee: um Octavio Café em Nova York, projeto que viemos estudando desde o ano passado e em que estamos avançando agora. Esta semana toda a equipe de lá veio ao Brasil conhecer nossa estrutura de cafeteria e visitar a fazenda, para entender a origem e todo o processo de produção, classificação, torrefação do café que também é enviado a Nova York.
Roberto Müller: O que a indústria discute muito é o fato de o café que sai do Brasil ser in natura. E tem ocorrido uma luta há alguns anos no sentido da exportação do café industrializado. Como está essa questão atualmente?
Mario Chierighini Filho: Vem evoluindo, mas muito lentamente. O café in natura, como chamamos a matéria-prima verde, hoje é commodity, com preços tabelados mundialmente. O Brasil é hoje o maior produtor e exportador de café do mundo, mas o preço que custa para a indústria nacional custa para todos os outros países, com uma pequena diferença de valor de frete. A maior dificuldade que encontramos atualmente é no mercado. Para levarmos ao mercado um produto industrializado, de uma marca desconhecida, tem todo um trabalho de investimento em marketing, da mesma forma que ocorre quando abrimos distribuição para outros estados do próprio Brasil. Então, como temos diversas marcas nacionais e regionais com liderança de mercado, todos os outros países também recebem essas marcas. E a maior dificuldade que encontramos é levar um produto que pode ser extremamente conhecido e de grande penetração no mercado aqui, mas lá a marca ainda é desconhecida.
Roberto Müller: Dados da Abic mostram que o consumo do café no Brasil cresce cada vez mais: hoje, depois da água, é a segunda bebida mais consumida. Pesquisas mostram a eficácia do consumo do café com leite como alimento: ele é fornecido em escolas, inclusive em escolas públicas, como alimento. O paradigma de que o café tira o sono e faz mal à saúde hoje mudou: o café se mostra como um complemento alimentar importante. Existe a possibilidade de os EUA, como maior consumidor de café, deixarem de sê-lo, até por questões de estagnação, e o Brasil passar a essa posição, superando os EUA? Isso está próximo?
Mario Chierighini Filho: Até o fim do ano passado, o Brasil vem recuperando o mercado que perdeu. Fechamos 2009 com um consumo per capita em torno de 4,6 quilos por ano. Esse consumo é menor que o de 1965, 45 anos atrás, quando a população era praticamente a metade da de hoje. Naquela época, o consumo era de 4,7 quilos por ano e agora estamos em 4,6. O que acontece hoje é a recuperação do consumo que foi perdido justamente na queda de qualidade e outros fatores negativos. Chegamos na década de 1980 a um consumo per capita de 2,2 quilos, ou seja, caiu a menos da metade. Então, até o ano passado, praticamente recuperamos o consumo de café de 45 anos atrás no Brasil. Existiu um crescimento, lógico, em volume, em função do crescimento da população. Mas em consumo médio por habitante chegamos aos níveis de 40 anos atrás.
Roberto Müller: Isso aconteceu em função da qualidade, basicamente, ou é devido a marketing ou gestão?
Mario Chierighini Filho: As duas coisas. Primeiro, por qualidade, e segundo por muitas campanhas negativas do produto café. Só tínhamos notícias negativas na mídia, campanhas e matérias equivocadas sobre café, inclusive que faz mal e que crianças não podiam consumir. Além disso, muitos consumidores diziam que o café brasileiro era ruim, impuro. Existiam algumas marcas que adicionavam outros componentes, como pó de milho ou cevada, entre outros grãos moídos e misturados ao produto, mas não era uma realidade do mercado. Em função disso, a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), juntamente com a indústria, preocupadas com a imagem do café no mercado, começou um trabalho de resgate da imagem do produto, introduzindo o selo de pureza e de qualidade. Com isso, veio a recuperação da imagem e do preço, mas, por outro lado, com a falta de investimentos no setor perdemos muito com a concorrência trazida pelos sucos de frutas prontos, pelos achocolatados e pelos iogurtes. Então, estamos num processo de 20 anos, recuperando um mercado que foi perdido.
Milton Paes: Hoje em dia muitas marcas trabalham com essa estratégia de oferecer máquinas residenciais, o que me parece uma estratégia de marketing muito boa, não? Inclusive algumas emprestam, outras alugam as máquinas, e dessa forma acabam divulgando a marca e fidelizando o cliente. Isso seria mais um braço de atuação do grupo?
Mario Chierighini Filho: Sim. São mercados diferentes, então estamos nos preparando para lançar o projeto de franquia do Octavio Café. Isso deve acontecer neste segundo semestre, até o final do ano já teremos algumas unidades abertas. No projeto residencial, teremos também o lançamento do café em cápsulas e as máquinas serão importadas e identificadas com a marca Octavio. Nosso foco não é a fabricação de máquinas, mas distribuição de cafés. Outro lançamento com target diferenciado será o dos escritórios, para os quais ofereceremos toda a estrutura: máquinas, com serviço de suporte e manutenção, assim como o serviço de produtos, ou seja, não só o café, mas sachês de açúcar, e os descartáveis.
Milton Paes: Quando você diz escritório, isso se estende a quais segmentos?
Mario Chierighini Filho: Todos. Desde escritórios de profissionais liberais, como advogados, médicos e dentistas, até butiques de confecção, entre outros. Onde existir consumo de café, estamos prontos para fornecer.
Márcia Raposo: Voltando à questão do exterior, em que os EUA têm o maior consumo per capita mundial de café: qual será o plano de distribuição do Octavio Café em todos os estados americanos no lançamento e nos próximos meses?
Mario Chierighini Filho: Primeiramente começaremos por Nova York, onde está a base da indústria nos EUA. Vamos aproveitar todos os canais de distribuição que temos por lá, juntamente com a força de vendas. E no ano que vem abriremos em outros estados.
Márcia Raposo: O grupo pensa em expandir o plano de franquias para o exterior também? Ou por enquanto darão andamento só no Brasil?
Mario Chierighini Filho: Inicialmente, somente no Brasil, onde criamos o formato e faremos todos os ajustes necessários para o projeto. Mas faz parte do plano a expansão a outros países também.
Márcia Raposo: Então, à medida que o produto for ganhando espaço no mercado externo, o formato cafeteria também entrará?
Mario Chierighini Filho: Entendemos que a cafeteria é muito importante no processo de divulgação da marca, e como aconteceu em São Paulo, no Brasil, hoje, o espaço é muito conhecido. Se lançássemos só o produto, talvez ele não fizesse tanto sucesso como faz por meio da cafeteria e seu plano de divulgação.
Márcia Raposo: Pode-se dizer que o Octavio Café é um centro de degustação de cafés?
Mario Chierighini Filho: Exatamente. É um lugar onde as pessoas podem provar, degustar e apreciar, sentindo todas as qualidades e diferenças de cada blend de café.
Milton Paes: Quando você fala em franquia, sabemos que há algumas peculiaridades. A primeira é padrão da montagem das lojas e do atendimento, na qual o franqueador é o responsável por fornecer essa infraestrutura aos franqueados. O segundo ponto é: faz parte do projeto aumentar o número de lojas próprias do grupo tanto no interior do Estado de São Paulo como em outros estados brasileiros?
Mario Chierighini Filho: Sim. Primeiramente, qualidade é uma questão discutida diariamente no projeto Octavio e sempre está em primeiro plano. Mas para esse projeto ter continuidade com sucesso, a grande dificuldade é estender essa qualidade a outros pontos. E para isso criamos a UniOctavio, que é a universidade do café. É um centro de treinamento que já existe há um ano para formar nossos profissionais e também pessoas que queiram fazer algum de nossos cursos, independentemente de serem clientes da marca Octavio. A UniOctavio fica em São Paulo, e oferece cursos de barismo, degustação e torra de café. Nossa maior preocupação é formar profissionais com qualidade, e o centro é tanto para essa formação independente, como para o treinamento das equipes dos franqueados.
Márcia Raposo: Essas franquias, muitas delas montadas em espaços menores que o Octavio Café de São Paulo, manterão o padrão de serviço e atendimento dos cardápios elaborados por chefs de cozinha e baristas renomados, a ponto de serem consideradas “réplicas” da matriz? No modelo de franquia, esse valor agregado vai junto, ou o grupo pretende formatar um padrão específico?
Mario Chierighini Filho: Serão projetos diferentes. Hoje, a casa em São Paulo tem 100% do projeto implantado e funciona oferecendo o mix completo de produtos da marca Octavio, que engloba dos cafés a refeições. Para o projeto de franquias, estamos estudando três versões diferentes: loja pequena e quiosque para shoppings e loja para ser implantada em comércio de rua, todos com mix adaptável a cada local. O formato do Octavio Café, na Faria Lima, dificilmente conseguiremos replicar, embora exista a possibilidade de montarmos outras cafeterias desse porte em cidades com número populacional viável.
Roberto Müller: Você falou em abrir unidades de cafeteria ainda este ano. Quais formatos serão inaugurados primeiramente, loja própria ou franquia?
Mario Chierighini Filho: Já estamos com estrutura pronta para abrir nos dois formatos, mas talvez as próximas unidades inauguradas sejam lojas próprias, até para termos o tempo necessário para formatar as franquias como se deve, com excelência e qualidade de produtos e serviços.
Correios querem seguir com licitação para franqueados
Estatal espera resolver problemas na justiça que a impedem de fazer a licitação de quase 1400 agências

Brasília – O novo presidente dos Correios, David José de Matos, acredita que, com a aprovação ontem pelo Tribunal de Contas da União (TCU) dos termos do edital de licitação dos franqueados, a empresa conseguirá derrubar na Justiça cerca de 800 liminares que estão atrasando o processo licitatório.
Os Correios estão tentando realizar licitações individuais para as suas cerca de 1.400 franquias. O prazo limite para que esse processo termine é o dia 10 de novembro.
“Agora temos um documento do Tribunal de Contas da União e os Correios farão todo o possível para que essas liminares caiam e o processo de licitação continue”, disse Matos. Segundo ele, hoje já está garantida a assinatura de 400 franquias que já tiveram o seu processo de licitação concluído.
Ele explicou que a estatal manteve no edital a tabela de remuneração dos franqueados apresentada inicialmente, que varia de 5% a 29% do valor das postagens. A alteração proposta pela empresa, que foi aprovada ontem pelo TCU, é a possibilidade de, caso necessário, os Correios fazerem o reequilíbrio econômico do contrato com o franqueado. “Os Correios não querem colocar prejuízo para os franqueados. Isso não seria uma parceria. Dentro do próprio edital está previsto que, à medida em que o contrato for se desenvolvendo, possa haver reequilíbrio econômico”, disse.
Matos explicou que isso significa que os Correios vão acompanhar se, na prática, a remuneração planejada está adequada para a loja. Ele deu como exemplo o caso de um suposto franqueado que possua uma papelaria, que também é um posto de Correios.
Inicialmente, o mesmo funcionário poderia atuar nos dois serviços. E, nesse caso, os Correios remunerariam o dono do estabelecimento apenas ao que for equivalente à metade do salário do funcionário. Mas, com o passar do tempo, é possível que o trabalho de agência postal supere o da papelaria e aquele funcionário passe a trabalhar apenas para os serviços dos Correios. Nesse caso, a empresa teria de remunerar todo o trabalho do funcionário.
Em entrevista concedida há pouco, Matos disse também que os Correios já têm uma data para a realização de concurso para contratar 6,5 mil funcionários, em sua maioria, carteiros. “Trabalhamos com a data de fazer o concurso em 21 de novembro e, em janeiro, fazemos as contratações”. O concurso não poderia ter sido realizado antes devido ao período eleitoral. Assim, para atender ao aumento da demanda do fim de ano, causada pelo Natal, deverão ser contratados cerca de 4 mil temporários.
O presidente dos Correios informou que, apesar dos problemas verificados no início do ano com companhias aéreas que prestam serviço à empresa, o faturamento do serviço expresso ainda registrou aumento de 6% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado.
Matos também foi questionado sobre a questão do site dos Correios, que chegou a divulgar dicas para candidatos que quisessem usar o serviço de mala direta da empresa para fazer campanha. Após receber críticas, os textos com as dicas foram retirados do ar. “Talvez tenha havido exagero, mas foi corrigido”, disse.
Correios vão renovar 400 contratos de franquia até novembro
A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) vai renovar, até o fim de novembro, 400 contratos de franquia, em licitação individual. Atualmente, 1.415 franquias trabalham na terceirização dos serviços dos correios.
Ontem (4), o Tribunal de Contas da União (TCU) declarou a legalidade do edital da empresa para a renovação, que era contestado por associação que defende os interesses dos franqueados.
Em entrevista hoje (5), o presidente da ECT, David José de Matos, empossado nesta semana, informou que a remuneração das franquias será de 5% a 29% do lucro. Segundo ele, a empresa estará sempre aberta a reestudar a margem de lucro quando os serviços demandarem mais trabalho que o contratado ou forem inseridos novos produtos. “A ECT não quer que eles tenham prejuízo”, disse.
Matos lembrou que a rentabilidade funciona como no Imposto de Renda – a taxação dos ganhos mais altos envolve um percentual menor, no caso das franquias, para evitar enriquecimento ilícito.
Ele explicou que a previsão de crescimento dos serviços de encomenda é de 10% para o correio econômico e de 6% para o correio expresso. Lembrou ainda que no primeiro semestre deste ano houve problema com o transporte aéreo, que no momento está normalizado. Como o serviço é terceirizado, os atrasos ocorreram por conta de problemas das empresas contratadas com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A tendência é de que a ECT constitua no futuro uma subsidiária para tornar o transporte aéreo de encomendas – que envolve hoje nove rotas no país – mais estável.
O presidente da ECT garantiu que está tudo pronto para a contratação, até o fim do ano, de 4 mil trabalhadores temporários, com o objetivo de melhorar o serviço de entrega. O concurso público, que será realizado em novembro, abriu 6.500 vagas, a maioria para carteiros, que serão contratados nos primeiros meses de 2011.
Cerca de 50% dos 108 mil funcionários da ECT são carteiros.
Da Agência Brasil por Pernambuco.com
Rede de franquias Ortodontic Center espera aumentar o faturamento em 42% em 2010
Marca está com 10 novas unidades em fase de implementação e pretende reforçar presença no Sudeste
Da Redação – PEGN
A Ortodontic Center, rede de franquias de clínicas odontológicas, tenta reforçar a sua presença no Sudeste com a inauguração de novas unidades na região. Em julho será aberta uma clínica em Juiz de Fora, a primeira em Minas Gerais. O plano de expansão para 2010 inclui ainda a abertura de unidades nas capitais do Rio de Janeiro e São Paulo e atualmente são 10 pontos em processo de implementação. Em 2009 a empresa faturou R$ 14 milhões e a expectativa para este ano é chegar a uma receita de R$ 20 milhões, um crescimento de 42%.
Para o próximo ano já estão previstas outras sete inaugurações em cidades como Belo Horizonte e Uberlândia (MG) e um investimento aproximado de R$ 1,5 milhão. Hoje, a Ortodontic Center, cuja sede fica em Londrina (PR), mantém 25 unidades espalhadas em nove estados mais o Distrito Federal.
| Investimento inicial | Entre R$ 150 e 200 mil |
| Taxa de franquia | Entre R$ 45 e 65 mil (já inclusos no investimento inicial) |
| Taxa de royalties | 7% sobre faturamento |
| Taxa de publicidade | 2% sobre faturamento |
| Área mínima | 200 m² |
| Prazo de retorno | 18 a 24 meses |
| Faturamento médio mensal | Entre R$ 50 e 150 mil |
| Número mínimo de funcionários | 8 |
| Contato | http://www.ortodonticcenter.com.br |
Rede de franquias Casa do Pão de Queijo espera abrir 120 unidades licenciadas até o fim do ano
90% desses novos pontos serão em postos de gasolina, modelo que corresponde a 20% do faturamento total da rede
Da Redação- PEGNCom 500 unidades licenciadas em atividade dentro de empresas, escolas, universidades, hospitais e lojas de conveniência, a rede de franquias Casa do Pão de Queijo pretende inaugurar mais 120 pontos de venda nesse modelo de negócio até o fim deste ano, principalmente nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste. A grande maioria das inaugurações será feita em lojas de conveniência de postos de gasolina (90%). Das atuais unidades licenciadas, 80% então dentro desses locais. “Hoje, esse modelo de negócio responde por 20% do faturamento total da rede”, afirma Ricardo Bertucci, diretor comercial da marca.
Os interessados em trabalhar com uma unidade licenciada da marca Pão de Queijo já devem ter um estabelecimento aberto – como uma loja de conveniência em um posto de gasolina ou uma lanchonete dentro de uma universidade, por exemplo. Ao pagar a taxa de licenciamento da marca, que varia entre R$ 15 mil e R$ 25 mil para lojas de conveniência, o empresário tem o direito de vender os produtos da franquia Pão de Queijo em seu estabelecimento comercial.
“Para a Casa do Pão de Queijo, a parceria com as redes de postos de combustível é bastante interessante, uma vez que traz grande visibilidade para a marca, em função do alto fluxo de público que as lojas de conveniências recebem”, completa Júlio César Valeriano, gerente de expansão da rede. Em 2009 a Casa do Pão de Queijo faturou R$ 250 milhões e espera crescer 10% em 2010.
Year of the Sandwich
Subway grabs the No. 1 spot, but this year’s Franchise 500® is a big one for sandwiches across the board.

In the last decade, while other franchise chains have bounced in and out of the Top 10 like corn in an air popper, Subway has topped the Franchise 500® list nine out of 10 years. Considering the ups and downs of the economy, not to mention the rapidly changing American palate, it’s astounding that one company could sustain that level of momentum and profitability without faltering. Even this year, when the recession seems to have reshuffled the entire Franchise 500®, the $5 Footlong is still on top. It’s a true testament to Subway’s strategy–and America’s love affair with the sandwich.
In all, 21 sandwich shops made this year’s ranking–smaller chains scattered across the U.S., but in many cases, showing strong growth in the shadow of the giant sub itself. Charley’s Grilled Subs has 120 new outlets; Jimmy John’s, 170; Jersey Mike’s, 42; and Firehouse Subs, 30.
Meanwhile, Subway opened 1,833 new locations last year.
“It’s been kind of astounding. Our growth has been enormous,” says Fred DeLuca, who co-founded Subway in 1965 at age 17. The company, which had 250 restaurants in 1982, grew to 11,000 in 1995 and jumped to more than 32,000 worldwide in 2009. The pivotal moment, DeLuca says, came about 10 years ago, when Subway positioned itself as a healthful, quick alternative to burgers and fries, created a strategy for major expansion–and got lucky when Jared Fogle discovered the company’s low-fat subs.
But Subway’s decade of growth was also the result of sticking to its winning concept: The footprint for a Subway can be as little as 600 square feet, initial costs can be as low as $84,000, and a lack of griddles, fryers and drive-thrus means franchisees can open their restaurants almost anywhere. In fact, more than 7,000 non-traditional Subways have popped up in convenience and department stores and at racetracks and one mega-church.
The genius idea that’s getting the company through the recession–the $5 Footlong–actually came from a south Florida franchisee, who began pricing certain sandwiches at $5. Other Subways soon followed and by the time the $5 Footlong and its maddeningly catchy jingle were introduced nationally in 2008, the country was heading into recession and pricing was on everyone’s mind.
“People are trading down from full-service restaurants to fast food,” DeLuca says. “There’s value in tapping into the mass market and being a business that thinks of and sells to everyone.”
The $5 program has helped push same-store sales increases into double digits and created a new benchmark for fast-food marketing. There are $5 copycats by Quiznos, Blimpies and countless regional sandwich chains, not to mention $5 knockoffs across the fast-food smorgasbord–KFC ($5 Fill-Up Box), Pizza Hut ($5 P’Zone), Boston Market ($5 menu), Burger King ($5 Burger) and Cici’s Pizza ($5 “25-footlong buffet”)–all taking direct aim at the Footlong.
Where’s Subway headed next? During 2010, it has its sights set on Boston and other areas with lower saturation. But the big news is breakfast: Subway is planning to roll out a national morning menuin the coming year–a move that seems destined to rock the fast-food status quo.
Venda direta entra na estratégia das franquias
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SÃO PAULO – Redes de franquias como os grupos Vita Derm e O Boticário se preparam para atuar no mercado de vendas diretas (porta-a-porta) neste semestre, de olho no aumento da classe C. A rede O Boticário, que registrou faturamento de R$ 3,5 bilhões no ano passado, pretende aumentar este número ao adotar o canal de vendas diretas na empresa este semestre. A ideia da rede é iniciar o projeto piloto de vendas externas para avaliar e formatar esse canal de comercialização. O piloto será implantado em duas cidades – uma na Região Sudeste e uma na Região Nordeste – selecionadas a partir da experiência dos franqueados que já atuam nessas áreas. O projeto foi formatado nos últimos 18 meses com base no modelo de vendas externas pontuais que já é realizado por alguns franqueados d’ O Boticário.
O material de vendas para o projeto piloto, como demonstradores, revistas e formulários, está em desenvolvimento. A partir da percepção e das sugestões desses franqueados, O Boticário formatou o piloto, que trará as informações necessárias para definir a continuidade do projeto. A ação pretende potencializar as vendas de 915 franqueados ao oferecer a eles um novo canal para comercialização dos produtos.
O Boticário é hoje uma das maiores redes de franquia de cosméticos e perfumaria do mundo, com 2.840 lojas espalhadas pelo País. Além do Brasil, O Boticário está em outros dez países, como Japão, Estados Unidos e Portugal, com mais de 70 lojas.
Quem segue o mesmo caminho na busca por novos nichos, e principalmente na briga pela forte concorrência na área de cosméticos e itens de beleza, e também anuncia a entrada neste semestre no mercado de vendas diretas para aumentar o lucro é a empresa especializada em tratamento cosmético Vita Derm, que projeta um faturamento para este ano de R$ 240 milhões. Este ano, a empresa investe R$ 7 milhões no aprimoramento da rede, que possui 320 pontos-de-venda espalhados pelo País e planeja crescimento de 21%. No ano passado a rede faturou R$ 200 milhões.
Focada no modelo de venda conhecido como multicanal, a Vita Derm está presente em todos os estados do território nacional. O modelo abriga sete formatos de comércio em um pacote estruturado na unidade Vita Derm Day Clinic, que inclui franquia, varejo tradicional, comércio eletrônico (e-commerce), venda profissional – a outras lojas -, serviços estéticos e treinamento, e, agora, venda direta. “Unimos várias formas de comercialização numa só operação. Assim geramos maior exposição e presença da rede Vita Derm, além de oferecermos melhor rentabilidade aos franqueados”, explicou Marcelo Schulman, presidente da marca.
Apesar de anunciar sua entrada na venda direta, até o momento a Vita Derm não tem um plano detalhado para a entrada da marca nesse canal. Presente no mercado desde 1984, a Vita Derm iniciou suas atividades como farmácia de manipulação. Atualmente a marca está em mais de 13 países e possui uma indústria reconhecida internacionalmente.
Quem confirma a tendência do franchising em relação às vendas diretas é a diretora-geral do Grupo Bittencourt, Claudia Bittencourt. “As vendas diretas devem seguir o progresso da classe C e estão tornando-se cada vez mais um braço das franquias para alavancar as vendas. Hoje as vendas diretas são mais uma fonte de receita das franquias”, explicou a diretora.
A entrada de novos players atuantes no mercado de cosméticos por meio dos canais de venda direta incentiva líderes do setor, como a Natura, a investirem para se manter no topo de vendas. Neste semestre, a Natura afirmou que irá investir na área de logística, com a inauguração de dois novos centros de distribuição (CDs) no Brasil. Com o objetivo de redesenhar a forma de distribuição no País, o vice-presidente de finanças da Natura, Roberto Pedote, afirmou que o objetivo é reduzir o impacto ambiental e o tempo de entrega. O novo modelo deve ficar pronto em 2011. Até junho deste ano a Natura no Brasil registrou 941,9 mil consultoras, 17,9% a mais que no ano passado. A receita líquida consolidada evoluiu 24,1% se comparada à de 2009, e alcançou R$ 1.283,6 milhões.
A rede Amway , que atua em vendas diretas com itens como produtos de limpeza, coisas para o lar e suplementos de vitaminas, entre outros, tem como meta crescer 100% este ano, e até 2015 o objetivo é crescer 200%. A Amway fechou 2009 com vendas globais de mais de US$ 8,3 bilhões, aumento de 5% em relação a 2008 .
“Hoje temos 50 mil revendedores. O sudeste brasileiro é responsável por 50% das vendas da marca. Até o final do ano a meta é ter 125 mil revendedores”, afirmou ao DCI o diretor de Marketing da empresa, David Damazio, que diz que o tíquete médio por revendedor é U$ 230. Atualmente a rede está presente em mais de 80 países.
“Estamos presentes em todas as principais cidades do País, e hoje a ideia é seguir com maior foco na região do nordeste, que hoje é considerado a China brasileira”, brincou o porta-voz da companhia. Nos últimos dois anos, a Amway investiu U$ 5 milhões no Brasil. A marca norte-americana foi criada em 1959.
Outra gigante, a rede de vendas diretas da marca Avon possui 1,1 milhão de revendedoras no País, segmento este que no Brasil faturou cerca de US$ 1,817 bilhão em 2009. Procurada, a Avon não revelou objetivos de crescimento para este ano, mas afirma que detém três CDs -localizados na Bahia, no Ceará e na capital paulista- e que atualmente está em fase de construção de mais um, no interior de São Paulo, para aumentar sua presença em locais afastados e diminuir o prazo de entrega. O novo CD está localizado na cidade de Cabreúva (SP).
Franquias dos Correios desistirão de ações
SÃO PAULO – A crise dos Correios pode ter um alívio: agências ligadas à Associação Brasileira de Franquias Postais (Abrapost) prometem desistir das cerca de 500 ações individuais que tramitam hoje na Justiça questionando as regras das licitações para a escolha e contratação de novas empresas de franquias. A condição é que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) corrija os vícios, alegados pela entidade, que estão presentes hoje nos editais.
“Acreditamos na atual gestão e que ela deva corrigir as distorções. Nos comprometemos com a retirada das ações na Justiça, pois, com as correções, perderemos a intenção de continuar agindo”, afirma o advogado Marco Aurélio de Carvalho, da Abrapost, representante oficial de 1.400 agências.
Segundo ele, 76,5% das licitações já foram suspensas pela Justiça Federal. “É um recorde em qualquer licitação. São decisões de juízes diferentes, com formações variadas”, afirma.
A manifestação da Associação ocorre um dia depois da demissão de Carlos Henrique Custódio, presidente dos Correios, e de Pedro Magalhães, diretor de Recursos Humanos. A alegação para a dispensa é a crise que atinge a empresa, que registrou no ano passado o menor lucro do atual governo. Mas não é só isso: a falta de definição de novas regras para licitar as franquias está entre os motivos da mudança na ECT.
A Abrapost não descarta continuar buscando o Judiciário caso as mudanças, anunciadas pela própria ECT, não se concretizem. O compromisso dos Correios, firmado há cerca de um mês, já foi enviado ao Tribunal de Contas da União (TCU). “Se a promessa não for mantida, o interesse público não será atendido, o que colocará em evidência a fragilidade de um serviço essencial e estaremos a um passo do tão falado apagão postal. Possivelmente a empresa terá de fazer contratações emergenciais para realizar o serviço”, diz Marco Aurélio. Para ele, há tempo hábil, até novembro deste ano, para republicar os editais sem o risco do apagão.
Segundo ele, se as alterações não ocorrerem, as ações prosseguirão normalmente na Justiça Federal. “Confiamos que o Judiciário continuará a dizer que não existe viabilidade econômica nos editais e segurança jurídica”, diz.
O advogado da Abrapost ressalta que a entidade não é contra as licitações. “Esse é o mais legítimo, democrático e transparente meio de escolha”, diz. Em carta de esclarecimento divulgada ontem, a Associação afirma que um edital bem elaborado permitirá que todas empresas e pessoas possam participar da licitação.
Os principais pontos questionados pela Associação são as restrições para o atendimento das franqueadas – não é possível enviar marketing direto -, os contratos não têm garantia de retorno dos investimentos e a remuneração é inferior à das agências permissionárias na maior parte dos mesmos produtos e serviços, segundo a nota da entidade.
A questão envolvendo as franquias dos Correios, responsáveis, segundo a Abrapost, por 40% da receita operacional da ECT, é antiga e traz consigo batalhas na Justiça e questionamentos do TCU. Na década de 1990, a ECT, para ampliar sua rede de atendimento, celebrou cerca de 1.700 contratos no sistema de franquias, com micro e pequenos empresários. Hoje, estão em vigor 1.429 contratos.
Em 1993, a Lei de Licitações (Lei nº 8.666) estabeleceu que “as obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações, concessões, permissões e locações da administração pública, quando contratadas com terceiros, serão necessariamente precedidas de licitação”. Mas, de lá pra cá, nada foi feito para regularizar os contratos, constantemente prorrogados.
Em 1994 o TCU determinou à ECT que fizesse licitação para a contratação de novas franquias. Em 1998, uma Medida Provisória, convertida na Lei nº 9.648, tornou válidos até 2002 os contratos firmados entre 1989 e 1994. Em 2002, foi aprovado projeto prorrogando a validade dos contratados da franqueadas por mais cinco anos, até novembro de 2007. Em 2008, com a Lei nº 11.668 (Lei das Franquias Postais), os Correios teriam 24 meses (até novembro de 2010) para fazer as licitações e substituir a rede de franqueadas. Em outra direção, questionando as licitações em si, a Associação Nacional das Franquias Postais do Brasil foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedir a suspensão dos processos de contratação de serviços complementares de correio.
Escola de Vôlei Bernardinho inicia expansão com franquias
Empresa pretende crescer 30% com oito novas unidades ainda em 2010
Por Rayane Marcolino, do Mundo do Marketing | 26/07/2010
rayane@mundodomarketing.com.br
A Escola de Vôlei Bernardinho inicia seu plano de expansão por meio de um sistema de franquias. A instituição contratou o executivo Ricardo Bergara para ser o Diretor de Marketing e Expansão da Empresa, que terá foco em professores de educação física empreendedores e escolas. Em 2009, a EVB cresceu 20% e, para 2010, a meta é atingir oito novas unidades, chegando a 30% de expansão.
O valor da franquia é de R$ 36 mil para taxa de adesão, material de prática (bolas, redes, material didático), capacitação e certificação de professores e do Sócio-Gestor, estratégia e material de comunicação para o Marketing inicial e apoio pré e pós-operacional.
