Arquivos

Archive for the ‘Notícias sobre franquias’ Category

Franquia Havaianas quer concorrer com chocolate e perfume


Rede encara lojas focadas exclusivamente na marca como vitrines para um conceito

Daniela Moreira, de Exame.com

Loja da Havaianas

São Paulo – Atuando no mercado de franquias há pouco mais de dois anos, a Havaianas já inaugurou mais de 150 lojas no país. A rede foi uma das que mais cresceram no último ano, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Embora a operação gere receita para os franqueados – o faturamento médio mensal de uma unidade é de aproximadamente R$ 80 mil – e para a franqueadora, seu principal valor para o grupo Alpargatas, dono da Havaianas, não está no volume de vendas do canal, mas sim no posicionamento estratégico que ele garante à marca.

“Mais do que um produto, é uma loja que vende um conceito”, explica Rogério Bastos, diretor de varejo da Alpargatas. “O cliente que vai à loja faz uma compra diferente, com um caráter mais emocional. Não encaramos o varejo de sapatos como concorrente da loja Havaianas. Queremos que o cliente a veja como uma alternativa a uma loja de perfumes ou de chocolates na hora de comprar um presente, por exemplo”, detalha o executivo.

Para garantir o sucesso da franquia, a rede reserva modelos exclusivos para as lojas, feitos especialmente para datas especiais, como a Copa do Mundo ou o Dia dos Namorados. Lançamentos da marca, como a linha de tênis “Soul Collection”, também chegam primeiro ao canal – hoje apenas 47 lojas que fazem parte da rede de franquias têm a coleção à disposição.

Agência de SP lança linha de crédito para franquias


A meta para 2011 é atingir um valor de desembolso de R$ 750 milhões desde que a agência foi criada

Beth Matias/ASN

São Paulo – A Agência de Fomento Paulista/Nossa Caixa Desenvolvimento acaba de lançar uma linha de financiamento especial para o setor de franchising. A meta para 2011 é atingir um valor de desembolso de R$ 750 milhões desde que a agência foi criada. A linha especial para franquias está dentro destes valores. Nos últimos dois anos, foram desembolsados R$ 300 milhões.

A nova linha deverá atender aos negócios no modelo de franquia como modernização, ampliação e projetos de desenvolvimento da primeira franquia, a uma taxa de juros de 8% ao ano (+IPC/Fipe) e prazos que vão até 60 meses, com 12 meses de carência e financiamento de 70% do projeto. “Vamos também atender aos franqueadores que querem ampliar o seu negócio e também o empreendedor que precisa de crédito para abrir uma franquia”, diz o presidente da agência, Milton Luiz de Melo Santos.

Segundo a Associação Brasileira de Franquias (ABF), o faturamento do setor em 2010 foi de R$ 75,9 bilhões com geração de 777 mil empregos diretos.

A Agência de Fomento Paulista atua como um banco de desenvolvimento e tem como objetivo financiar investimentos de pequenas e médias empresas com faturamento anual entre R$ 240 mil e R$ 100 milhões. Como não possui agências, a instituição opera por meio de parcerias com 50 entidades empresariais, por onde seus associados podem iniciar o processo de tomada de crédito.

Sebrae

Para saber mais sobre como ser um franqueador e um franqueado, visite o site da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae e veja como se preparar e acertar na escolha da franquia.

20ª edição da ABF Franchising Expo confirma como a 2ª Maior Feira de Franchising do Mundo


De 8 a 11 de junho, em São Paulo, o evento contará com mais de 400 expositores e deve movimentar R$ 130 milhões em negócios

Entre 08 e 11 de junho acontecerá em São Paulo a maior e mais esperada feira de negócios de franquias da America Latina, a ABF Franchising Expo. Realizada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) e organizada pela Brazil Trade Shows (BTS), a feira tem como característica principal a geração de oportunidades de negócios em diversos setores da Economia.

O faturamento total das franquias alcançou em 2010 a marca de R$ 75.987 bilhões. O número de redes em operação no país cresceu 12,9% em 2010 e o número de unidades (franqueadas e próprias) chegou a 86.365, que significa um incremento de 8% em relação ao ano anterior. A tendência é que este crescimento continue e, para 2011, o setor acredita num crescimento de 15%. “A feira é um dos motores da expansão do setor, pois é o momento onde se consolidam as marcas e aumenta adesão de novos investidores”, afirma Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF

Estes números antecipam o sucesso estimado para a 20ª edição da feira, que contará com mais de 400 expositores, espera receber 45 mil visitantes e movimentar R$ 130 milhões em negócios. O evento, ainda maior esse ano, ocupará 30 mil metros quadrados do Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, na capital paulista e com isso chega perto de alcançar o topo do ranking das maiores feiras de franquia do mundo. “Até o ano que vem devemos superar a Franchise Expo Paris, que ocupa o primeiro lugar”, declara o presidente Ricardo Bomeny.

A ABF Franchising Expo propõe oportunidades em diversos segmentos para que o público conheça e possa investir em uma cartela variada de negócios. Este ano, 60 novos expositores participarão da exposição, totalizando aproximadamente 420 marcas. Entre as estreantes estão marcas como Aloha, Body Concept, Cantão, Espaço Árabe, Influx Franchising, Montana Grill, Mr. Mix, Stroke, Odontoclinic, Trópico Surf, Teknisa, UncleK,  Yoguland, entre outras.

Sucesso absoluto na edição passada, as microfranquias (até R$50 mil) voltam a marcar presença no evento. Entre as opções de baixo investimento estão Dr. Resolve, Tutores, Kumon, Emagrecentro, Century 21, Dr. Jardim, Home Angels, Dr. Faz Tudo e Amigo Computador.

Já entre os expositores conhecidos do público estão as tradicionais redes Giraffas, Habib’s, Marisol, Fisk, Spoleto, Rei do Mate, 5 à Sec, CCAA, Casa do Pão de Queijo, Vivenda do Camarão, Mundo Verde, RE/MAX, Microcamp, Bob’s, Nobel, Cacau Show, CNA, Havaianas, Subway e Weeze.

Além disso, várias marcas expõem no evento por meio de consultorias, o que soma um maior número de opções de negócios: As consultorias que marcarão presença com estandes são: Grupo BITTENCOURT, Francap, Franchise Store, Cia do Franchising, Franchise Ventures, Global Franchising, Dubnet, Netplan, Ba Stokler, Fábrica 3, entre outras.

De olho na internacionalização do setor, o evento já conta com a confirmação de 13 delegações de entidades e empresários estrangeiros vindos de países como Uruguai, Rússia, Índia, China (Macau), México, Estados Unidos, Alemanha, Argentina, Portugal, Espanha, Grécia, África do Sul e Austrália.  O interesse deles é expandir seus negócios por aqui e também levar as redes brasileiras para o mercado internacional. Atualmente, existem 68 redes brasileiras atuando em 49 países.

Sustentabilidade

A sustentabilidade é o assunto que está na pauta do dia em todos os aspectos da vida cotidiana. Atenta a essa responsabilidade por parte de todos os setores da economia, a ABF Franchising Expo tem uma novidade para a edição 2011.
Trata-se do Prêmio Estande Responsável. Numa iniciativa da ABF e da AFRAS (Associação Franquia Sustentável), as empresas expositoras serão avaliadas durante a feira, por sua atuação responsável no evento. Essa avaliação ficará por conta da empresa Reclicagem, especializada em gestão e marketing  ambiental.
Além da premiação, a ABF Franchising Expo contará com diversas ações sustentáveis, como por exemplo, a compensação de CO2 emitido durante o evento, gestão dos resíduos sólidos em todas as áreas da exposição e encaminhamento dos materiais recicláveis a uma central de triagem. O evento contará ainda com carpete feito de fibras obtidas a partir da reciclagem de garrafas PET e latas de lixo produzidas por meio de um sistema ecologicamente correto e feitas à base de tubo de creme dental (75% plástico e 25% alumínio), que não propaga chamas e pode ser exposto ao tempo, pois não absorve água.

Sobre a ABF

A ABF – Associação Brasileira de Franchising foi fundada há 24 anos e, atualmente, conta com mais de 940 associados, sendo a 2ª maior associação de franquias do mundo, atrás apenas dos EUA. Com sede em São Paulo, a ABF tem em seu quadro associativo franqueadores, franqueados, consultores, advogados e outros profissionais ligados à atividade do franchising. O objetivo principal da ABF é promover e intensificar a prática do bom franchising no País. Mais informações http://www.abf.com.br.

Serviço:

20ª ABF Franchising Expo
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Vermelho
Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo – SP
Horário de Funcionamento: De 08 a 11 de junho das 13h às 21h (sábado, das 12h às 18h)
Preço do Ingresso: R$ 40,00

Fonte: Portal da Propaganda

Ensino de idiomas ganha novo fôlego para crescer


Fatores como a expansão da classe C e a Copa do Mundo de 2014 levam redes de franquias a expandir cobertura e investir em cursos rápidos

Daniela Moreira, de EXAME.com

São Paulo - O ensino de idiomas é um dos filões mais antigos do mercado de franquias brasileiro. Com redes consolidadas operando no País há mais de 60 anos e dezenas de marcas disputando os potenciais alunos, o setor poderia estar caminhando para um cenário de desaceleração no crescimento. Mas tudo indica que na verdade as escolas de idiomas devem entrar em um novo ciclo de expansão, impulsionado pelo boom da classe C, pelo bom desempenho da economia brasileira e pelos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará nos próximos anos.

Um dos indicativos do potencial de crescimento do setor é o aumento dos gastos do brasileiro com ensino. Segundo números do Provar (Programa de Administração do Varejo) da FIA (Fundação Instituto de Administração), o gasto com educação na classe C, cuja renda média é de 1,5 mil reais mensais, subiu de 8% a 10% do orçamento no ano passado para 15% a 17% neste ano.

“Boa parte destes gastos é com cursos de idiomas. Os cursos ficaram mais acessíveis e houve um aumento significativo na demanda”, destaca Nuno Fouto, diretor de estudos e pesquisas do Provar. “O sonho de todo pai é dar uma educação melhor para o filho. Cada vez mais essa faixa tem condições de fazer esse investimento”, acrescenta Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF.

Dono de uma franquia da rede CNA no bairro do Jardim da Saúde, em São Paulo, o empresário Ronaldo Zabeu já sentiu um aumento no movimento. A unidade, que tem 470 alunos e fatura em média 65 mil reais mensais, deve ter um crescimento de 30% no número de alunos – e, conseqüentemente, em receita – até março de 2011, quando termina o ciclo de captação de alunos para o próximo semestre.

Segundo o empresário o aumento na demanda é acompanhado por um amadurecimento do consumidor da classe C. “Antes este público vinha com o dinheiro contado e se contentava com o que era oferecido. Hoje eles estão mais exigentes, negociam desconto e querem qualidade”, ele aponta.

Yes, nós temos Copa!

Mas não é só a expansão da classe C que está aquecendo o setor. O crescimento da economia brasileira como um todo vem reforçando as exigências do mercado de trabalho quanto ao domínio de idiomas. “As empresas brasileiras estão se tornando empresas globais e o inglês não é mais um diferencial, é uma exigência”, enfatiza Camargo.

Esta foi a motivação da pedagoga Vivian Andrade, que, com mais de 10 anos de experiência como educadora, decidiu comprar uma unidade da UNS Idiomas. A rede oferece cursos de curta duração, focados em conversação. “Meus alunos não têm tempo para cursos de cinco ou seis anos. Eles precisam aprender a falar inglês agora, pois estão perdendo oportunidades de emprego”, relata.

Além da motivação profissional, muitos alunos buscam os cursos rápidos para se preparar para ir estudar ou trabalhar fora do Brasil, uma vez que o aumento no poder de consumo tem proporcionado a mais brasileiros a possibilidade de buscar experiências no exterior.

A modalidade de cursos rápidos também deve ser impulsionada pela demanda por qualificação nas cidades sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. “Esses eventos vão gerar a necessidade da formação da mão de obra ligada a hotelaria, restaurantes e transporte, entre outras áreas”, afirma Claudia Bittencourt, especialista em consultoria para franquias.

De olho na tendência, as redes de idioma estão buscando novos franqueados nas cidades sede e preparando cursos customizados para o setor. A rede CNA, por exemplo, deve lançar um curso de seis meses focado no setor de turismo no segundo semestre de 2011. Já a Eurodata, tradicionalmente focada no ensino profissionalizante, decidiu aproveitar a oportunidade para transformar a marca Extreme – até então usada para promover cursos de idiomas dentro de unidades da rede – em uma franquia independente. A meta é ter 100 unidades com a nova bandeira até o final do próximo ano. A rede Influx também está focando sua expansão nas cidades sede da Copa, assim como a Number One, que pretende abrir 214 escolas de idiomas nos estados que receberão jogos.

Negócio próprio ou franquia?

O potencial do mercado de idiomas não está restrito às redes de franquias. Conforme destaca um estudo do Instituto Imprendere, é possível abrir um negócio próprio com baixo investimento, até mesmo em home office. “Basta  ter  um telefone, um staff de bons professores e bons contatos dentro das organizações”, destaca um relatório, que coloca o ramo como um dos 10 mais promissores até 2016.

“O  empreendedor  pode  começar  focando  no  mercado corporativo,  prestando  serviços  dentro  das  companhias,  atendendo  a  necessidades  pontuais  dos funcionários  ou  das  áreas  de  treinamento  das  organizações”, recomenda o instituto.

Mas quem não tem experiência no setor pode optar pelo modelo pronto de franquias, que traz vantagens como marca reconhecida e apoio à gestão por parte do franqueador. Se esse for o caminho escolhido, são necessários alguns cuidados.

O primeiro é analisar e comparar criteriosamente as vantagens oferecidas por cada rede (confira aqui 17 opções de franquias de idiomas dispníveis no mercado), observando critérios como investimento exigido, prazo de retorno e o suporte oferecido. Não basta apenas consultar os prospectos dos próprios franqueadores – o ideal é falar com outros franqueados e checar se as condições apresentadas condizem com a realidade. Embora a maioria das redes prometa margem de lucro de mais de 20%, por exemplo, os especialistas no mercado afirmam que em geral o porcentual fica entre 5% e 15%.

Avaliar a metodologia e os matérias didáticos também é importante – se o empreendedor não tiver experiência com ensino, vale procurar ajuda especializada. “Você tem que acreditar que aquilo que você vende realmente funciona”, destaca Vivian.

A escolha do local da unidade também é fundamental. “O que faz o negócio dar certo ou não é o ponto”, diz Zabeu, que já atua há 18 anos no mercado de ensino de idiomas. Observar a concorrência e a mapear as escolas públicas ou privadas nas proximidades também é essencial, já que as parcerias com instituições de ensino são fundamentais para atrair alunos.

Franquia da Oficina Brasil fatura R$ 100 mil por mês


São Paulo – Para se diferenciar no mercado de oficinas mecânicas, a Oficina Brasil investiu no atendimento ao cliente, com recepção climatizada, computadores conectados à Internet à disposição e até uma pequena livraria. A rede, com 72 unidades, faz até 50 mil atendimentos por mês e faturou R$ 65 milhões, em 2010.

Com rentabilidade entre 15 e 18%, a rede garante que cada unidade fatura, em média, R$ 100 mil por mês. No ano passado, foram abertas dez novas unidades. A meta da marca para 2011 é abrir mais 20 oficinas.

Investimento inicial: de R$ 300 mil a R$ 400 mil
Prazo para retorno do capital: de 18 a 36 meses

Franquias ganham espaço em shoppings


Por Marina Nascimbem Bechtejew Richter , http://www.administradores.com.br

É notório o crescimento do número de shopping centers por todo o Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), mais 29 shoppings deverão ser inaugurados nesse ano, somando-se aos 397 já existentes.

Ocorre, porém, que os empresários independentes não têm muito espaço nessa expansão. De acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), apenas 30% das lojas localizadas em shoppings das regiões Sul e Sudeste não integram redes de franquia.

Esse número certamente cairá ainda mais nos próximos anos. E daí surge uma dúvida: por que os administradores de shoppings têm essa preferência por redes de franquia?

O fato é que os shoppings vêm optando pelas redes de franquia, em detrimento dos pequenos empresários, pelos seguintes motivos:

- As lojas integrantes de redes de franchising muitas vezes já têm visibilidade no mercado, já que representam marcas consolidadas e de prestígio;

- Seu modelo de negócio já foi testado e comprovado na prática, não sendo necessário qualquer período de maturação;

- O locatário que integra uma rede de franquia conta com a experiência, suporte e apoio do franqueador, minimizando, assim, os riscos da operação;

- É muito frequente o bom relacionamento entre o franqueado e sua rede, o que minimiza o risco de inadimplência para os shoppings.

Para as redes de franquia, apesar dos altos custos oriundos da locação, contar com lojas em shopping centers é muito rentável. Isso porque, na maioria dos casos, o shopping oferece ao lojista maior visibilidade da marca diante do público consumidor, maior segurança, ações de marketing, climatização, facilidade de estacionamento para os clientes e limpeza, entre outras vantagens. Porém, é importante que os candidatos e franqueadores tomem algumas precauções. Para formalizar o contrato é importante que tanto o shopping como o lojista (franqueado) e a franqueadora estejam atentos para a existência ou não de demanda por seus produtos ou serviços dentro do shopping. Afinal, franquia ou não, trata-se um empreendimento. E como qualquer negócio, a franquia pode ou não dar certo.

Marina Nascimbem Bechtejew Richter é sócia do escritório Kurita, Bechtejew e Monegaglia Advogados – KBM Advogados

Salão de beleza infantil deve abrir sete novas franquias até 2012


Rede prevê crescimento de 20% em 2011 e faturamento anual de R$ 2,5 milhões

Da Redação PEGN
Editora Globo

Unidade no shopping Villa Lobos, em São Paulo, da GlitzMania. (Foto: Divulgação)

Em 2003, Juliana Monteiro, Patricia e Paula Butler resolveram investir em uma ideia inovadora no setor de beleza: o salão de cabelereiro temático infantil GlitzMania. Decorado como camarins de estrelas da música, o ambiente foi projetado para fazer do corte de cabelo uma experiência divertida para as crianças.

Hoje, a rede conta com duas unidades próprias em São Paulo, nos shoppings Villa Lobos e Bourbon, e uma franquia em Alphaville, no shopping Iguatemi. Para este ano, a marca prevê crescimento de 20% e faturamento de R$ 2,5 milhões.

Para atingir tal número, o salão oferece oportunidades de franquias nas cidades de Ribeirão Preto (SP), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Campinas (SP), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e Belo Horizonte (MG). Duas novas franquias devem ser inauguradas neste ano e outras cinco em 2012.

A rede oferece treinamento para a equipe, acompanhamento intenso no início da operação e reciclagem de funcionários. Os franqueados devem ser pró-ativos, de preferência do sexo feminino, e ter afinidade com o universo infantil.

O modelo de negócio desenvolvido pela rede deve ser implementado em formato de loja, com área mínima exigida de 90 metros quadrados. O investimento inicial necessário para cada franquia é da ordem de R$ 350 mil, contando com obra e taxa de franquia.

Investimento inicial de R$ 350 mil para loja de 90m² contando com obra e taxa de franquia
Taxa inicial de franquia R$ 25 mil
Capital de giro em torno de R$ 50 mil
Taxa de publicidade 2% sobre o faturamento bruto
Royalties 4% sobre o faturamento bruto
Área mínima no mínimo 90 metros quadrados
Número de funcionários por loja 12 por unidade
Faturamento bruto mensal R$ R$ 80 mil
Site www.glitzmania.com.br

Fonte: Glitzmania

Expansão meteórica do setor automotivo desperta filão de franquias


Vendas crescentes, novas marcas entrando no mercado brasileiro, aumento do poder aquisitivo das classes C e D, além do crescimento de dois dígitos do franchising em 2010. Fatores como esses fazem o setor automotivo despertar como grande filão para possíveis investidores. Utilizando uma forma testada e aprovada, como as franquias de serviços automotivos, empresários podem diminuir ainda mais o risco de insucesso do negócio.

De acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o país vendeu mais de 306 mil unidades (entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) apenas no mês de março. O crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior é de 11,6%, quando foram comercializadas pouco mais de 274 mil unidades.Com este resultado, o 1º trimestre do ano alcançou a marca de 825 mil unidades comercializadas, mostrando uma alta de 4,7% sobre os três primeiros meses de 2010. “A chegada de novas marcas ao país, a expansão do crédito, taxas e prazos atraentes nos financiamentos, além da ascensão das classes C e D são os principais motivos que elevam as perspectivas para este setor, que mostra sólido crescimento e se torna cada vez mais um dos pilares da economia do país”, afirma André Avny, master franqueado da Station Car, franquia do setor automotivo com 11 unidades espalhadas em quatro estados.Esta expansão, aliada ao crescimento do setor de franchising, que, segundo dados da ABF (Associação Brasileira do Franchising) cresceu 20,4% em relação ao ano anterior, alcançando R$ 76 bilhões, contra R$ 63 bilhões de 2009, mostra o potencial dos modelos testados e aprovados. Avny explica que “o setor de franquias é um mercado atrativo para diversos segmentos, porém, na área de serviços e acessórios automotivos, o forte crescimento, tanto do setor quanto do franchising, tornam a possibilidade de ganhar dinheiro mais atrativas, fazendo, assim, empresários enxergarem um grande filão para se investir nas franquias relacionadas à área automotiva”.A empresa, que após 35 anos vivenciados com a maior rede internacional do setor, lançou sua marca em janeiro deste ano, tem faturamento aproximado de R$ 2 milhões / mês. A rede espera encerrar o ano com 16 unidades.

Avny destaca que “hoje é impensável as pessoas deixarem seus carros 15 ou 20 dias fazendo algum reparo. Pensando neste filão, a rede oferece, entre outros serviços, equipamentos e profissionais preparados para fazerem pequenos reparos automotivos em questão de horas ou minutos. É possível deixar o automóvel na oficina, assistir um cinema ou fazer compras e pegá-lo zerado (sem amassados, riscos, arranhões) no mesmo dia”.

Saiba mais: André Avny é master franqueado da Station Car, franquia com 11 unidades distribuídas em quatro estados brasileiros – http://www.stationcar.com.br

Jorge Valério para http://www.segs.com.br

Impacta abre caça a franquias de escolas de TI


Gláucia Civa – http://www.baguette.com.br

O Grupo Educacional Impacta, que já formou mais de 350 mil profissionais no país na área de TI, abriu um programa de licenciamento.

A companhia projeta conquistar cerca de 60 licenciados no Brasil, sendo 20 ainda este ano.

O foco são centros educacionais da área de informática que já tenham mercado em suas regiões. O investimento mínimo necessário é de R$ 25 mil e, até agora, cinco instituições candidatas já foram pré- aprovadas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Sergipe e Manaus.

Sob a marca Impacta, os licenciados passam a oferecer ao mercado mais de 300 cursos em TI, pós graduação e MBA, explica Neander Souza, executivo de expansão do grupo educacional.

“A área de TI é uma das que mais cresce no Brasil. Existem profissionais no mercado, mas faltam especialistas para determinados cargos”, afirma Souza. “Atualmente, há mais de 150 mil vagas em aberto no setor, e nosso projeto visa a preencher essa lacuna”, completa.

Com as opções de cursos oferecidas às franquias, a Impacta também fornece apostilas e recursos para treinamentos online, além de garantia de exclusividade na região em que forem fechadas as parcerias.

A metodologia é baseada no ICS – Impacta Certified Specialist, que avalia os profissionais licenciados como especialistas após um treinamento.

O modelo, conforme Souza, é referência no “Manual de Treinamento de RH” da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento), AAPSA (Associação Paulista de Gestores de Pessoas) e ASTD (American Society for Training and Development).

Como perfil de licenciado, a Impacta exige, ainda, experiência dos profissionais no ramo de ensino, disponibilidade para dedicação integral à operação da marca, prova de capacidade financeira para bancar a franquia e aptidões como boa postura e apresentação pessoal dos educadores, boa comunicação oral e bom relacionamento social e comercial, entre outros.

O Grupo Educacional Impacta Tecnologia é composto por duas divisões: Impacta Certificação e Treinamento, focada em TI e Design; e Educação Acadêmica, formada pela Faculdade Impacta Tecnologia e Colégio Impacta de Tecnologia da Informação.

A carteira de empresas clientes da companhia chega, hoje, a mais de 25 mil nomes, tanto nacionais quanto internacionais.

A empresa está instalada em três unidades na cidade de São Paulo e atua, nos cursos, com parceiros como Adobe, Microsoft, Prometric, Corel, Autodesk, Oracle, SAP, Cisco e outras.

Microfranquias: opções incluem até serviço de correspondente bancário


Por intermédio de microfranquias também é possível fazer parte de redes de cuidadores, de assistência técnica para computador e de reforço escolar

Brás Henrique, correspondente de O Estado de S.Paulo

RIBEIRÃO PRETO – Tornar-se empreendedor faz parte dos planos até de quem não tem muito para gastar. Para estes, as pequenas e microfranquias – que vêm se popularizando nos últimos anos – são uma opção de baixo investimento com boas chances de retorno. As possibilidades nesse campo preveem desembolso de até R$ 50 mil. De serviços de jardinagens a conserto de computadores, é possível encontrar muitas oportunidades. E nem a área de finanças fica de fora.

A economista Glaucia Gallo Pereira é dona da Finnance, uma marca de franquia de crédito em consignação, com quatro lojas no interior de São Paulo. “Decidi expandir meu negócio e oferecer microfranquias de R$ 35 mil”, explica. Segundo ela, a expectativa é abrir pelo menos 50 lojas até o final do ano.

O negócio de Glaucia consiste em usar sua experiência como correspondente bancário – trabalha com várias instituições oferecendo crédito – e transferir esse know how para interessados em ter seu próprio negócio nesse ramo. Ela também ajuda a fazer a intermediação entre o interessado e o Banco Central e as instituições com as quais trabalha. A Finnance ainda oferece treinamento, consultor de gestão e suporte para que o franqueado se adapte aos padrões da rede.

De acordo com a Associação Brasileira de Franquias (ABF), as microfranquias representam hoje mais de 50 marcas no País e devem crescer 20% em 2011 enquanto as tradicionais devem ficar em 15%.

Esses pequenos negócios atraem jardineiros, professores, eletricistas, enfermeiros, médicos, economistas e outros profissionais, que hoje têm suas empresas diferenciadas, com custo fixo reduzido e ainda contam com assessoria técnica, jurídica, contábil e em recursos humanos dada pelas empresas franqueadoras – exatamente o que faz a diferença em relação a um empreendimento individual.

Exemplos. “Percebemos que havia, principalmente na classe C, um público que se interessava em abrir pequenas franquias”, diz Artur Hipólito, da Zaiom, franqueadora que oferece cinco marcas de microfranquias: Doutor Faz Tudo, de serviços domésticos; Home Angels, de cuidadores de idosos; Tutores, de reforço escolar; Amigo Computador, de manutenção de computadores; e a Dr. Jardim, de jardinagem e limpeza de piscinas. Essas franquias necessitam de investimento entre R$ 20 mil a R$ 25 mil para serem abertas.

Segundo Hipólito, desde que entrou no mercado, em junho de 2008, até dezembro de 2010, a Zaiom criou as cinco redes e atraiu 478 franqueados. É necessário que o franqueado seja um profissional técnico com experiência na área em que vá atuar e esteja presente na administração do negócio.

O negócio pode render remuneração de R$ 6mil a R$ 8 mil líquidos por mês, diz Hipólito.

“Posso dizer que estou muito bem e consigo uma renda melhor que o salário que eu tinha”, diz Décio Berto Júnior, que há nove meses deixou a profissão de treinador de time de futebol para abrir uma franquia da Doutor Faz Tudo. “Investi R$ 15 mil e pelo serviço que está entrando, estou bem satisfeito, pois daqui para frente vou ter de fazer parcerias e ampliar minha atuação”, diz. O negócio funciona em sua casa, no centro de Santo André.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 282 outros seguidores