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Posts Etiquetados ‘Franquias de Vestuário’

Nicoboco tem como meta abrir 200 lojas

Planejamento do departamento de franquia está pronto para ser colocado em prática.

O gerente de franquia da Nicoboco, Vitor Federicci, anuncia o planejamento da empresa voltada para o segmento de surf, street e sport wear. A marca, que possui 23 lojas, tem como meta chegar a 200 unidades em todo o país até 2020.

“Num primeiro momento iremos fortalecer a rede de franquias e lojas atuais a fim de se preparar para um crescimento mais expressivo a partir do ano que vem”, diz Federicci.

Segundo ele, para atingir o objetivo ousado de longo prazo é preciso construir uma base sólida. “Para isso, pretendemos aprimorar processos, implantar melhorias e trazer novas ideias”, afirma.

Em 2013, o gerente deseja trabalhar mais ativamente na captação de novos franqueados, participando de feiras e eventos, além de estreitar o relacionamento com empresas do segmento de shopping centers. “Também buscamos novas ferramentas para análise de perfil dos candidatos, seguindo a filosofia de obter um crescimento bem estruturado”, completa.

Virando exemplo – Recentemente a rede de franquia Nicoboco foi citada por Pedro L.R. Melo, no blog Franquias, exibido na página da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping). O texto, acessado na íntegra aqui (http://www.alshop.com.br/blog_franq.asp), fala sobre formatos de ponto de venda em shopping centers adotado por franquias.

“Um exemplo, de uma rede que tem sido bem sucedida na aplicação de conceitos de “Visual Merchandising” é a “Nicoboco”. Os resultados destas reformulações geraram a otimização do espaço nas lojas em cerca de 32%, lojas que precisavam de pelo menos 50 m² passaram a operar com 32 m²”, descreveu Melo em seu artigo.

O gerente de franquia da marca, Vitor Federicci, explica que esse é um caminho interessante para que as empresas se adaptem ao cenário atual de valorização dos espaços nos centros comerciais.

“É possível trabalhar com lojas menores quando necessário, mas sem deixar de aproveitar quando surgirem boas oportunidades em espaços maiores”, ressalta. Para Federicci, os franqueados devem ter em mente lojas adaptáveis a diferentes tamanhos, sempre focando na viabilidade do negócio.

Vale lembrar que hoje a Nicoboco está presente no estado de São Paulo (capital, litoral e Grande São Paulo), em Brasília (DF), em Belém (PA), em Natal (RN) e em São Luis (MA). [www.nicoboco.com.br ou através do e-mail franquia@nicoboco.com.br]. |.Emanuelle Oliveira.

Tip Top abre 26 franquias em dois anos

A rede de lojas de roupas infantis pretende chegar a 40 unidades em funcionamento em 2010

Por Adriana Fonseca para PEGN

Divulgação

A empresa busca franqueados que realmente queiram ficar à frente do negócio e não sejam apenas investidores

Há mais de cinco décadas no mercado, em 2008 a rede de lojas de roupas infantis Tip Top decidiu expandir seus negócios pelo sistema de franquias. Dois anos depois de adotar essa estratégia, a empresa comemora 26 lojas franqueadas abertas em diversas cidades do país. Os planos continuam sendo de crescer ainda mais, e a Tip Top espera chegar a 45 unidades até o final de 2010. As novas lojas devem ser abertas em cidades como Rio de Janeiro, Campo Grande, Aracajú, São José dos Campos, Marília, Campinas, São Paulo e Recife. “O perfil de fraqueado que buscamos é o de alguém que estará à frente da loja, ou seja, não buscamos somente investidores, mas sim pessoas que estejam dispostas a estar no dia a dia do empreendimento, que possuam pró-atividade em buscar negócios e que queiram crescer junto com a rede”, afirma Ricardo Marcondes, gerente de expansão de franquias.

A opção pelo sistema de franquias deu-se em época de crise. David Bobrow, diretor da Tip Top, explica que a empresa precisou reajustar seu perfil, antes focado apenas na fabricação de roupas. Ao realizar estudos no mercado brasileiro, a empresa percebeu que havia uma grande carência de redes nacionais atuando no segmento de bebê. A partir daí foi elaborado um projeto de franquias, que incluiu um novo projeto arquitetônico para as lojas, uma nova comunicação visual, um software de gestão do PDV e retaguarda, documentos legais (Circular de Oferta de Franquia e Contrato de Franquia), fabricante de mobiliários e construção civil.

Quanto custa ter uma franquia Tip Top

Investimento inicial estimado R$ 369 mil (inclui taxa de franquia, estoque inicial, reforma, mobiliário e capital de giro)
Taxas de royalties 30% sobre compras
Taxa de fundo de propaganda 3% sobre compras
Área média 40m²
Prazo estimado de retorno de 24 a 36 meses
Faturamento médio mensal de R$ 60 mil a R$ 80 mil (estimativa)
Número de funcionários estimado Franqueado + 5

Fonte: Tip Top

Marisol cresce para enfrentar estrangeiros

Clayton Netz para Estadão

FATO RELEVANTE

O executivo Jair Pasquali, diretor de varejo da catarinense Marisol, participou recentemente de uma feira de vestuário infantil, em Florença, na Itália, e voltou impressionado ao País. “Nunca vi tanto interesse dos estrangeiros pelo Brasil”, diz Pasquali. Durante o evento, conta ele, foi procurado por vários empresários interessados em trazer suas marcas para o Brasil. “Agora somos o foco do mundo”, afirma. O assédio dos estrangeiros acabou produzindo resultados: foi a senha para que o grupo de vestuário, baseado em Jaraguá do Sul, no norte de Santa Catarina, decidisse acelerar seu plano de expansão.

Nos próximos cinco anos, a Marisol quer dobrar de tamanho. Dona de cinco marcas, Lilica Ripilica e Tigor T.Tigre, Babysol, Pakalolo, Rosa Chá e Marisol, a empresa tem 300 lojas espalhadas pelo País, entre franquias, próprias e credenciadas, e planeja chegar a 700 pontos de venda até 2015. Na estratégia para crescer deverá predominar o modelo de franquias, adotado pelo grupo em 2000 para expandir as marcas infantis Lilica Ripilica e Tigor T.Tigre, hoje responsáveis por metade do faturamento de R$ 500 milhões em 2009. O grupo emprega 6 mil funcionários e mantém fábricas em Jaraguá, Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul e Pacatuba, no Ceará.

O foco do investimento são as lojas One Store, projeto multimarcas próprio, criado em 2007 para concentrar num mesmo espaço as cinco grifes. Até 2015, o número de lojas One Store deve triplicar para 300 unidades. A Pakalolo, marca de sucesso entre os adolescentes nos anos 1990, adquirida pela Marisol em 2005, também vai ganhar musculatura. Até 2015, deve somar 96 novos endereços aos quatro atuais. A Babysol, voltada a crianças de até dois anos, ganhará mais 80 unidades, chegando a 100 lojas. A Lilica e Tigor, por sua vez, chegarão a 200 lojas até 2014, contra as 160 atuais, de acordo com Pasquali. Além das lojas com sua bandeira, os produtos da Marisol são vendidos em mais de 10 mil lojas multimarcas.

Presente com 16 lojas da Lilica Ripilica e da Rosa Chá na Itália, Portugal, Estados Unidos, Turquia, Guatemala, Peru, Chile, Colômbia e Bolívia, a Marisol vai priorizar sua atuação no mercado interno. Embora o eixo da expansão seja o crescimento orgânico, a empresa não descarta a via das aquisições. “Estamos atentos a marcas que tenham sinergia com o nosso negócio”, diz Pasquali, que prevê uma consolidação do setor no médio prazo. Segundo ele, daqui a dois anos, grandes empresas estrangeiras do setor, principalmente as donas de grifes infantis, devem chegar finalmente ao Brasil. Nesse caso, ponto para a Marisol, se conseguir cumprir o plano de expansão anunciado por Pasquali. “Precisamos nos fortalecer agora para enfrentar a concorrência estrangeira depois”, diz.

Nicoboco volta seus olhos para o Nordeste

Por: Emanuelle Oliveira para Leia Moda

A empresa brasileira reconhecida no mercado de vestuário e especializada no segmento de surf, street e sport wear, volta seus olhos para a região Nordeste

A Nicoboco participa entre os dias 22 e 25 de abril, da primeira edição da Franchising Nordeste, que acontece no Centro de Convenções de Pernambuco, no Recife.

A empresa, que lançou seu projeto de franquias em 2009, e já conta com 22 lojas licenciadas, aposta na feira para consolidar sua marca na região Nordeste do país.

Segundo a gerente de franquias da Nicoboco, Ana Paula Castellano Gomes, o mercado de vestuário está em constante evolução, tanto em faturamento quanto em seu número de redes, mostrando-se como uma boa opção dentro do franchising.

“O consumo nacional de surfwear já representa 0,5% do PIB e, devido às características geográficas e climáticas do país este número tende a crescer”, revela Ana Paula.

Os empresários e empreendedores que visitarem o stand da marca terão total suporte para tirar dúvidas sobre investimento e apoio que terão durante o desenvolver de suas atividades.

Além disso, poderão conhecer os tecidos exclusivos, como o raport e tecidos ecológicos, utilizados nas novas coleções como o grande diferencial da marca, que tem chamado a atenção de consumidores da classe A, B e C e investidores atentos a aplicações seguras.

“O posicionamento da Nicoboco hoje, em relação a produto versus consumidor, é sempre buscar a melhor satisfação para o consumidor. Para isso, nossa coleção é feita em 90% de tecidos exclusivos. Queremos que o nosso cliente se sinta privilegiado e satisfeito com o produto final desde a qualidade da peça ao tecido de ponta”, explica o diretor de desenvolvimento Sergio Ruksenas.

Atualmente a Nicoboco conta com representantes em cidades, como Ceará, Alagoas, Sergipe e Pernambuco. Em breve, a empresa abrirá, em Belém, sua primeira franquia fora do eixo Sul-Sudeste.

Moda para evangélicos vai aos shoppings populares

MODA1

Uma das primeiras marcas de moda evangélica do País, a Joyaly, criada em 1990 em São Paulo, quer dar um salto nos negócios. Atualmente com duas lojas de atacado no Brás, tradicional reduto de confecções paulistano, a empresa vende 50 mil peças por mês, que geram receita anual de R$ 24 milhões. Agora, a grife começa a se preparar para entrar no varejo, com a abertura de uma rede de franquias em shopping centers populares. “Há evangélicos nas periferias dos grandes centros urbanos e é lá que pretendemos marcar presença”, diz Alison Flores, um dos donos da Joyaly. Segundo ele, o projeto demandará uma nova linha de produção voltada exclusivamente para o varejo e a criação de um formato de negócio de lojas próprias.

Para viabilizar a ideia, a Joyaly busca um parceiro. “Queremos encontrar um fundo de investimento que aposte no projeto”, diz Flores. No curto prazo, ele vai expandir em 50% a área da fábrica do Brás, para 4,5 mil m², com o objetivo de ampliar sua linha para gordinhas e entrar no mercado de moda masculinas.

A Joyaly descobriu por acaso o nicho evangélico, formado por 26 milhões de consumidores potenciais, segundo o IBGE. Evangélica, a mãe de Flores, dona Aurea, começou a confeccionar as próprias roupas, que fizeram sucesso entre as fiéis da sua igreja. Daí para criar a Joyaly foi um pulo. A estilista da marca é Joyce, irmã de Flores. “Sua missão é desfazer a imagem das evangélicas, de coque no cabelo e roupas recatadas, e oferecer a elas modelos que seguem as tendências mundiais da moda”, diz. As restrições são os decotes ousados e o comprimento das saias, que não deve deixar os joelhos à mostra. Para promover a marca, a empresa confecciona catálogos luxuosos, além de fazer promoções como concursos de beleza entre as consumidores. Com 15 mil revendedores, a Joyaly tem suas roupas usadas no Japão, EUA e Portugal, levadas pelas mãos de fiéis que vivem nesses países e abastecem as comunidades evangélicas locais.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/clayton-netz/

Franquias: vestuário e calçados faturam R$ 8,8 bilhões

Os segmentos de acessórios pessoais e calçados e vestuário se destacaram no ano passado com os maiores faturamentos do setor de franquias no País, e, segundo analistas, devem continuar em alta como boas oportunidades de negócio nos próximos anos. O impulso vem, especialmente, da classe C e do público feminino, independentemente de classe social. Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), em balanço sobre o desempenho do setor em 2009, o segmento de acessórios e calçados faturou R$ 3,73 bilhões, valor 41,2% a mais do que em 2008. Em seguida, faturando valor maior – R$ 5,1 bilhões -, o de vestuário aumentou em 33,5% em relação ao ano anterior. Como um todo, o setor de franquias teve faturamento 14,5% maior, próximo aos 15% que foram projetados pela entidade para o ano passado, e considerados satisfatórios por ela.

Isso é reflexo, segundo o diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo, do aumento do poder de compra da classe C, principalmente depois do segundo semestre de 2009 – início da recuperação da crise econômica internacional, que teve seu auge no fim de 2008. “O primeiro semestre foi complicado, com indicadores de emprego muito ruins. Já no segundo, os índices melhoraram”, diz ele. “Por isso, esses consumidores passaram a ter uma sobra para investir em artigos que não são de necessidade imediata”, completa Camargo.

Nesse movimento das classes C e D rumo ao consumo de bens antes proibitivos se destaca, ainda, o empurrãozinho dado pelas mulheres. “A presença delas no mercado de trabalho está cada vez maior, e sua remuneração está cada vez menos defasada em relação aos salários que o mercado paga aos homens, e isso impulsiona o consumo”, afirma Camargo, da ABF, lembrando que elas já ocupam 45,1% das vagas no mercado de trabalho.

Oportunidades
A ABF projeta crescimento de 16% no faturamento em 2010, em relação aos números do ano passado. Quanto aos pontos de venda, o crescimento esperado é de 8% a 10%, o que significa em torno de 8 mil novas lojas e quiosques franqueados em todo o País.

Fonte: Agência Estado

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