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	<title>Franchising no Brasil</title>
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	<description>Um espaço para reflexões sobre o mundo das franquias</description>
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		<title>Franchising no Brasil</title>
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		<title>Abrir uma franquia ficou 82% mais caro em três anos</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 20:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Claro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias sobre franquias]]></category>
		<category><![CDATA[Franquia]]></category>
		<category><![CDATA[Franquias]]></category>

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		<description><![CDATA[O custo médio para a instalação passou de 114 mil reais em 2008 para 208 mil reais em 2011; se considerar aluguel e taxa de franquia, o valor pode até dobrar Débora Álvares, de Divulgação São Paulo &#8211; Dizer que as franquias são um mercado em expansão no Brasil já se tornou um clichê. Em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=969&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O custo médio para a instalação passou de 114 mil reais em 2008 para 208 mil reais em 2011; se considerar aluguel e taxa de franquia, o valor pode até dobrar</h2>
<div>
<div>Débora Álvares, de <img src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/sources/1/content_assinatura-examecom.png?1297174672" alt="" /></div>
</div>
<div>
<p>Divulgação</p>
<p><img class="aligncenter" title="Rei do Mate" src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/16425/size_590_rei-do-mate.jpg?1287428459" alt="Rei do Mate" /></p>
</div>
<p>São Paulo &#8211; Dizer que as <strong>franquias</strong> são um mercado em expansão no Brasil já se tornou um clichê. Em 2011, o crescimento ficou na casa dos 15%. Foram mais 17,6 mil novas unidades, com geração de 275.298 empregos diretos e um faturamento de 86 bilhões de reais. A Associação Brasileira de Franchising (ABF) projeta um aumento de 15% para este ano.</p>
<p>O que nem todo mundo sabe é que essa prosperidade não se reflete em preços mais acessíveis. Pelo contrário, os gastos para abrir uma franquia estão em vertiginosa aceleração. De acordo com dados da consultoria Rizzo Franchise, nos últimos quatro anos, esses gastos praticamente dobraram <em>(confira o gráfico da</em> <em>Rizzo Franchise</em><em> abaixo)</em>.</p>
<p>Segundo as informações, o custo médio de instalação de uma franquia aumentou 33% de 2010 para 2011. O consultor Marcus Rizzo explica que a média considera obras, equipamentos e insumos básicos, mas deixa de fora gastos como o <strong>aluguel</strong> do ponto, as luvas e a taxa de franquia. “Se levarmos em consideração todos esses fatores, o custo pode até dobrar, em alguns casos”, diz.</p>
<p>O levantamento mostra que o setor mais caro para se investir em franquias hoje é <strong>hotelaria</strong> e turismo, com uma média de gastos de quase 1,5 milhão de reais. Para quem quer gastar pouco, a dica é investir em negócios relacionados à área financeira, cujos gastos considerados pela pesquisa vão pouco além dos 50 mil reais.</p>
<p><img class="aligncenter" title="gráfico" src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/48582/size_590_a.jpg" alt="gráfico" width="460" height="272" /></p>
<div>
<p> O empreendedor André Barcellos Maia, sente na pele as mudanças na economia e a evolução do preço. Dono de nove lojas do Rei do Mate no Rio de Janeiro, com previsão de abrir outras três ainda este ano, ele investiu entre 30 mil e 40 mil reais com obra, equipamentos e taxa de franquia do primeiro estabelecimento, aberto em 1998. Na última, inaugurada há 2 meses, o custo total foi de 230 mil reais – 500% a mais.</p>
<p><strong>Influências </strong><br />
O consultor especializada em franquias Marcelo Cherto destaca que o aquecimento da economia e da demanda sem o aumento da oferta e da infraestrutura é o principal fator que influencia o aumento nos custos de instalação de uma franquia. Segundo ele, a subida dos preços foi influenciada pelos acréscimos nos valores dos aluguéis, luvas, condomínio e taxas de shoppings. “Aluguéis aumentaram 100% nos últimos 12 meses”, diz. O IGPM, índice sobre o qual são calculados os reajustes de preços de aluguel, teve um acúmulo de 5,17% no ano passado.</p>
<p>Segundo ele, a subida nos preços se deve, ainda, à conhecida lei da oferta e da procura. “Temos 100 shoppings em construção no país. Quando forem inaugurados, já serão suficientes para a procura que temos hoje. É diferente comparar com os Estados Unidos que tem mais de 60 mil shoppings. Aqui, não chega a 600&#8243;, ressalta.</p>
<p>Para driblar as dificuldades impostas pela elevação dos gastos, o empresário André Maia confessa que tem ajuda de contatos para conseguir novos pontos comerciais. “Tenho alguns corretores que oferecem oportunidades. Ao longo do tempo, fizemos um bom canal de relacionamento com o mercado&#8221;, explica Maia.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://rclaro.files.wordpress.com/2012/01/size_590_b1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-974" title="size_590_b" src="http://rclaro.files.wordpress.com/2012/01/size_590_b1.jpg?w=600" alt=""   /></a></p>
<p>O professor do Núcleo de Varejo da ESPM, Denis Santini, destaca não apenas a elevação no valor dos pontos comerciais, mas também da mão de obra, de materiais de construção e das reformas. “Nos últimos 24 meses, houve um ganho expressivo, fora da curva”, diz.</p>
<p>Mais do que fatores físicos, Rizzo diz que é pequena a preocupação das franquias com o ganho de escala na instalação. “É preciso sempre baixar o investimento inicial. Para isso, vale melhorar o processo de construção, diminuindo o tempo, aumentando a produtividade e, consequentemente, reduzindo custos&#8221;, descreve.</p>
<p><strong>Futuro<br />
</strong>Santini acredita na estabilização do mercado a partir de uma tendência de migração para novos locais, algo que ocorreria naturalmente. “Quando não se consegue resultados em uma região, vai para outra. Talvez em 2013 já seja possível perceber essa mudança. O mercado vai se adequando”, ressalta.</p>
<p>Cherto não é tão otimista. “Tenho a impressão de que a economia vai continuar crescendo e, portanto, o apagão de mão de obra e de espaço comercial, vai continuar. No entanto, com a recessão mundial, o ritmo no aumento de custos, muito acelerado nos últimos 2 anos, deve diminuir&#8221;, conclui.</p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rclaro.wordpress.com/969/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rclaro.wordpress.com/969/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rclaro.wordpress.com/969/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rclaro.wordpress.com/969/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rclaro.wordpress.com/969/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rclaro.wordpress.com/969/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rclaro.wordpress.com/969/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rclaro.wordpress.com/969/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rclaro.wordpress.com/969/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rclaro.wordpress.com/969/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rclaro.wordpress.com/969/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rclaro.wordpress.com/969/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rclaro.wordpress.com/969/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rclaro.wordpress.com/969/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=969&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Grupo Ornatus, dono da Morana, agora vai de sushi</title>
		<link>http://rclaro.wordpress.com/2012/01/21/grupo-ornatus-dono-da-morana-agora-vai-de-sushi/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 19:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Claro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias sobre franquias]]></category>
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		<description><![CDATA[Rede aposta em comida japonesa com a marca Jin Jin Sushi; investimento na franquia é de 330 mil reais Débora Álvares, de Divulgação Nova franquia de comida japonesa: Jin Jin Sushi São Paulo - Especialista em comida asiática, a rede de franquias Jin Jin Wok, há 20 anos no mercado com 70 lojas espelhadas pelo país, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=966&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Rede aposta em comida japonesa com a marca Jin Jin Sushi; investimento na franquia é de 330 mil reais</h2>
<div>Débora Álvares, de <img src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/sources/1/content_assinatura-examecom.png?1297174672" alt="" /></div>
<div>
<div>
<p>Divulgação</p>
<p><img title="Jin Jin Sushi" src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/48513/size_590_Jin_Jin_Sushi.jpg?1326916787" alt="Jin Jin Sushi" /></p>
<p>Nova franquia de comida japonesa: Jin Jin Sushi</p>
</div>
<div>
<p>São Paulo - Especialista em comida asiática, a rede de franquias Jin Jin Wok, há 20 anos no mercado com 70 lojas espelhadas pelo país, resolveu investir em <strong>comida</strong> japonesa. O Shopping Santa Úrsula, em Ribeirão Preto, foi o escolhido para a primeira loja da Jin Jin Sushi,  dirigida pelo Grupo Ornatus – que está à frente de outras <strong>franquias</strong> como Morana e Balonè.</p>
<p>Apesar dessa loja ser um projeto piloto, já existem interessados em levar a novidade para a grande São Paulo, o interior do estado e, também, para o Sul do país. A expectativa é abrir outras oito unidades até o fim do ano.</p>
<p>O valor da franquia é de 330 mil reais, mas Hélio Alexandre e Edna Pontes, sócios da primeira unidade, gastaram cerca de 500 mil reais para montar o <strong>restaurante</strong>. A previsão da diretoria de negócios da rede é que o faturamento gire em torno dos 150 mil reais por mês.</p>
<p>Além de servir no esquema de self-service, o restaurante terá opções a la carte e também rodízio. O cardápio está dividido entre comida fria, que corresponde a 70% das opções, e quente.</p>
</div>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rclaro.wordpress.com/966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rclaro.wordpress.com/966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rclaro.wordpress.com/966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rclaro.wordpress.com/966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rclaro.wordpress.com/966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rclaro.wordpress.com/966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rclaro.wordpress.com/966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rclaro.wordpress.com/966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rclaro.wordpress.com/966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rclaro.wordpress.com/966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rclaro.wordpress.com/966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rclaro.wordpress.com/966/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rclaro.wordpress.com/966/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rclaro.wordpress.com/966/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=966&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Franquia para personal trainers cresceu 150% em 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 19:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Claro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias sobre franquias]]></category>
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		<description><![CDATA[Fonte: Portal Fator Brasil Já vai longe o tempo em que as pessoas praticavam atividades físicas apenas para ficar com um corpo “sarado”. Hoje, a prática de atividades físicas está ligada à saúde e à qualidade de vida de cada um, independente da idade, e pode ser feita em qualquer lugar, como parque, clubes, academias [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=963&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fonte: Portal Fator Brasil</em></p>
<p>Já vai longe o tempo em que as pessoas praticavam atividades físicas apenas para ficar com um corpo “sarado”. Hoje, a prática de atividades físicas está ligada à saúde e à qualidade de vida de cada um, independente da idade, e pode ser feita em qualquer lugar, como parque, clubes, academias ou até na própria residência. Porém, todas as pessoas têm, na prática, propósitos ou necessidades distintas, o que fomenta a procura por um serviço personalizado, exclusivo, que seja capaz de contribuir na busca pelo resultado.</p>
<p>Foi em linha com esse objetivo que surgiu a Test Trainer, franquia de personal trainers que saltou de 6 franqueados, em 2010, para 15 franqueados em 2011. “Um crescimento de 150%”, afirma Givanildo Matias, diretor da Test Trainer, fisiologista, professor de educação física e formado em gestão empresarial pela FGV.</p>
<p>Ele explica que o modelo de negócios da Test Trainer é simples, de baixo investimento e possibilita ao franqueado – professor de educação física – dispor de todas as ferramentas necessárias para obter êxito mercadológico. “Além disso, os franqueados da Test Trainer chegam a superar em até 20 vezes o valor que ganhavam em uma academia.”</p>
<p>Givanildo afirma que a Test Trainer também propicia aos personal trainers franqueados outros benefícios como: 150 horas de cursos e treinamentos, equipamentos para realizar avaliação física, materiais de comunicação, ferramentas de gestão, software de avaliação e prescrição, campanha de marketing, suporte em toda a operação do negócio e uso exclusivo da metodologia de trabalho Test Trainer.</p>
<p>“Além disso, o retorno do investimento do franqueado se dá em torno de 6 meses, o que vem se transformando num diferencial da marca”, ressalta ele.</p>
<p>Givanildo informa que hoje, os franqueados da Test Trainer Trainer estão no Rio de Janeiro, São Paulo, capital, e em São José dos Campos, cidade do interior paulista. E revela um audacioso plano de expansão para 2012. “Queremos chegar ao fim do ano, com o dobro de franqueados, buscando atingir a maioria dos estados brasileiros”, finaliza.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rclaro.wordpress.com/963/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rclaro.wordpress.com/963/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rclaro.wordpress.com/963/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rclaro.wordpress.com/963/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rclaro.wordpress.com/963/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rclaro.wordpress.com/963/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rclaro.wordpress.com/963/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rclaro.wordpress.com/963/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rclaro.wordpress.com/963/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rclaro.wordpress.com/963/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rclaro.wordpress.com/963/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rclaro.wordpress.com/963/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rclaro.wordpress.com/963/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rclaro.wordpress.com/963/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=963&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Setor de franquias estima crescer até 15% em 2012</title>
		<link>http://rclaro.wordpress.com/2012/01/16/setor-de-franquias-estima-crescer-ate-15-em-2012/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 18:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Claro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[ABF]]></category>
		<category><![CDATA[Franquia]]></category>
		<category><![CDATA[Franquias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Associação Brasileira de Franchising (ABF) afirma que o crescimento das classes C e D abriu espaço para o surgimento de um novo modelo de negócio: as microfranquias Foto: Shutterstock/Especial para Terra Um ano tão promissor como foi 2011. É nisso que aposta o setor de franquias para os próximos 12 meses. De acordo com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=959&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a name="article"></a></p>
<div id="article">
<div><img title="A Associação Brasileira de Franchising (ABF) afirma que o crescimento das classes C e D abriu espaço para o surgimento de um novo modelo de negócio: .... Foto: Shutterstock/Especial para Terra" src="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/619/464/img.terra.com.br/i/2012/01/09/2171965-5480-rec.jpg" alt="A Associação Brasileira de Franchising (ABF) afirma que o crescimento das classes C e D abriu espaço para o surgimento de um novo modelo de negócio: .... Foto: Shutterstock/Especial para Terra" width="619" height="464" />A Associação Brasileira de Franchising (ABF) afirma que o crescimento das classes C e D abriu espaço para o surgimento de um novo modelo de negócio: as microfranquias<br />
<em>Foto: Shutterstock/Especial para Terra</em></p>
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<div id="SearchKey_Text1">Um ano tão promissor como foi 2011. É nisso que aposta o setor de franquias para os próximos 12 meses. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), a estimativa é que o mercado pode crescer até 15% em 2012. &#8220;Já para os próximos anos, estamos contando com o que chamamos de otimismo responsável. Esperamos crescer, mas estamos de olho no que vai acontecer na economia brasileira&#8221;, diz a vice-presidente da ABF, Cristina Franco.</p>
<p>A expectativa de manter o setor crescendo acima dos 10% este ano se apoia nos estudos iniciais do balanço de 2011, que será fechado em março. A ABF calcula que o franchising faturou R$ 86 bilhões no ano passado e que o aumento no número de marcas e de unidades atingirá os 10%.</p>
<p>Para 2012, a expectativa em relação à expansão das redes e unidades também é boa. A associação projeta um crescimento de 8% em número de marcas e de 10% no de unidades, franqueadas ou próprias.</p>
<p>De acordo com a diretora da ABF, não há como destacar um segmento do franchising em particular como responsável pelas boas expectativas. Para ela, os números são resultado da evolução do setor como um todo. &#8220;Para crescer dois dígitos por seis anos seguidos, foi necessária a contribuição de todos os segmentos do franchising. Em resumo, todas as áreas estão crescendo&#8221;, comenta.</p>
<p>Para Cristina, o franchising vem fazendo sucesso devido à estrutura e à maturidade que mostrou nos últimos anos. &#8220;Sem dúvidas, nós já atingimos a maturidade no mercado nacional. Instalamos no Brasil as melhores práticas que o sistema pode oferecer. Treinamento, fundo de marketing, contratos claros e suporte operacional&#8221;, diz ela.</p>
<p>A vice-presidente comenta ainda que os altos aluguéis comerciais e as pesadas taxas tributárias são alguns dos fatores que impedem uma evolução ainda maior do franchising no País. &#8220;Esses dois fatores precisam ser repensados para que a economia possa se movimentar e para que mais postos e pontos de venda sejam estabelecidos através do sistema de franchising&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>Microfranquias</strong><br />
Desde 2009, o setor vem consolidando mais um formato de franquia: as microfranquias. O conceito define as redes que têm como custo total de implantação até R$ 50 mil. Segundo Cristina, as microfranquias entraram no mercado acompanhando o crescimento das classes C e D, que emergiram graças a boa situação econômica do País. &#8220;Elas são opções de empreendimentos formais destinados à nova classe média. Hoje, é possível pensar em negócios para empresários com poder aquisitivo menor&#8221;, explica.</p>
<p>As microfranquias representam 14% do total das marcas de franquias no Brasil, com 260 redes e 12 mil unidades &#8211; próprias e franqueadas. De acordo com a ABF, a estimativa é que este mercado crescerá cerca de 20% em 2012. Na média entre os dois modelos, o setor projeta crescer 15% este ano.</p>
<p><em>Cross Content<br />
Especial para o Terra</em></div>
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			<media:title type="html">A Associação Brasileira de Franchising (ABF) afirma que o crescimento das classes C e D abriu espaço para o surgimento de um novo modelo de negócio: .... Foto: Shutterstock/Especial para Terra</media:title>
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		<title>Franchising em alerta: banalização pode comprometer a credibilidade do sistema</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Claro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Franquia]]></category>
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		<description><![CDATA[Melitha Novoa Prado para Empreendedor Atuo no franchising brasileiro como consultora há mais de duas décadas. Afirmo categoricamente que franquias são, normalmente, um ótimo negócio. Porém, há pessoas e empresas que estão colocando em risco a credibilidade deste sistema. Vou explicar. Há muitas franqueadoras que trabalham com ética, profissionalismo e seriedade. Elas oferecem a seus [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=952&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address>Melitha Novoa Prado para Empreendedor</address>
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<p>Atuo no franchising brasileiro como consultora há mais de duas décadas. Afirmo categoricamente que franquias são, normalmente, um ótimo negócio. Porém, há pessoas e empresas que estão colocando em risco a credibilidade deste sistema. Vou explicar.</p>
<p>Há muitas franqueadoras que trabalham com ética, profissionalismo e seriedade. Elas oferecem a seus franqueados uma estrutura que os ajudará a ter sucesso em suas unidades e, mais do que isso, alcançar o retorno do investimento que fizeram. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o índice de mortalidade das franquias é de menos de 1% ao ano, o que faz o negócio ser ainda mais atrativo. Este dado somado ao apoio técnico e administrativo de uma boa franqueadora &#8211; além do direito de uso de uma marca já consolidada no mercado – impulsionam empreendedores para alcançar realização pessoal e profissional.</p>
<p>Por ser um excelente negócio, especialmente para quem não tem experiência empresarial no setor que pretende investir, as franquias vêm crescendo muito no Brasil a cada ano. Hoje já são mais de 1700 empresas franqueadoras no país. O problema é que junto com esse crescimento assistimos a banalização do sistema &#8211; um risco tanto para franqueadores sérios como para franqueados de boa-fé, interessados em ter um negócio próprio sólido e rentável.</p>
<p>A todo instante, ouvimos empresas que se consideram ‘franqueadoras’ afirmarem que seus negócios são “100% garantidos” e isentos de risco. Outras vêm propondo até consórcio para aquisição de uma franquia. Normalmente, com ofertas fantasiosas, tais empresas querem apenas garantir um aumento em seu próprio faturamento.</p>
<p>Porém, ainda há muitas pessoas que, motivadas pelo sonho de ter um negócio próprio, acreditam nestas promessas. Perdem dinheiro e se desiludem com o mercado de franquias. Vale ressaltar que as franqueadoras sérias também perdem com esta situação: o trabalho antiético de alguns resvala na reputação de quem trabalha com honestidade.</p>
<p>A ABF tem se preocupado muito com esse problema, já que um de seus papéis principais é defender o setor. Uma das provas disto é a atuação da Comissão de Ética, composta por franqueadores, franqueados, advogados e consultores que, periodicamente, avaliam práticas que fogem da Lei de Franquias. No entanto, a rapidez com que ofertas ‘nebulosas’ se disseminam, especialmente por meio da Internet, permite que empresas mal-intencionadas provoquem enganos, falsas ilusões e, pior ainda, erros irreparáveis.</p>
<p>Atenção, futuro franqueado: antes de investir numa franquia, faça uma pesquisa sobre o tipo de negócio que lhe interessou, o potencial de mercado, o sucesso alcançado pela marca e principalmente, a idoneidade da empresa. Também é interessante conversar com outros franqueados da rede, buscando saber o nível de satisfação em relação ao franqueador. Com informação será possível não só fazer uma boa escolha, mas, principalmente, vencer aqueles que podem afetar o franchising brasileiro. E vale tudo para mantê-lo forte e saudável.</p>
<p><strong>Melitha Novoa Prado</strong> <em>é consultora jurídica e estratégica especializada em redes de franquia, varejo e cadeias de negócios. Autora do livro Franchising: na Alegria e na Tristeza.</em></p>
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		<title>Laws of the Business of Buying and Selling</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Claro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Source: www.smallbusinessadvocate.com According to a survey conducted by the Kauffman Center for Entrepreneurial Leadership, one in 12 Americans are actively thinking of starting a small business. If you are one of the &#8220;one-in-twelve,&#8221; good for you. It&#8217;s an exciting process to envision your new business and then set about creating it. But wait! Maybe someone [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=946&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address>Source: www.smallbusinessadvocate.com</address>
<p>Accord<a href="http://rclaro.files.wordpress.com/2012/01/jim-blasingame-medium1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-948" style="margin:5px;" title="jim-blasingame-medium" src="http://rclaro.files.wordpress.com/2012/01/jim-blasingame-medium1.jpg?w=600" alt=""   /></a>ing to a survey conducted by the Kauffman Center for Entrepreneurial Leadership, one in 12 Americans are actively thinking of starting a small business. If you are one of the &#8220;one-in-twelve,&#8221; good for you. It&#8217;s an exciting process to envision your new business and then set about creating it.</p>
<p>But wait! Maybe someone has already created it? After all, when you need a new suit you don&#8217;t build a suit factory do you? If you want your own business, why not see what you can get &#8220;off the rack&#8221;?</p>
<p>But before you jump into the deep end of the ownership pool, let&#8217;s look at some things you need to know. I&#8217;m going to call on a friend of mine, Russell Brown, to help. In his book, <em>Strategies For Successfully Buying Or Selling A Business</em>, Russ lists what he calls the &#8220;Laws Of The Business Buying and Selling Jungle.&#8221; Here are the first seven of Russ&#8217;s fifteen Laws, followed by my thoughts on each.</p>
<p><strong>Lawyers Are Deal Killers</strong><br />
I&#8217;m not going to go as far as Dick, the butcher, in Shakespeare&#8217;s <em>King Henry VI</em>, who said, &#8220;First thing we do is kill all the lawyers.&#8221; Truth is you&#8217;re going to need a lawyer to put your business acquisition together.</p>
<p>But if you, or the other party, introduce the lawyers into the negotiation process too soon, the chance of having a deal that won&#8217;t get done is greatly increased.</p>
<p>Notice that I said, &#8220;introduced into the negotiation.&#8221; My rule of thumb is tell your attorney the minute you begin thinking about buying a business, keep him or her up-to-date on every step taken and all progress made, enlist and employ the legal advice and documentation they provide, but don&#8217;t let them near the negotiation process until virtually the very end. And never let them negotiate with the other party on your behalf.</p>
<p>Lawyers are like medication: They can save your life, but can also be detrimental when improperly administered.</p>
<p><strong><em>Caveat Businessus Emptor</em></strong><br />
In the securities industry full disclosure is the operating standard. But in the greater marketplace,<em> caveat emptor</em> &#8212; let the buyer beware &#8212; is the fair warning standard for all participants. And nowhere is this standard more in evidence than when buying a business.</p>
<p>If a seller commits fraud at a buyer&#8217;s expense, legal redress may be available. But unhappy buyers are born more from improper business buying practices than from malfeasance by a seller. Ignorance, impetuousness, and/or stupidity by the buyer are not actionable.</p>
<p>Forewarned is forearmed. Let the buyer beware.</p>
<p><strong>A Business Is Worth What Someone Will Pay</strong><br />
There are no foolproof methods of valuing anything for sale in the marketplace, let alone something as complicated as a business. Nevertheless, there are many acceptable formulas and methods that are used to divine the value of a business.</p>
<p>Some methods are quick and easy, and some are long and sophisticated. But for every calculation that delivers a value perspective there are any number of reasons why a buyer will buy that aren&#8217;t directly tied to the numbers.</p>
<p>If you&#8217;re looking at a business to buy, it&#8217;s understandable that you will attribute some value to how this business fits your professional plans. Perhaps you&#8217;ll even pay an extra couple of bucks for the business because it fits your idiom. But before you let your ego write a check your ability can&#8217;t cash, be sure to consider Russ Brown&#8217;s next Business Buying Law Of The Jungle.</p>
<p><strong>You&#8217;re Buying a Stream of Earnings</strong><br />
With a few exceptions, like buying a business, or its assets, for a strategic purpose, your interest in buying a business should be based on its ability to generate earnings &#8212; net profits. If the business you&#8217;re thinking about buying isn&#8217;t creating earnings at a level that provides an acceptable return on investment, and if you aren&#8217;t sure you know how to make that happen in spite of past history, don&#8217;t buy the business.</p>
<p>Just as many a bride has wrongly believed she could change her new husband, too many new owners have foolishly purchased a business for the wrong reasons and with expectations they weren&#8217;t qualified to deliver.</p>
<p><strong>Ignore Claims of Unreported Cash</strong><br />
Okay, let&#8217;s get the disclaimer out of the way. Imagine I&#8217;m holding your head between my hands as I say the following very slowly: &#8220;It&#8217;s against the law to fail to report business income. The IRS will come and take you away.&#8221;</p>
<p>The cash Russ is talking about is from the business income that a prospective seller might tell you about in order to justify the asking price. Russ says ignore such claims. But I&#8217;m sure he wouldn&#8217;t argue with my advice. I say, &#8220;Run away.&#8221;</p>
<p>I&#8217;m not naïve about how some businesses underreport income. But I have two problems with buying a business from someone who tries to justify the purchase price by telling you about how much he does it.</p>
<p>1. You&#8217;re probably not going to be able to complete a comprehensive acquisition with such an unsophisticated owner, so don&#8217;t waste your time.</p>
<p>2. Do you really want to buy a business from someone so stupid as to actually tell you they break the law as a natural course of business, and then tries to trade on those ill-gotten gains?</p>
<p><strong>Most Sellers Are Liars</strong><br />
This law has a two-part explanation. The first one is the seller&#8217;s fault, and the second one is your fault.</p>
<p>1. When something untrue comes out of the mouth of a seller, to them it&#8217;s at best what politicians would call &#8220;spin,&#8221; and at worst, what many sellers consider obligatory hyperbole.</p>
<p>But to you, it&#8217;s at best an owner bragging about his baby, the way a parent embellishes the talent of a child, and at worst, it&#8217;s invalid information that can delay or derail your deal.</p>
<p>2. Never ask a seller a question that should be found during the fact-finding tasks of the due diligence process. If you do, you will likely get some of the hyperbole mentioned above. And when the due diligence facts become evident, you&#8217;ve got the potential to have an embarrassed seller and perhaps a deal that goes south.</p>
<p>If you conduct effective due diligence, you don&#8217;t have to ask for information. Instead, you ask where to find the information, and once found, ask the seller to help you understand what you&#8217;ve found. There will be less &#8220;embellishing&#8221; when the facts and figures are laid bare on the table.</p>
<p><strong>You Probably Shouldn&#8217;t Buy from a Seller Who Needs to Sell</strong><br />
With a few exceptions, such as illness or disability, when an owner has an urgent need to sell it&#8217;s probably due to a defect in the business operation. Sometimes this can convert into opportunity for a savvy buyer, but more often than not, the defect has created a financial problem that manifests in a sale price that can&#8217;t be justified by the performance of the company. Translation: The seller needs someone to take him out to solve his financial problems, and his price is based on the extent of the problem and not on the true value of the business.</p>
<p>Like the owner who tells you about unreported cash, you&#8217;re probably not going to be able to complete a deal with this kind of seller unless you pay his price. So if you proceed anyway, do so knowing that the odds are against successfully completing a deal based on terms that are equitable for both parties.</p>
<p><strong>Write this on a rock&#8230;</strong> Buying a business is likely the most important transaction you will ever make. Do it for the right reasons, be patient, resist urgency of others, conduct proper due diligence, and negotiate the best deal for you.</p>
<hr />
<p>Jim Blasingame<br />
Small Business Expert and host of The Small Business Advocate Show</p>
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		<title>Guerra de franquias nas praças de alimentação</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Claro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias sobre franquias]]></category>
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		<category><![CDATA[Franquias de Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Domino&#8217;s, Pizza Hut, Parmê e Vivenda do Camarão investem na adaptação de seus produtos e dos pontos de venda para modelos que atendam às necessidade dos clientes Por Cláudio Martins, do Mundo do Marketing &#124; 11/01/2012 A disputa pelo consumidor na praça de alimentação tem sido o desafio encarado por franquias do setor que mantêm [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=937&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Domino&#8217;s, Pizza Hut, Parmê e Vivenda do Camarão investem na adaptação de seus produtos e dos pontos de venda para modelos que atendam às necessidade dos clientes</h3>
<address>Por Cláudio Martins, do Mundo do Marketing | 11/01/2012</address>
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<p><img class="alignright" style="margin:5px;" title="Domino's Express, modelo criado recentemente para atender os consumidores nas praças de alimentação" src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/dominos_express%20%282%29.JPG" alt="franquias,alimentação,shoppings,domino's,parmê,vivenda do camarão, pizza hut" width="348" height="266" />A disputa pelo consumidor na praça de alimentação tem sido o desafio encarado por franquias do setor que mantêm unidades em shopping centers. Empresas como Pizza Hut, Domino’s, Vivenda do Camarão, Spoleto e Parmê investem em ações específicas para o local e adaptam o mix de produtos e formatos dos pontos de venda para atender às demandas dos clientes.</p>
<p>A guerra entra as companhias é justificada pela expansão das franquias de alimentação. No Brasil, segundo um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), no período entre 2001 e 2010, houve um crescimento de 201% no número de lojas do setor. Ao entrar neste espaço, uma das primeiras medidas adotadas pelas empresas é conhecer o perfil do consumidor que frequenta as praças de alimentação para criar ofertas que sejam relevantes e façam o cliente retornar ao ponto de venda.</p>
<p>Recentemente, a Domino’s resolveu apostar no potencial das praças de alimentação.  A companhia criou o formato Domino’s Express, que estreou no mês de dezembro de 2011, com a inauguração da loja no Shopping Interlagos, em São Paulo. Além de colaborar para a expansão da empresa no Brasil, aproveitando a capilaridade dos centros comerciais, a iniciativa pretende fortalecer a marca no país. A meta é chegar a 2016 com 150 unidades em território brasileiro.</p>
<p><strong>Criação de porções individuais</strong><br />
O formato Domino&#8217;s Express foi desenvolvido a partir de pesquisas da empresa junto aos consumidores. “Após o recolhimento dos resultados, percebemos uma lacuna no mercado para a venda de pizzas em fatias e essa foi a oportunidade que vislumbramos para criar o modelo voltado para a praça de alimentação”, explica Adriana Copello, Gerente de Marketing da Domino’s no Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p>Além das pizzas em fatias, também é possível encontrar petiscos, como as Batatas Smiles e portões de calabresa acebolada. Outras novidades estão em desenvolvimento para serem comercializadas nas lojas Domino’s Express, como a sobremesa Petit Gateau e as Chicken Wings, asas de frango fritas que têm um bom desempenho nos mercados internacionais da marca.</p>
<p>Em um mês de funcionamento, o novo modelo já apresentou uma média de 250 clientes por dia. Para divulgar o ponto de venda, a empresa apostou em degustações durante a inauguração e este mês realiza uma promoção compre e ganhe que premia os consumidores com copos exclusivos da rede.</p>
<p>A Pizza Hut adota uma estratégia semelhante. Das 19 unidades da empresa no Brasil, 11 estão presentes em praças de alimentação. A companhia também criou porções menores de seus produtos, como uma fatia de pizza que equivale a 1/4 do prato na versão gigante. Além da opção de porções individuais, a empresa também criou produtos para serem consumidos em grupos, que são vendidos a preços promocionais entre quinta e sexta-feira.</p>
<p><strong>Formas para se diferenciar da concorrência</strong><br />
Uma das maneiras encontradas pela Pizza Hut para se destacar ao lado de seus concorrentes foi a aquisição de espaços próprios nas praças de alimentação e atendimento nas mesas. “A Pizza Hut foi uma das primeiras empresas a adotar esta medida como diferencial, com a proposta de tornar o atendimento semelhante ao mesmo encontrado em restaurantes”, afirma Anna Carolina Salles, Gerente de Comunicação da Pizza Hut, em entrevista ao portal.</p>
<p>Outra ação utilizada pela empresa para atrair os consumidores é a entrega dos cartões de fidelidade Club Pizza Hut, válidos por três meses e que concedem 12 descontos de 40% no consumo de produtos nos pontos de venda. A rede também já realizou promoções com foco em estudantes portadores da Carteira Mundial do Estudante da International Student Identity Card (ISIC), oferecendo produtos para este público pela metade do preço.</p>
<p>Já a forma encontrada pela rede de franquias carioca Parmê para as suas lojas nos shopping centers foi a realização de promoções a partir da internet. “Realizamos ações pontuais nos perfis da marca no Twitter e no Facebook enviando vouchers com descontos válidos paras os pontos de venda instalados nas praças de alimentação, como forma de trazer os consumidores para as nossas lojas. Além de oferecer os combos promocionais, os clientes têm ainda a possibilidade de customizá-los ao seu gosto”, diz Luiz Antônio Jaeger, Gerente de Operações do Grupo Parmê, em entrevista ao Mundo do Marketing.</p>
<p><strong>Ações para gerar fluxo entre o almoço e o jantar</strong><br />
Uma das preocupações das empresas é gerar movimento em suas lojas nos intervalos entre o almoço e o jantar, quando o número de clientes cai. Na estratégia da Parmê para os pontos de venda do modelo Express, a empresa define horários fixos para a validade dos vouchers promocionais distribuídos na internet. Outra ação adotada é a abordagem dos consumidores por promotores de venda, sugerindo os pratos do cardápio da rede.</p>
<p>Já a Pizza Hut vende determinados produtos do cardápio a preços promocionais no período entre 15h e 18h para trazer os clientes à suas lojas e aproveitar também o momento em que parte dos colaboradores dos shoppings e prédios comerciais vizinhos sai para almoçar. Outra ação da empresa para tornar a experiência dos consumidores a melhor possível foi a instalação de totens digitais que permitem à companhia ter relatórios em tempo real sobre o atendimento e os pontos que necessitam de melhorias.</p>
<p>O tempo de espera é um dos quesitos mais importantes para os consumidores que frequentam as praças de alimentação. Segundo dados da ABF, 84% dos clientes não gostam de aguardar mais do que 10 minutos em filas para serem atendidos.</p>
<p><strong><img class="alignleft" style="margin:5px;" title="Nas lojas da Vivenda do Camarão, consumidores encontram seis tipos de preços" src="http://www.mundodomarketing.com.br/images/materias/vivenda_camarao_loja%20%282%29.JPG" alt="franquias,alimentação,shoppings,domino's,parmê,vivenda do camarão, pizza hut" width="360" height="266" />Renovação do cardápio com frequência</strong><br />
A partir do objetivo de tornar o atendimento  mais ágil surgiu o modelo de franquias da Vivenda do Camarão, que se posiciona como fast food e tem a proposta de vender pratos à base do crustáceo e de frutos do mar a preços acessíveis. O primeiro ponto de venda neste modelo surgiu ao lado de um restaurante da empresa, no MorumbiShopping, em 1986. Uma das apostas da empresa para atingir diversos públicos é trabalhar com seis tipos de preços diferentes.</p>
<p>“Anteriormente, a maior parte do público que frequentava nossas lojas era das classes A e B e hoje notamos um expressivo crescimento de consumidores da classe média, fruto do bom momento vivido pelo brasileiro”, ressalta Carla Matias, Gerente de Marketing da Vivenda do Camarão, em entrevista ao portal.</p>
<p>Além do preço, a empresa aposta na venda de combos promocionais para atrair os consumidores. Na compra de um prato do cardápio com uma bebida, por exemplo, os clientes ganham a sobremesa. A rede também renova constantemente o seu portfólio ao realizar “festivais” no começo das estações do ano com opções produzidas à base de pescados e produtos sazonais.</p>
<p>Em 2012, a Vivenda do Camarão completará 28 anos e, para comemorar, no mês de junho serão realizados sorteios de 28 prêmios, incluindo um carro 0 km. Atualmente, a rede tem se empenhado em expandir sua atuação no Brasil, restrita às praças de alimentação, planejando a inauguração de 30 lojas neste ano, para somar aos 135 pontos de venda já em operação. Recentemente, a Vivenda do Camarão também iniciou um processo de internacionalização, ao inaugurar unidades na República Dominicana e no Paraguai, em 2011.</p>
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<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rclaro.wordpress.com/937/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rclaro.wordpress.com/937/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rclaro.wordpress.com/937/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rclaro.wordpress.com/937/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rclaro.wordpress.com/937/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rclaro.wordpress.com/937/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rclaro.wordpress.com/937/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rclaro.wordpress.com/937/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rclaro.wordpress.com/937/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rclaro.wordpress.com/937/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rclaro.wordpress.com/937/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rclaro.wordpress.com/937/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rclaro.wordpress.com/937/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rclaro.wordpress.com/937/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=937&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>The Top 10 Business Plan Mistakes</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Claro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Negócios]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano de Negocios]]></category>

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		<description><![CDATA[BY Tim Berry &#124; Entrepreneur It’s been nearly seven years since I posted Top 10 Business Plan Mistakes on this site. Looking back and reading the post again today, I think the list holds up very well. Still, I can’t resist making a few changes. So here is my revised version for 2012, incorporating what [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=934&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<div><a href="http://www.entrepreneur.com/author/197"><img src="http://www.entrepreneur.com/dbimages/person/h3/berry.jpg" alt="Tim Berry: Business Plans" /></a> BY Tim Berry | Entrepreneur</div>
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<p><img class="alignleft" style="margin:5px;" src="http://www.entrepreneur.com/dbimages/article/h1/business-plan-mistakes.jpg" alt="The Top 10 Business Plan Mistakes" width="330" height="211" /></p>
<p>It’s been nearly seven years since I posted Top 10 Business Plan Mistakes on this site. Looking back and reading the post again today, I think the list holds up very well. Still, I can’t resist making a few changes. So here is my revised version for 2012, incorporating what I wrote back then that still holds true.</p>
<p><strong>1. Misunderstanding the purpose: It’s the planning that matters, not just the document. </strong>You engage in planning your business because planning becomes management. Planning is a process of setting goals and establishing specific measures of progress, then tracking your progress and following up with course corrections. The plan itself is just the first step; it is reviewed and revised often. Don’t even print it unless you absolutely have to. Leave it on a digital network instead.</p>
<p><strong>2. Doing it in one big push; do it in pieces and steps.</strong> The plan is a set of connected modules, like blocks. Start anywhere and get going. Do the part that interests you most, or the part that provides the most immediate benefit. That might be strategy, concepts, target markets, business offerings, projections, mantra, vision, whatever. . . just get going.</p>
<p><strong>3. Finishing your plan.</strong> If your plan is done, then your business is done. That most recent version is just a snapshot of what the plan was then. It should always be alive and changing to reflect changing assumptions.</p>
<p><strong>4. Hiding your plan from your team. </strong>It’s a management tool. Use common sense about what you share with everybody on your team, keeping some information, such as individual salaries, confidential. But do share the goals and measurements, using the planning to build team spirit and peer collaboration. That doesn’t mean sharing the plan with outsiders, except when you have to, such as when you’re seeking capital.</p>
<p><strong>5. Confusing cash with profits. </strong>There&#8217;s a huge difference between the two. Waiting for customers to pay can cripple your financial situation without affecting your profits. Loading your inventory absorbs money without changing profits. Profits are an accounting concept; cash is money in the bank. You don&#8217;t pay your bills with profits.</p>
<p><strong>6. Diluting your priorities. </strong>A plan that stresses three or four priorities is a plan with focus and power. People can understand three or four main points. A plan that lists 20 priorities doesn&#8217;t really have any.</p>
<p><strong>7. Overvaluing the business idea.</strong> What gives an idea value isn’t the idea itself but the business that&#8217;s built on it. It takes employees showing up every morning, phone calls being answered, products being built, ordered and shipped, services being rendered, and customers paying their bills to make an idea a business. Either write a business plan that shows you building a business around that great idea, or forget it. An idea alone does not a great business make.</p>
<p><strong>8. Fudging the details in the first 12 months. </strong>By details, I mean your financials, milestones, responsibilities and deadlines. Cash flow is most important, but you also need lots of details when it comes to assigning tasks to people, setting dates, and specifying what&#8217;s supposed to happen and who&#8217;s supposed to make it happen. These details really matter. A business plan is wasted without them.</p>
<p><strong>9. Sweating the details for the later years. </strong>This is about planning, not accounting. As important as monthly details are in the beginning, they become a waste of time later on. How can you project monthly cash flow three years from now when your sales forecast is so uncertain? Sure, you can plan in five, 10 or even 20-year horizons in the major conceptual text, but you can&#8217;t plan in monthly detail past the first year. Nobody expects it, and nobody believes it.</p>
<p><strong>10. Making absurd forecasts. </strong>Nobody believes absurdly high “hockey stick” sales projections. And forecasting unusually high profitability usually means you don’t have a realistic understanding of expenses.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/rclaro.wordpress.com/934/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/rclaro.wordpress.com/934/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/rclaro.wordpress.com/934/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/rclaro.wordpress.com/934/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/rclaro.wordpress.com/934/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/rclaro.wordpress.com/934/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/rclaro.wordpress.com/934/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/rclaro.wordpress.com/934/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/rclaro.wordpress.com/934/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/rclaro.wordpress.com/934/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/rclaro.wordpress.com/934/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/rclaro.wordpress.com/934/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/rclaro.wordpress.com/934/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/rclaro.wordpress.com/934/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=934&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Tim Berry: Business Plans</media:title>
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			<media:title type="html">The Top 10 Business Plan Mistakes</media:title>
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		<title>McDonald&#8217;s limita novas lojas a empreendedor franqueado</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 12:51:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Claro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias sobre franquias]]></category>
		<category><![CDATA[Franquia]]></category>
		<category><![CDATA[Franquias]]></category>
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		<description><![CDATA[Foto: Divulgação Desde 2004, a companhia não abre vagas para novos empreendedores. Hoje, as franquias são divididas entre 61 empresários, que detêm 25% de seus restaurantes no País O Brasil é um dos cinco países onde a rede americana de fast food McDonald&#8217;s mais cresce no mundo. De acordo o Guia Oficial de Franquias da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=930&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<div><img title="Desde 2004, a companhia não abre vagas para novos empreendedores. Hoje, as franquias são divididas entre 61 empresários, que detêm 25% de seus .... Foto: Divulgação" src="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/619/464/img.terra.com.br/i/2012/01/03/2165373-0006-rec.jpg" alt="Desde 2004, a companhia não abre vagas para novos empreendedores. Hoje, as franquias são divididas entre 61 empresários, que detêm 25% de seus .... Foto: Divulgação" width="619" height="464" /><br />
<address><em>Foto: Divulgação</em></address>
<h2>Desde 2004, a companhia não abre vagas para novos empreendedores. Hoje, as franquias são divididas entre 61 empresários, que detêm 25% de seus restaurantes no País</h2>
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<div id="SearchKey_Text1">O Brasil é um dos cinco países onde a rede americana de fast food McDonald&#8217;s mais cresce no mundo. De acordo o Guia Oficial de Franquias da Associação Brasileira de Franchising (ABF) de 2011, a rede possui 616 restaurantes espalhados em todas as regiões do País. &#8220;Dos mais de 600 restaurantes que existem no Brasil, 75% são próprios e 25% franqueados&#8221;, afirma Rogério Barreira, diretor do departamento de Operações e Franquias da Arcos Dourados no Brasil &#8211; operadora do McDonald&#8217;s na América Latina.</p>
<p>Os dados tornam tentador fazer a aquisição de uma franquia da marca, mas desde 2004 a companhia não abre essa possibilidade para novos empreendedores. Desde então, os restaurantes inaugurados são administrados pelos 61 empresários que já eram parceiros da marca.</p>
<p>Segundo Barreira, a medida foi tomada para fomentar o desenvolvimento dos empreendedores que já faziam parte da rede. A decisão se aplica a todos os países da América Latina. &#8220;É um estímulo ao crescimento orgânico do sistema. Dessa forma damos condições para que os franqueados cresçam em conjunto com a operação da marca no país&#8221;, explica. Apesar de receber muitos pedidos de interessados em novas franquias, o McDonald&#8217;s afirma que não tem previsão de mudar o atual formato da operação.</p>
<p>De acordo com Carlos Emílio Cavaliere Sartorio, franqueado e presidente da Associação Brasileira dos Franqueados McDonald&#8217;s, as cláusulas contratuais da rede não permitem que a posse da franquia seja repassada a terceiros. &#8220;A companhia utiliza o conceito de franquia pessoal. No meu caso, por exemplo, havendo uma fatalidade a franquia pode ser repassada para a minha esposa ou a um dos meus filhos &#8211; desde que sejam aprovados pelo McDonald&#8217;s. Também posso vender as minhas lojas para outro franqueado, mas desde que a negociação seja aprovada pela corporação&#8221;, diz.</p>
<p>Para Cavaliere, a medida foi uma maneira de controlar o crescimento da rede, que à época dava mostras de estar se tornando desorganizado. &#8220;Admitir um novo franqueado não cabe aos próprios franqueados. Acho que a corporação tomou essa decisão para homogeneizar o grau de maturidade das franquias&#8221;, afirma. &#8220;Hoje, o empresário mais novo de casa tem onze anos de parceria com a rede. O grupo atual entende as mudanças e investimentos que precisam ser feitos nas lojas&#8221;, diz ele.</p>
<p>A Associação dos Franqueados estima que o número de lojas franqueadas continuará se expandindo. De acordo com o presidente da associação, nos últimos cinco anos foram abertos 40 novos restaurantes franqueados.</p>
<p><strong>O setor</strong><br />
O McDonald&#8217;s atua no Brasil há 33 anos. Já sua primeira franquia foi aberta em 1987, em Brasília. Mas nem só de Big Macs vive o mercado de fast food de sanduíches. A companhia conta com concorrentes de peso no Brasil, como as redes Burguer King, Bob&#8217;s, Giraffas, Habib&#8217;s e Subway. O Bob&#8217;s, por exemplo, tem 750 restaurantes em todo o País.</p>
<p>Segundo pesquisa feita pela GS&amp;MD &#8211; Gouvêa de Souza, consultoria empresarial especializada em varejo, marketing e canais de distribuição, até 2010 o setor de fast food representou 12% da participação de vendas da indústria alimentícia. Os outros 88% em participação estão divididos entre lanchonetes (11%), bares (13%), padarias (15%), restaurantes (23%) e demais segmentos (26%).</p>
<p><strong>O McDonald&#8217;s em números</strong><br />
Setor: Alimentação<br />
Resumo do negócio: Restaurante fast food de hambúrgueres<br />
Número de unidades: *616<br />
Unidades próprias: *453<br />
Unidades franqueadas: *163<br />
Faturamento médio mensal: *R$ 560 mil<br />
Taxa de royalties: *5% do faturamento líquido<br />
Taxa de propaganda: *4,3% do faturamento líquido<br />
Capital para instalação: *R$ 1 milhão a R$ 2,5 milhões<br />
Taxa de franquia: *R$ 75 mil a R$ 85 mil<br />
Capital de giro: *Não exige<br />
Prazo de retorno estimado: *60 a 84 meses<br />
Lista de principais concorrentes no segmento: Burguer King, Bob&#8217;s, Girafas, Habib&#8217;s e Subway.</p>
<p><em>*Informações extraídas do Guia Oficial de Franquias da Associação Brasileira de Franchising (ABF) de 2011. A rede McDonald&#8217;s não disponibiliza dados sobre seu desempenho econômico.</em></p>
<p><em>Cross Content<br />
Especial para o Terra</em></div>
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			<media:title type="html">Desde 2004, a companhia não abre vagas para novos empreendedores. Hoje, as franquias são divididas entre 61 empresários, que detêm 25% de seus .... Foto: Divulgação</media:title>
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		<title>Redes de Franquias devem movimentar mais de R$ 100 bilhões em 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 17:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Claro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias sobre franquias]]></category>
		<category><![CDATA[ABF]]></category>
		<category><![CDATA[Franquia]]></category>
		<category><![CDATA[Franquias]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria reproduzida da revista Franquia &#38; Negócios &#8211; Edição 40 Por Gerson Genaro O franchising brasileiro deve crescer 15%  e superar a barreira dos R$ 100 bilhões em 2012, prevê a vice-presidente da Associação Brasileira de Franchising, Cristina Franco. Uma das razões para a forte expansão do setor é a entrada da indústria no sistema, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=rclaro.wordpress.com&amp;blog=11984121&amp;post=925&amp;subd=rclaro&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;" align="right"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><em>Matéria reproduzida da revista Franquia &amp; Negócios &#8211; Edição 40 </em><strong>Por Gerson Genaro</strong></span></p>
<h2 align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O franchising brasileiro deve crescer 15%  e superar a barreira dos R$ 100 bilhões em 2012, prevê a vice-presidente da Associação Brasileira de Franchising, Cristina Franco. </span></h2>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Uma das razões para a forte expansão do setor é a entrada da indústria no sistema, para aproveitar as vantagens de operar um modelo de negócios que cria seu próprio canal de distribuição. Existe o movimento de muitas indústrias substituirem o risco fabril pela alternativa de participar da apropriação também do lucro mercantil, assinala Cristina. Entre as mais notáveis estão a Hering, Coteminas, Portobello, Marisol, Alpargatas, Boticário, Hope e Dudalina.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`Elas servem de referência às demais indústrias, ao mostrarem o caminho de crescimento para suas marcas. A indústria brasileira precisa se preparar para não desaparecer por conta da crise mundial e, principalmente, para o cenário permanente de intensa competição`, reforça a vice-presidente da ABF.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A razão é simples. O ambiente empresarial para as indústrias ficou quase irrespirável com a maior competição dos importados, especialmente da Ásia, aumento de impostos, juros elevados e demais encargos que dizimam suas margens de lucro. O franchising surge como opção salvadora para uma indústria que despencou verticalmente na participação do PIB, de 47% pouco tempos atrás para apenas 17% agora.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A crescente desindustrialização reflete, em parte, a falta de investimentos em inovação e modernização, fraquezas históricas, mas também o avanço dos produtos importados que, sem espaço nas combalidas economias mundiais, ameaçam desabar em nosso mercado. A formação de redes estruturadas de varejo funciona como uma blindagem contra o fogo cruzado da globalização.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Como a montagem de lojas próprias requer altos investimentos, o franchising torna-se uma solução para a expansão acelerada das marcas por arregimentar empreendedores dispostos a dividir capital e o risco do negócio. Ter uma rede estável e rentável passou a ser um dos pontos de maior disputa no cenário empresarial no momento.</span></p>
<h2 align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Setor cresce sem parar</strong></span></h2>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O franchising brasileiro mostra um fôlego impressionante, cresce sem parar a mais de dez anos. O setor fechou 2011 com R$  86 bilhões de faturamento, 15% acima de 2010, antecipa a vice-presidente da ABF. O universo de marcas também  cresceu 8%,  para 1.855. E agora são 90 mil lojas franqueadas, acréscimo de 10% em relação ao período anterior. O potencial de expansão é imenso quando comparamos a trajetória do franchising em outros países maduros, como nos Estados Unidos, por exemplo. Lá existem mais de 800 mil pontos de venda. Avançamos muito, mas existe um longo caminho a percorrer, destaca Franco.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A grande novidade em 2011 e que aponta uma tendência daqui para frente, é que grandes nomes da indústria descobriram o franchising e devem desembarcar no segmento com maior força a partir de agora, para compensar a queda de faturamento da atividade industrial com a maior margem gerada pela rede própria de varejo. O presidente de um dos maiores conglomerados operacional de produtos têxteis de cama, mesa e banho do mundo, a Coteminas, dona da Springs Global Participações, com faturamento acima de R$ 2,5 bilhões e detentoras de marcas famosas (MMartan, Artex, Santista) aposta no franchising como o futuro para suas marcas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`Perdemos o medo do varejo após o excelentes resultados obtidos com as franquias da MMartan`, reconhece o empresário Josué Gomes da Silva. De uma só tacada abriu 30 novas lojas com a bandeira Artex e, em breve, inicia o sistema de franquias. A procura por franquias  já é forte.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`Acredito que a imensa maioria das novas lojas será franqueada. Na medida que tivermos segurança de oferecer um excelente negócio aos futuros empreendedores iremos abrir para franquias. Parceria significa que todos ganhem, queremos ter certeza de que os varejistas irão ganhar`, destaca Josué.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A rede MMartan mostrou o caminho a ser seguido. Após adotar o sistema de franquias em 2003 conseguiu se reposicionar no mercado e ganhou maior dimensão, hoje fatura mais de R$ 210 milhões, com mais de 170 lojas em 23 Estados.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A entrada de pesos-pesados não significa que o segmento ficará mais elitista. Ao contrário, aponta Cristina, o setor deverá receber em 2012 um exército de empreendedores por conta da forte expansão das microfranquias (redes com investimentos inicial até R$ 50 mil). A previsão é de crescimento acima de 20% e em volume superior a 12 mil novas unidades distribuídas pelo País. A inclusão de pequenos empresários no sistema representa uma resposta ao combate à informalidade da economia, ainda elevada no Brasil.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Segundo a ABF, já existem 260 marcas neste formato, cerca de 14% do total de marcas de franquia do Brasil.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`Com as microfranquias começamos a monitorar a ascensão dos emergentes ao mercado de consumo. O franchising acompanha o novo Brasil e retribui ao oferecer milhares de novas oportunidades. Nossa missão será qualificar ainda mais os novos empreendedores`, enfatiza Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF </span></p>
<h2 align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Expansão em 2012</strong></span></h2>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A crise internacional assusta, mas o franchising vai crescer pelo menos 15% em 2012, estima Cristina Franco.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`Mas estamos com um otimismo responsável. A simples ameaça de crise fará com que as empresas despertem para a necessidade de se prepararem melhor, terem novos canais de vendas para escoarem seus produtos. Acreditamos em crescimento de 15 % para 2012, por diversas razões. Novas marcas querem entrar no sistema para aproveitar a solidez do franchising brasileiro, que atingiu um ponto elevado de maturidade. Vemos com bons olhos a entrada de novas indústrias no setor após descobrirem as vantagens de ter um canal  cativo de vendas por meio de lojas franqueadas. Temos apenas 90 mil pontos, significa que o potencial de expansão é enorme, com o advento da nova classe média e do próprio crescimento da economia brasileira`, ressalva a dirigente.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Todo ano, diferentes setores da economia se destacam com maior potencial de crescimento. Para 2012, entre os segmentos que devem puxar a expansão despontam alimentação, vestuário, acessórios, serviços e calçados, avalia Cristina.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`Para os que pretendem entrar no franchising recomendo que, fundamentalmente, invistam naquilo que gostem de fazer, para terem maiores chances de sucesso. E que se informe antes sobre seus direitos e deveres, para uma escolha consciente`.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O principal entrave ainda é a escassez de novos espaços comerciais para abrigar as franquias e o alto valor do aluguel nos shopping centers.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`Hoje, as grandes marcas do franchising atingiram uma importância relevante na oferta dos shopping e a ABF está atenta ao problema dos altos valores das locações, em constante diálogo com o setor para balizar melhor os preços e evitar descompassos indesejáveis dentro de uma saudável política de ganha-ganha. A saída  para o gargalo da falta de espaço será ocupar mais os pequenos centros e galerias comerciais, as lojas de ruas e os novos shopping em construção no interior do País`, aponta Cristina`. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong>A interiorização é uma realidade</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">O número de shopping centers no interior deve ultrapassar o dos grandes centros pela primeira vez em 2011, aponta a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping). Em 2010, 50,13% dos empreendimentos estavam nas capitais e 49,87% fora delas, mostra recente levantamento da entidade em conjunto com o Ibope Inteligência.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Atualmente existem 124 empreendimentos em construção no País &#8211; 65% no interior, com a previsão de serem inaugurados até o primeiro semestre de 2013. Os investimentos nos projetos somam R$ 6,331 bilhões.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`Os novos centros de consumo regionais também irão atrair as nossas franquias e a ABF oferece suporte técnico para as empresas que desejarem ocupar os novos centros fora dos grandes centros`, observa Cristina Franco.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Com ou sem agravamento da crise internacional, o franchising se prepara para manter o crescimento sustentável. Tanto assim, destaca Cristina Franco, que a formação de capital humano e a melhoria da capacitação são prioridades para 2012. A sede da entidade será ampliada e passará a contar com um andar exclusivo, de 560 m² e 150 lugares, para aumentar a oferta de cursos e eventos voltados para a profissionalização do setor, anuncia a vice-presidente da ABF. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`Nosso setor está consolidado, não enfrentamos problemas como restrição de crédito, como já acontece em relação a diversos setores. Temos fortes parcerias com instituições financeiras a agências de fomento. Há uma oferta consciente, séria e respeitosa  de crédito para nossas marcas e, por tudo que acontece de positivo no setor, iremos continuar nossa expansão por muitos anos`, enfatiza a vice-presidente da ABF.</span></p>
<h2 align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;"><strong>Depoimentos</strong></span></h2>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`Avaliamos que o ano de 2012, apesar da crise mundial que de uma forma ou de outra irá trazer alguns efeitos para o mercado brasileiro mas, com certeza, de menor intensidade, não irá atrapalhar muito o varejo nem o setor de franquias que tem bom potencial para continuar a crescer em função da demanda da economia interna brasileira que continua mostrando fôlego. O que está crescendo no varejo é o volume de negócios com expansão e novos mercados emergentes potenciais e não necessariamente incremento na mesma base, que cresce, mas em proporções mais modestas. Em função deste cenário, estamos otimistas. Em 2012, esperamos crescer 15% em faturamento de toda a rede, considerando as lojas atuais e as novas, tendo uma base de 340 pontos ativos, 30 lojas a mais que este ano de 2011` João Batista, diretor de franquias do Rei do Mate</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`A expectativa para o ano de 2012 é muito boa para o setor de franchising em geral, principalmente para a área de ensino de idiomas. O Brasil vive um bom momento, apesar da crise internacional. Com a proximidade da realização da Copa do Mundo 2014 e dos Jogos Olímpicos 2016, a tendência é que aumente a procura por cursos de inglês por parte das pessoas interessadas em trabalhar nos eventos esportivos. Outro fator bastante positivo é a ascensão da classe média brasileira, que passa a investir cada vez mais em educação. Ou seja, acreditamos que o ano de 2012 será muito positivo para o CNA.` Leonardo Cirino, diretor de marketing do CNA</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`O setor do franchising deve fechar 2011 com faturamento de R$ 86 bilhões, crescimento de 15% em relação ao ano de 2010. Já são quase duas mil marcas em atividade no País. Os dados são da Associação Brasileira de Franchising. O segmento de beleza é um dos que mais cresce. O Brasil é, atualmente, um dos maiores consumidores de produtos e serviços estéticos do mundo. Neste contexto, a rede de franquias Não+Pêlo, líder mundial em fotodeplilação, é um produto inovador que está se expandindo por todo o Brasil` Luís Brás, diretor nacional da rede Não+Pêlo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`Marca de tradição e vanguarda no ensino de idiomas, a Fundação FISK considera 2012 um ano promissor para expansão de sua rede no Brasil e exterior. O franchising brasileiro é um dos mais fortes no mundo e, ao lado de marcas tão importantes, temos orgulho de fazer parte de um grupo sólido e bem consolidado no mercado. Para o próximo ano, esperamos revelar mais cada vez mais empreendedores e contribuir, com isso, para formação de um País compromissado em `dominar o conhecimento` com educação e ética Prova disso, é o quanto a Fisk vai investir em propaganda: trará a Paloma Bernardi e Bruno Gagliasso como os personagens em seu filme publicitário, além de renovar com o Corinthians e ainda retomar ao projeto Verão Espetacular da Rede Globo de televisão`. Christian Ambros, diretor da Fundação FISK</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`O franchising brasileiro cresce numa velocidade acima da média de outros segmentos atraindo potenciais investidores ávidos por negócios rentáveis e marcas sólidas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Aliada esta atratividade à expansão do mercado de shopping centers, temos todos os motivos pra acreditar que 2012 será um ano importante para franqueadores e franqueados se prepararem, arregaçarem as mangas  e começarem a plantar os frutos que irão colher nos próximos anos, principalmente nos eventos de Olimpíadas e Copa do Mundo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">A Puket encerra 2011 com 95 lojas em operação. Estamos consolidando nossa presença nas regiões Norte e Nordeste e em 2012 alcançaremos a marca de 100 lojas, sendo nosso objetivo fechar o ano com 15% de crescimento em número de unidades.` Liliana Martins, gerente de Expansão da Puket</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`As expectativas para o setor em 2012 são as melhores possíveis, pois o Brasil, apesar da recessão mundial, continua com a economia aquecida a pleno vapor. A prova disto é a enorme quantidades de novos shopping que serão abertos em 2012 (aproximadamente 45), e a Star Point como a rede de lojas moda praia surf e skate e referência neste segmento, possui um plano de expansão para a abertura de pelo mais oito novas lojas. Outro fator que alavanca o crescimento de franquias, são as facilidades para se adquirir crédito, pois os famosos e burocráticos financiamentos estão cada vez mais com taxas atrativas. André Pecoraro, diretor de Marketing da Star Point </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">`A disposição do brasileiro em empreender impulsiona o franchising nacional. O setor fecha o ano com faturamento de R$ 86 bilhões. Números do Global Entrepreneurship Monitor levantados em 2010 apontam a população brasileira como a mais empreendedora do G20 e do BRIC. O Nordeste concentra potencial para o setor em 2012. Em 2010, a região foi a segunda colocada em geração de emprego, mas ainda é carente de qualificação profissional. O Nordeste será o foco dos investimentos da Easycomp Plus em 2012.` Jaques Grinberg Costa, diretor executivo da Easycomp Plus.</span></p>
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