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Posts Etiquetados ‘Financiamento’

Agência de SP lança linha de crédito para franquias

A meta para 2011 é atingir um valor de desembolso de R$ 750 milhões desde que a agência foi criada

Beth Matias/ASN

São Paulo – A Agência de Fomento Paulista/Nossa Caixa Desenvolvimento acaba de lançar uma linha de financiamento especial para o setor de franchising. A meta para 2011 é atingir um valor de desembolso de R$ 750 milhões desde que a agência foi criada. A linha especial para franquias está dentro destes valores. Nos últimos dois anos, foram desembolsados R$ 300 milhões.

A nova linha deverá atender aos negócios no modelo de franquia como modernização, ampliação e projetos de desenvolvimento da primeira franquia, a uma taxa de juros de 8% ao ano (+IPC/Fipe) e prazos que vão até 60 meses, com 12 meses de carência e financiamento de 70% do projeto. “Vamos também atender aos franqueadores que querem ampliar o seu negócio e também o empreendedor que precisa de crédito para abrir uma franquia”, diz o presidente da agência, Milton Luiz de Melo Santos.

Segundo a Associação Brasileira de Franquias (ABF), o faturamento do setor em 2010 foi de R$ 75,9 bilhões com geração de 777 mil empregos diretos.

A Agência de Fomento Paulista atua como um banco de desenvolvimento e tem como objetivo financiar investimentos de pequenas e médias empresas com faturamento anual entre R$ 240 mil e R$ 100 milhões. Como não possui agências, a instituição opera por meio de parcerias com 50 entidades empresariais, por onde seus associados podem iniciar o processo de tomada de crédito.

Sebrae

Para saber mais sobre como ser um franqueador e um franqueado, visite o site da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae e veja como se preparar e acertar na escolha da franquia.

Franquia tem taxa de mortalidade menor e acesso a crédito mais fácil

Donaldson Gomes l A TARDE

Enquanto não surge uma ideia brilhante para a criação de um novo negócio, que tal investir em um modelo que já foi testado e aprovado antes? As vantagens na opção por uma franquia vão além da redução na taxa de mortalidade média de 17% para 4%, de acordo com a pesquisa Fatores condicionantes e taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas, do Sebrae Com risco menor, o acesso ao crédito é mais ágil e fácil.

Algumas das principais instituições financeiras do País, como Banco do Brasil, Bradesco, Banco do Nordeste e Caixa Econômica, chegam a oferecer linhas pré-aprovadas a quem pretende investir em determinadas marcas ou para clientes antigos. Nas modalidades operadas com recursos do BNDES, o empreendedor  conta com taxas de juros a partir de 5% ao ano.

“Nós temos nos estruturado para atender micro, pequenas e até médias empresas como franquias”, afirma o superintendente do Banco do Nordeste na Bahia, Nilo Meira Filho. As taxas são as mesmas para outras empresas de mesmo porte, mas a liberação dos recursos é facilitada. “A franquia vem com um pacote de gestão operacional que mitiga bastante o risco do negócio”, admite o gestor.

Com recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste, o banco oferece aos empreendedores taxas a partir de 5,06% para investimentos realizados na região do semiárido. O investidor conta com um prazo máximo de financiamento de 12 anos, com uma carência de até 4 anos.

Mas o negócio não interessa apenas às instituições públicas. Com linhas de financiamento próprias e pelo BNDES, bancos como o Bradesco chegam com  bastante força ao mercado. “Nossa área de crédito passou a entender melhor a dinâmica das franquias, e isso dá maior fluidez ao processo”, explica o diretor de comercialização de produtos e serviços do Bradesco, José Ramos Rocha Neto.

Além das condições de crédito, o banco tenta conquistar o desejado nicho de mercado com características como facilidade de acesso. “Não posso revelar os números, mas adianto que temos o maior percentual de repasse nos recursos do BNDES”, afirma.

A falta de capital de giro é apontada como o principal motivo para o fechamento de 21% das micro e pequenas empresas extintas na Bahia, de acordo com a pesquisa sobre a mortalidade, feita pelo Instituto Vox Populi. Perde apenas para a falta de clientes, responsável por 32% dos casos de falência.

BNB vai financiar franquia de hotéis

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Ainda não há definição quanto à instalação de hotéis Formule 1 no Ceará, mas já existem investidores interessados em trazer a franquia para o Estado, focados na expansão do Nordeste
FOTO: THIAGO GASPAR

24/11/2010

Financiamento dos empreendimentos econômicos será realizado por intermédio do Banco do Nordeste

O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) vai financiar a venda de franquias de hotéis da Rede Accor, líder mundial no segmento. De olho no crescimento do País e no potencial das classes B e C, a Accor vai ampliar consideravelmente suas operações no Brasil nos próximos dois anos com a construção de mais 100 hotéis da marca Formule 1. Cada estabelecimento terá um custo estimado em R$ 5 milhões, valor que contempla a marca e a construção do projeto, que pode ter entre 60 e 100 quartos.

A Formule 1 é uma rede de pequeno e médio portes cujos empreendimentos deverão ser instalados em cidades entre 100 mil e 500 mil habitantes. Para atingir a ambiciosa marca, a Accor está buscando 20 grupos de investidores interessados em adquirir franquias dos hotéis. Cada grupo ficará responsável por cinco estabelecimentos Formule 1. No acordo, os investidores entram com o terreno, que passa pela avaliação da Accor, sendo levados em consideração itens como o tamanho da cidade onde será instalado, a relevância do centro urbano para o entorno, a população e o fluxo do turismo de negócios.

Ceará é visado

Ainda não há definição sobre a instalação de hotéis Formule 1 no Estado, já que está na dependência dos investidores que vão adquirir a marca. Mais de 150 pessoas no País se mostraram interessadas no modelo de negócio proposto pela Accor, e conforme antecipou sua assessoria de imprensa, muitos estão interessados em encravar os projetos no Nordeste, onde o Ceará é um dos mais visados.

A previsão é de que a assinatura dos contratos de aquisição das franquias da Rede Accor ocorra até o fim do mês de dezembro, e que os primeiros estabelecimentos sejam inaugurados no início de 2012. Cada obra deverá ser concretizada em apenas oito meses, devido ao menor porte dos hotéis.

Mais do que eventos sazonais como a Copa do Mundo ou as Olimpíadas, a Accor está focando as cidades de pequeno e médio porte, as quais ainda carecem de empreendimentos hoteleiros de peso e a preços mais acessíveis. Os da rede Formule 1, por exemplo, têm diárias entre R$ 70 e R$ 80.

A meta da Accor é chegar ao ano de 2015 com aproximadamente 300 hotéis sob sua operação. Os detalhes dos investimentos da Accor para os próximos anos e o modelo de negócios que está sendo lançado serão divulgados em almoço com a imprensa amanhã.

Investimento

5 mi de reais é o valor de cada franquia da rede Formule 1, valor que contempla a marca e a construção do projeto

HSBC começa a financiar capital inicial de franquias

O HSBC fechou parceria com os franqueadores das redes Bob’s, 5àSec, Subway e a escola de idiomas Wizard para financiar futuros franqueados das marcas no Brasil. A ideia é prover até 60% do capital de giro inicial, necessário para a abertura de um novo negócio, num segmento da economia que movimenta R$ 63 bilhões ao ano e em que a taxa de mortalidade das pequenas e médias empresas é inferior à média nacional. Num segundo momento, a proposta é agregar aos lojistas o serviço de credenciamento para captura de transações com cartões de débito e crédito, além da antecipação de recebíveis.

O projeto reforça o conceito de cadeia produtiva que o grupo inglês quer imprimir no mercado local, atendendo às diversas etapas de fornecimento até chegar à indústria. “A gente consegue ter a visão do cliente no nascimento do negócio. Ao atingir a pequena e média empresa, o banco atende também o franqueador, as suas necessidades de expansão”, diz o diretor do HSBC Daniel Zabloski.

Com a oferta, o banco trouxe cinco novos contratos de crédito para recém-criada área de franquias e a ideia é chegar a 100 num curto intervalo de tempo. Os financiamentos têm prazo de até 42 meses, com carência de seis para o pagamento do principal, com desembolso só de juros no período intermediário. As taxas são inferiores a 2% ao mês. A lógica por trás da proposta é que, no conjunto, os lojistas ligados a um determinando franqueador conseguem ter condições mais favoráveis no pacote de serviços bancários do que teriam se batessem à porta de uma agência bancária sozinhos.

Para chegar a essas condições, o banco se vale da análise prévia feita pelo franqueador, que é quem indica o banco para a futura franquia e já fez um estudo de viabilidade econômica daquele negócio. De antemão, a instituição já tem uma estimativa de custos e do prazo de retorno do investimento. “Na verdade, o primeiro filtro já foi feito. A avaliação de crédito passa a dispor dos custos da obra, do número de funcionários por loja”, exemplifica o superintendente Denny Maier Bines.

A ideia é, mais à frente, ampliar o projeto para outros franqueadores, após o banco ter um diagnóstico desses primeiros passos. “Num curto espaço de tempo não dá para avaliar a qualidade da carteira de crédito”, afirma Zabloski.

A área de franquias está debaixo do HSBC Empresas, diretoria recém-assumida por Marcelo Aleixo (ex-Santander) e que se alinha à nova estratégia mundial do grupo de adaptar produtos e serviços do segmento corporate ao nicho de pequenas e médias empresas – no Brasil, de companhias com faturamento de até R$ 30 milhões. As informações são do portal Sua Franquia.

(Redação – Agência IN)

BNDES aumenta crédito para negócios de menor porte

Participação de micro, pequenas e médias empresas sobe de 17,5% para 36,2% do total de desembolsos do banco

Vanessa Brito – Agência SEBRAE

Brasília -  A participação das micro, pequenas e médias empresas nos financiamentos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aumentou neste ano, chegando no primeiro semestre a 36,2% do volume de crédito liberado pela instituição. No primeiro semestre de 2009, a fatia desse segmento havia sido de 17,5%.

“Esse forte crescimento, em grande medida, tem a ver com o Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que tem sido aproveitado por pequenas e médias empresas e aponta para um aumento da comercialização de máquinas e equipamentos no Brasil”, afirmou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, na entrevista em que divulgou os números, na manhã desta quarta-feira (11), no Rio de Janeiro. “O BNDES tem contribuído para desconcentrar o investimento da economia brasileira, abrindo espaço para a expansão do investimento das micro, pequenas e médias empresas”, ressaltou.

Diferenças

O  conceito adotado pelo BNDES para caracterizar a pequena e a microempresas, no entanto, é diferente da definição constante na Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Na legislação, microempresa possui receita bruta anual até R$ 240 mil, e pequena empresa, entre R$ 240 mil e R$ 2,4 milhões. Para o BNDES, microempresas são aquelas com receita operacional bruta anual até R$ 2,4 milhões, e as pequenas empresas faturam de R$ 2,4 milhões a R$ 16 milhões por ano.

“A microempresa, na definição do BNDES, equivale ao segmento composto por micro e pequenas empresas na definição da Lei Geral. O Sebrae adota o mesmo conceito da legislação”, esclarece André Dantas, analista de acesso a serviços financeiros do Sebrae.

Crescimento

Apesar dessas diferenças, os dados indicam que o crédito do BNDES às MPE está de fato aumentando, mesmo tomando como base a definição da Lei Geral. Considerando o Boletim de Desempenho Mensal do BNDES, atualizado até julho deste ano, o volume de crédito para as micro e pequenas empresas (no conceito usado pelo banco) cresceu 91% em valores desembolsados e 132%, em número de operações, no período de agosto /2009 a julho/2010.

“Em termos de desembolso e número de operações, os elevados crescimentos percentuais, nos sete primeiros meses deste ano, apontam aumento do acesso a crédito do BNDES por micro e pequenas empresas”, ressalta Dantas.

De acordo com as informações divulgadas pelo banco, entre janeiro e julho deste ano foram desembolsados R$ 72,655 bilhões em crédito, dos quais 18% foram para micro e pequenas empresas (no conceito adotado pelo BNDES), 11% para médias, 7% para pessoas físicas e 64% para as grandes empresas.

“Seria importante se conseguíssemos identificar qual é a representatividade do segmento de microempresa nesse crescimento de concessão de crédito pelo BNDES”, acrescenta Dantas.

Cartão BNDES

Atualmente uma das boas opções para acesso a crédito na instituição é o cartão BNDES, que pode ser obtido nos bancos conveniados (Banco do Brasil, Caixa, Banrisul e Bradesco). “O processo de solicitação é mais simplificado e permite utilização imediata”, sugere o analista do Sebrae aos empresários de pequeno porte.

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