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Posts Etiquetados ‘Franquias de Educação’

Grupo português investe em franquia educacional no Brasil

Empresárias investem meio milhão em unidade-piloto e compra da marca Morangos.

O Grupo Onebiz, líder português no mercado de franchising, com representação em 29 países, está ampliando sua atuação no Brasil. A empresa efetivou a negociação da marca Morangos, que atua na área educacional, para a implantação da primeira unidade brasileira na cidade de Sorocaba, localizada a 75 km de São Paulo.

Com investimento inicial de R$ 500 mil, as empresárias Maisa Leite Lemos e Isis Leite Lemos passam a ser detentoras da marca Morangos no Brasil e responsáveis pela ampliação da rede no país. A negociação teve início em outubro do ano passado, quando Maisa decidiu investir na implantação de um sistema de educação, voltado para o ensino infantil, que tivesse como base o modelo europeu.

A iniciativa de Maisa em procurar a rede Morangos veio ao encontro do interesse do empresário português Pedro Santos, presidente do Grupo Onebiz, que procurava parceiros no Brasil para o lançamento da sua primeira unidade internacional. Foram pouco mais de quatro meses entre negociações e treinamento até que as empresárias brasileiras se habilitaram como Master Franqueadas da rede Morangos no país.

Antes mesmo da inauguração da primeira unidade educacional da marca em Sorocaba, prevista para o segundo semestre deste ano, Maisa e Isis, juntamente com o presidente da Onebiz, já têm uma agenda de encontros para negociação com empresários da capital paulista que demonstram interesse na franquia. A primeira mesa de negociação está marcada para o dia 18 de abril. “Nosso objetivo é chegar a 100 unidades da Morangos instaladas no Brasil nos próximos três anos”, estima Maisa.

Grupo Morangos

Atualmente com 60 unidades espalhadas em diferentes regiões de Portugal, o Grupo Morangos teve origem em 1997. Cinco anos depois teve início a expansão da marca por meio de franchising.

No Brasil, o investimento inicial na franquia varia de R$ 150 mil a R$ 300 mil, dependendo da região e modelo de instalação, com retorno do investimento entre 12 e 18 meses. A taxa de franquia é de R$ 40 mil por módulo instalado, com royalties de R$ 400 por mês no primeiro ano. O contrato mínimo é de 10 anos.

A rede atua nas áreas de Berçário (crianças de 0 a três anos) e pré-escola (de três a seis anos), além de oferecer o módulo de Academia de Estudo, para atividades extraclasse, e o Fun Park, voltado para recreação e festas infantis. Todo o material didático e metodologia de ensino são fornecidos pela rede, com o treinamento de seus franqueados. A rede mantém também apoio técnico para instalação e gerenciamento de software específico da metodologia, treinamento em gestão, marketing e material de divulgação.

Fonte: www.metanalise.com.br

Ensino de idiomas ganha novo fôlego para crescer

Fatores como a expansão da classe C e a Copa do Mundo de 2014 levam redes de franquias a expandir cobertura e investir em cursos rápidos

Daniela Moreira, de EXAME.com

São Paulo - O ensino de idiomas é um dos filões mais antigos do mercado de franquias brasileiro. Com redes consolidadas operando no País há mais de 60 anos e dezenas de marcas disputando os potenciais alunos, o setor poderia estar caminhando para um cenário de desaceleração no crescimento. Mas tudo indica que na verdade as escolas de idiomas devem entrar em um novo ciclo de expansão, impulsionado pelo boom da classe C, pelo bom desempenho da economia brasileira e pelos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará nos próximos anos.

Um dos indicativos do potencial de crescimento do setor é o aumento dos gastos do brasileiro com ensino. Segundo números do Provar (Programa de Administração do Varejo) da FIA (Fundação Instituto de Administração), o gasto com educação na classe C, cuja renda média é de 1,5 mil reais mensais, subiu de 8% a 10% do orçamento no ano passado para 15% a 17% neste ano.

“Boa parte destes gastos é com cursos de idiomas. Os cursos ficaram mais acessíveis e houve um aumento significativo na demanda”, destaca Nuno Fouto, diretor de estudos e pesquisas do Provar. “O sonho de todo pai é dar uma educação melhor para o filho. Cada vez mais essa faixa tem condições de fazer esse investimento”, acrescenta Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF.

Dono de uma franquia da rede CNA no bairro do Jardim da Saúde, em São Paulo, o empresário Ronaldo Zabeu já sentiu um aumento no movimento. A unidade, que tem 470 alunos e fatura em média 65 mil reais mensais, deve ter um crescimento de 30% no número de alunos – e, conseqüentemente, em receita – até março de 2011, quando termina o ciclo de captação de alunos para o próximo semestre.

Segundo o empresário o aumento na demanda é acompanhado por um amadurecimento do consumidor da classe C. “Antes este público vinha com o dinheiro contado e se contentava com o que era oferecido. Hoje eles estão mais exigentes, negociam desconto e querem qualidade”, ele aponta.

Yes, nós temos Copa!

Mas não é só a expansão da classe C que está aquecendo o setor. O crescimento da economia brasileira como um todo vem reforçando as exigências do mercado de trabalho quanto ao domínio de idiomas. “As empresas brasileiras estão se tornando empresas globais e o inglês não é mais um diferencial, é uma exigência”, enfatiza Camargo.

Esta foi a motivação da pedagoga Vivian Andrade, que, com mais de 10 anos de experiência como educadora, decidiu comprar uma unidade da UNS Idiomas. A rede oferece cursos de curta duração, focados em conversação. “Meus alunos não têm tempo para cursos de cinco ou seis anos. Eles precisam aprender a falar inglês agora, pois estão perdendo oportunidades de emprego”, relata.

Além da motivação profissional, muitos alunos buscam os cursos rápidos para se preparar para ir estudar ou trabalhar fora do Brasil, uma vez que o aumento no poder de consumo tem proporcionado a mais brasileiros a possibilidade de buscar experiências no exterior.

A modalidade de cursos rápidos também deve ser impulsionada pela demanda por qualificação nas cidades sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. “Esses eventos vão gerar a necessidade da formação da mão de obra ligada a hotelaria, restaurantes e transporte, entre outras áreas”, afirma Claudia Bittencourt, especialista em consultoria para franquias.

De olho na tendência, as redes de idioma estão buscando novos franqueados nas cidades sede e preparando cursos customizados para o setor. A rede CNA, por exemplo, deve lançar um curso de seis meses focado no setor de turismo no segundo semestre de 2011. Já a Eurodata, tradicionalmente focada no ensino profissionalizante, decidiu aproveitar a oportunidade para transformar a marca Extreme – até então usada para promover cursos de idiomas dentro de unidades da rede – em uma franquia independente. A meta é ter 100 unidades com a nova bandeira até o final do próximo ano. A rede Influx também está focando sua expansão nas cidades sede da Copa, assim como a Number One, que pretende abrir 214 escolas de idiomas nos estados que receberão jogos.

Negócio próprio ou franquia?

O potencial do mercado de idiomas não está restrito às redes de franquias. Conforme destaca um estudo do Instituto Imprendere, é possível abrir um negócio próprio com baixo investimento, até mesmo em home office. “Basta  ter  um telefone, um staff de bons professores e bons contatos dentro das organizações”, destaca um relatório, que coloca o ramo como um dos 10 mais promissores até 2016.

“O  empreendedor  pode  começar  focando  no  mercado corporativo,  prestando  serviços  dentro  das  companhias,  atendendo  a  necessidades  pontuais  dos funcionários  ou  das  áreas  de  treinamento  das  organizações”, recomenda o instituto.

Mas quem não tem experiência no setor pode optar pelo modelo pronto de franquias, que traz vantagens como marca reconhecida e apoio à gestão por parte do franqueador. Se esse for o caminho escolhido, são necessários alguns cuidados.

O primeiro é analisar e comparar criteriosamente as vantagens oferecidas por cada rede (confira aqui 17 opções de franquias de idiomas dispníveis no mercado), observando critérios como investimento exigido, prazo de retorno e o suporte oferecido. Não basta apenas consultar os prospectos dos próprios franqueadores – o ideal é falar com outros franqueados e checar se as condições apresentadas condizem com a realidade. Embora a maioria das redes prometa margem de lucro de mais de 20%, por exemplo, os especialistas no mercado afirmam que em geral o porcentual fica entre 5% e 15%.

Avaliar a metodologia e os matérias didáticos também é importante – se o empreendedor não tiver experiência com ensino, vale procurar ajuda especializada. “Você tem que acreditar que aquilo que você vende realmente funciona”, destaca Vivian.

A escolha do local da unidade também é fundamental. “O que faz o negócio dar certo ou não é o ponto”, diz Zabeu, que já atua há 18 anos no mercado de ensino de idiomas. Observar a concorrência e a mapear as escolas públicas ou privadas nas proximidades também é essencial, já que as parcerias com instituições de ensino são fundamentais para atrair alunos.

Impacta abre caça a franquias de escolas de TI

Gláucia Civa – www.baguette.com.br

O Grupo Educacional Impacta, que já formou mais de 350 mil profissionais no país na área de TI, abriu um programa de licenciamento.

A companhia projeta conquistar cerca de 60 licenciados no Brasil, sendo 20 ainda este ano.

O foco são centros educacionais da área de informática que já tenham mercado em suas regiões. O investimento mínimo necessário é de R$ 25 mil e, até agora, cinco instituições candidatas já foram pré- aprovadas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Sergipe e Manaus.

Sob a marca Impacta, os licenciados passam a oferecer ao mercado mais de 300 cursos em TI, pós graduação e MBA, explica Neander Souza, executivo de expansão do grupo educacional.

“A área de TI é uma das que mais cresce no Brasil. Existem profissionais no mercado, mas faltam especialistas para determinados cargos”, afirma Souza. “Atualmente, há mais de 150 mil vagas em aberto no setor, e nosso projeto visa a preencher essa lacuna”, completa.

Com as opções de cursos oferecidas às franquias, a Impacta também fornece apostilas e recursos para treinamentos online, além de garantia de exclusividade na região em que forem fechadas as parcerias.

A metodologia é baseada no ICS – Impacta Certified Specialist, que avalia os profissionais licenciados como especialistas após um treinamento.

O modelo, conforme Souza, é referência no “Manual de Treinamento de RH” da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento), AAPSA (Associação Paulista de Gestores de Pessoas) e ASTD (American Society for Training and Development).

Como perfil de licenciado, a Impacta exige, ainda, experiência dos profissionais no ramo de ensino, disponibilidade para dedicação integral à operação da marca, prova de capacidade financeira para bancar a franquia e aptidões como boa postura e apresentação pessoal dos educadores, boa comunicação oral e bom relacionamento social e comercial, entre outros.

O Grupo Educacional Impacta Tecnologia é composto por duas divisões: Impacta Certificação e Treinamento, focada em TI e Design; e Educação Acadêmica, formada pela Faculdade Impacta Tecnologia e Colégio Impacta de Tecnologia da Informação.

A carteira de empresas clientes da companhia chega, hoje, a mais de 25 mil nomes, tanto nacionais quanto internacionais.

A empresa está instalada em três unidades na cidade de São Paulo e atua, nos cursos, com parceiros como Adobe, Microsoft, Prometric, Corel, Autodesk, Oracle, SAP, Cisco e outras.

Grupo Multi, do Wizard, compra o Yázigi por R$ 100 milhões

Com a nova aquisição, a holding passa a ter 3500 unidades franqueadas e 1,4 milhão de alunos. A intenção da empresa é dobrar o número de escolas Yázigi no país nos próximos cinco anos

Por Época NEGÓCIOS Online

O Grupo Multi, holding que controla as marcas de ensino de idiomas Wizard, Skill, Alps e Quatrum, além das marcas de ensino profissionalizante Microlins, SOS, Bit Company e People, anunciou nesta segunda-feira a compra da escola de idiomas Yázigi por R$ 100 milhões.

Esta é a terceira aquisição do grupo no setor de idiomas. Em 2007, foi adquirida a Skill e no início deste ano foi comprada a Quatrum, rede de idiomas com forte atuação no sul do país. Com a nova aquisição, a holding passa a ter 3500 unidades franqueadas e 1,4 milhão de alunos.

O Yázigi possui hoje 400 escolhas espalhadas pelo Brasil. “Em até cinco anos queremos dobrar esse número”, afirmou Charles Martins, presidente do conselho da Multi, em entrevista à Época NEGÓCIOS.

Com todas essas redes de ensino de idiomas, o Grupo Multi pretende segmentar o público de cada uma das escolas. A marca Yázigi será a top de mercado, voltada principalmente para público da classe A. A rede Wizard ficará com o público de classe B. A Skill terá como estratégia a classe C e a Alps focará os públicos das classes C e parte da D.

O negócio foi anunciado dias depois de a empresa anunciar um aporte de R$ 200 milhões feito no Grupo Multi pelo fundo de private equity Kinea, empresa de investimentos alternativos do banco Itaú. Mas o dinheiro para a aquisição da Yázigi não veio deste aporte. “A Kinea nos auxiliou na negociação, mas o dinheiro que recebemos não foi usado para fazer a compra”, disse Charles Martins, presidente do conselho da Multi. A Multi deve encerrar 2010 com receita total de R$ 2,3 bilhões.

Fusões e Aquisições no Franchising

Recentemente tivemos a divulgação da compra de mais uma rede de escolas de idiomas, agora uma voltada para o público infantil, por um grupo que passa a ter 3.000 escolas com atuação no Brasil, Estados Unidos, Japão, Europa e América Latina. Algo de se tirar o chapéu, comprovando os efeitos do franchising na evolução, desenvolvimento e sucesso das redes de negócios e na movimentação do mercado financeiro.

O que chama a atenção é que essa é a terceira aquisição do grupo só em 2010, em todos adquiriu redes de franquias que se desenvolveram e fortaleceram suas marcas a partir da visibilidade e da capilaridade da marca em diversos Estados brasileiros. Não fosse o franchising, esse crescimento não teria ocorrido de forma tão espetacular e surtido tal efeito no valor da marca.

Quando o empresário decide expandir seus negócios utilizando o sistema de franquias, as possibilidades de crescimento e de criar barreiras para a concorrência são multiplicadas em muitas vezes, quando comparadas ao que ocorreria se esse mesmo movimento acontecesse com unidades próprias, uma vez que são exigidos investimentos que nem sempre o pequeno e médio empresários podem realizar. Nesse sentido, o franchising permite que o franqueador conte com o investimento do franqueado para abrir mais e mais unidades de acordo com o seu plano de expansão.

Ao analisar os negócios de escolas de idiomas, ensino profissionalizante e outras redes na área de educação que atuam no Brasil, mais de 90% nasceram de um pequeno negócio. Algumas dessas empresas familiares, que a partir da expansão com franquias, ganharam força e poder no mercado, ampliando o valor da marca, o que é muito significativo no franchising.

Não só de Mc Donalds vive o franchising, aos poucos empresas e indústrias que atuam em segmentos diferente do de alimentação, vestuário e idiomas, começam a perceber as vantagens e o valor que o sistema de franquias pode agregar para suas marcas. Crescer de forma estruturada, com formato de negócios testados e validados pelo consumidor final é o grande efeito que comprovadamente o sistema franquias vem causando nas empresas que o utilizam em sua estratégia de expansão. O sistema obriga a começar certo, no lugar certo e com pessoas certas. Tudo deve ser muito bem definido antes, estruturado e formatado de forma que a transmissão do know-how flua sem nenhum problema para quem apostou e investiu na marca.

O mercado não aceita mais amadores no sistema de franquias, este já atingiu um nível de maturidade que não tem retorno, ou o empresário entra bem estruturado ou não consegue competir com as demais redes que disputam o mesmo candidato, o empreendedor que deseja um negócio próprio.

Os efeitos positivos dessas redes de franquias na mente do consumidor, nas possibilidades de ocupar mercado de forma mais acelerada e de criar barreira para a concorrência abriu os olhos de grandes investidores, bancos, fundos de investimentos e outras redes no mesmo segmento, iniciando um processo de aquisições que hoje estamos presenciando no mercado. Quanto mais estruturada e mais presente no mercado, mais desejada pelos Grupos de Investimentos e pela própria concorrência.

Se o sistema de franquias é bom ou não para a expansão de alguns negócios, vale aí uma dica: quem tiver dúvida deve analisar melhor; fazer uma boa avaliação de franqueabilidade do negócio; ver os bons exemplos do mercado e a velocidade de expansão de alguns negócios; e correr antes que outras redes no mesmo segmento e com o mesmo modelo de operação ocupem os espaços disponíveis no mercado.

* Claudia Bittencourt, diretora geral do Grupo Bittencourt

Grupo Multi anuncia compra da Bit Company, 4º negócio do ano

Objetivo é atender a maior demanda da classe C por educação

MARIANA SCHREIBER FOLHA DE SÃO PAULO

De olho no crescimento da classe C, o grupo Multi anunciou ontem a compra da Bit Company, sua quarta aquisição em 2010 e terceira no segmento de ensino profissionalizante e de informática. A Bit Company tem mais de cem mil alunos e oferece mais de 60 cursos de qualificação profissional nas áreas de administração, informática e técnica. Seu faturamento em 2009 foi de cerca de R$ 50 milhões.

O valor isolado da operação não foi divulgado. Segundo Charles Martins, presidente do Conselho de Administração do grupo, o Multi já gastou entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões em aquisições neste ano.

No primeiro semestre, o grupo já havia assumido a liderança no segmento profissionalizante ao comprar as redes SOS Educação Profissional e Microlins. Desde 2008, é dono da People. O Multi é líder desde 2007 também no ensino de idiomas, com as marcas Wizard, Alps, Skill e Quatrum, adquirida há apenas três semanas.

Segundo Martins, a empresa expandiu os investimentos na educação profissionalizante de olho no crescimento da classe C. Até o fim do ano, no entanto, é pouco provável que novas aquisições sejam anunciadas. “Já compramos todas as marcas de renome. A classe C vai precisar se profissionalizar cada vez mais. Queremos estar bem posicionados.” De acordo com Martins, as redes de ensino profissionalizante também são meios para oferecer curso de inglês para pessoas de baixa renda.

Sua expectativa é que a proporção dos que estudam idioma nessas redes cresça do atual patamar de 5% para 30% em até três anos. “Adaptamos o material para que ele fique mais acessível a esse público, de menor qualificação. Os preços variam de R$ 100 a R$ 150 por mês, ante R$ 200 a R$ 250 nas redes de idiomas.”

Com a compra da Bit Company, o número de alunos do Multi no segmento de educação profissionalizante supera 600 mil, se aproximando do total atendido nas redes de idiomas (mais de 650 mil). O grupo tem mais de 3.000 unidades no país e está focado no crescimento orgânico no interior, afirma Martins.

O Multi possui ainda 50 escolas de inglês na América Latina, EUA, Europa e Ásia e iniciará operação em Angola. O grupo já cresceu 65% neste ano com aquisições e expansão orgânica. Deve ter receita de R$ 1,7 bi em 2010.

Grupo Multi, dono das franquias Wizard e Microlins, compra Bit Company

Com a aquisição, empresa tem 3.100 escolas abertas

Da redação PEGN

O Grupo Multi, dono das redes de franquias Wizard, Skill, Microlins, SOS Computadores, ALPS, People Computação e Quatrum English Schools, anunciou a compra de mais uma franquia, a da rede de ensino profissionalizante Bit Company. Com 128 unidades franqueadas no país e quatro no exterior, a empresa possui um faturamento de R$ 50 milhões.

Essa é a quarta aquisição do Grupo Multi neste ano. No começo de agosto, a empresa comprou a Quatrum English Schools, com 20 escolas de idiomas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Antes, adquiriu a rede de ensino profissionalizante Microlins e a SOS Computadores.

Com a aquisição, o grupo detém quatro redes no setor de ensino profissionalizante – Microlins, SOS Computadores, People Computação e Bit Company -, totalizando 1.400 unidades franqueadas e 600 mil alunos. No setor de idiomas, o grupo detém outras quatro franquias – Wizard, Skill, ALPS e Quatrum English Schools -, com 1.700 escolas abertas e 650 mil alunos.

Rede de franquias de capacitação profissional espera expandir sua atuação em Minas Gerais

A Prepara Cursos pretende abrir mais 13 franquias no estado até o final do ano

Por Rafael Farias Teixeira para PEGN

Divulgação

A franquia registrou um crescimento de 180% em 2009, com um faturamento de R$ 55 milhões

A rede de franquias de capacitação profissional Prepara Cursos sempre concentrou suas operações em Minas Gerais e o seu projeto é aumentar a participação no estado com a abertura de 13 novas unidades até o final de 2010. Para tanto, a rede marca presença pela primeira vez no evento Feira do Empreendedor, que acontece no Expominas, em Belo Horizonte, de 31 de agosto a 5 de setembro.

Em operação há apenas seis anos, a franquia registrou um crescimento de 180% em 2009, com um faturamento de R$ 55 milhões. Atualmente a marca contabiliza 400 unidades franqueadas, mas a estimativa é chegar às 500 até o final do ano.

“Crescemos de modo exponencial em todo o Brasil, porém Minas Gerais dispõe de uma grande demanda reprimida devido à carência de mão de obra qualificada”, explica o master franqueado Maurício Crivelin Zanatta, responsável pela operação no estado. “Minas Gerais ainda possui praças disponíveis para montar uma franquia. Atualmente são mais de 18 com potencial para receber uma unidade da Prepara”.

Quanto custa ter uma franquia da Prepara Cursos

Investimento inicial De R$ 35 mil a R$ 150 mil (inclui capital de giro, taxa de franquia, equipamentos e instalações)
Capital de giro De R$ 5 mil a R$ 25 mil
Prazo médio de retorno De 15 a 24 meses
Taxa de royalties R$ 100 por equipamento instalado
Taxa de franquia De R$ 5 mil a R$ 50 mil
Número mínimo de funcionários 5
Faturamento médio mensal R$ 25 mil
Prazo de contrato 5 anos
Informações sobre franquias www.prepara.com.br
expansao@prepara.com.br
(17) 3214-8699

Grupo Multi adquire Yazigi: notícia ou fofoca?

Acabo de saber por contatos profissionais que dentre as recentes aquisições na área de ensino de idiomas e profissionalizante, o Grupo Multi também adquiriu o Yazigi, um dos franqueadores mais tradicionais do mercado brasileiro.

Estou investigando para conseguir uma confirmação oficial.

Grupo Multi adquire a Quatrum English Schools

O grupo Multi – controlador das marcas de ensino de idiomas Wizard (a maior do mundo, com cerca de 1200 unidades), Skill e Alps, além das redes de ensino profissionalizante e de informática Microlins, People e SOS – anuncia hoje a aquisição da Quatrum English Schools, rede que atua na região Sul do Brasil e tem foco no ensino de idiomas para crianças e jovens, com cerca de 20 escolas nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

A aquisição da Quatrum é a terceira do Grupo Multi em 2010, sendo a primeira no setor de idiomas. No mês de janeiro, o Grupo adquiriu a SOS Educação Profissional, voltada ao ensino técnico e profissionalizante, e no mês de junho comprou a Microlins, que atua no mesmo mercado. No total, o grupo passa a ter cerca de 2.800 escolas franqueadas no país e mais de 1 milhão de alunos, entre o ensino de idiomas e as redes profissionalizantes.

Com a nova aquisição, o Grupo Multi pretende reforçar sua atuação no segmento jovem e infantil, que hoje representa cerca de 35% do público que frequenta suas escolas de idiomas. “Quatrum fortalece ainda mais o portfólio do grupo, que conta com marcas líderes nos segmentos de ensino de idiomas e profissionalizante”, afirma Charles Martins, presidente do conselho de Administração do grupo.

Sobre o grupo Multi

O grupo Multi é uma multinacional brasileira, líder mundial no mercado de ensino de idiomas, informática e profissionalizante com cerca de 3 mil escolas no Brasil, Estados Unidos, Japão, Europa e América Latina. O grupo é detentor das marcas Wizard, Skill, Alps, People, SOS e Microlins e gera 20 mil empregos em todo País.

Fundada em 1987, a empresa oferece serviços de implantação das escolas, material didático altamente qualificado e treinamentos específicos para os departamentos Pedagógicos, de Marketing, Administrativo e Comercial. Com isso, mantém a padronização dos trabalhos em todas as unidades, no Brasil e exterior.

Fonte: Tormo

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