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Burger King mantém planos de expansão no Brasil


Presidente do Burger King do Brasil disse que Vinci e a master franqueada fizeram aumentar a velocidade de crescimento orgânico

Burger KingAcionistas do Burger King se reunião em assembléia para aprovar a venda (Joe Raedle/ Burger King)

A rede de fast food Burger King mantém seus planos de se expandir e alcançar 900 lojas ou pontos de venda no Brasil ao final de 2016. A ideia é tentar estar presente em todos os estados do país. Hoje, a empresa possui 230 lojas em 18 estados e 81 cidades brasileiras.

“Acreditamos muito no potencial de crescimento da marca e estamos otimistas com o Brasil. A desaceleração da economia preocupa, mas mantemos nosso plano de expansão e investimentos. O momento atual da economia é uma fase, faz parte do ciclo”, afirmou o diretor presidente do Burger King do Brasil, Iuri Miranda, a jornalistas.

Segundo ele, os brasileiros cada vez mais vão se alimentar fora de seus lares, pelo crescente emprego e até por terem novas experiências na alimentação. “Temos uma pesquisa que hoje, do total de refeições, 30% são realizadas fora dos lares brasileiros. Devemos chegar a 40% em 2020, nível atual dos americanos”, informou.

Histórico - O Burger King chegou ao Brasil em novembro de 2004, com três restaurantes em São Paulo. Em setembro de 2010, a 3G Capital – dos brasileiros Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, acionistas da ABInbev – comprou a rede global. Em julho do ano passado, com um aporte de valor não revelado da gestora de investimentos Vinci Partners, foi criada a master franqueadora Burger King do Brasil, que passou a ser a responsável pela gestão e o desenvolvimento da cadeia de lanchonetes no Brasil

“Com a Vinci e a master franqueada, a velocidade de crescimento orgânico aumentou. Temos mais autonomia, inclusive nos lançamentos de produtos”, explicou Miranda. Em 2011, a rede abriu 42 lojas, o que culminou num crescimento de 33% no total de estabelecimentos em relação a 2010, somando 174 pontos de venda. No primeiro semestre deste ano, o Burger King já abriu 56 lojas, mas não quis comentar quantos pontos de venda quer ter ao final do ano. Metade de seus estabelecimentos são franquias e metade lojas próprias.

O Brasil hoje é o maior país, em pontos de venda, da América do Sul da rede global, mas Miranda não descartou crescer via aquisições. Quiosques de café independentes ou dentro das lojas também estão nos planos do Burger King do Brasil, embora a rede ainda não tenha um prazo definido para isso.

Fonte: veja.abril.com.br (Com Agência Estado)

Franquia do McDonald’s na América Latina tem prejuízo de US$ 6,6 mi


Brasil é responsável por 47,2% do faturamento total e 37,5% das operações da Arcos Dorados na região

McDonald's em São PauloDesvalorização do bolívar venezuelano também influenciou o prejuízo da Arcos Dorados na América Latina (Paulo Fridman/Bloomberg/Getty Images)

A Arcos Dorados, maior operadora da franquia do McDonald’s na América Latina, faturou 976,9 milhões de dólares no primeiro trimestre de 2013. O resultado representa um crescimento de 6% num cenário em que os ganhos de cada moeda local são convertidos em dólar. Em moeda constante, não considerando as variações das moedas locais dos 20 países em que atua, o crescimento da Arcos Dorados foi de 15,7%. Mesmo assim, a companhia teve um prejuízo de 6,6 milhões de dólares no trimestre, contra um lucro de 25,4 milhões de dólares no mesmo período do ano passado.

A justificativa para o resultado, segundo a Arcos Dorados, foi o impacto negativo de 15,4 milhões de dólares provocado pela desvalorização do bolívar venezuelano. O lucro ajustado da companhia antes da cobrança de juros, impostos, amortização e depreciação da companhia foi de 68,7 milhões de dólares, valor 12% menor que o registrado no mesmo trimestre do ano anterior. Quando se excluem as variações das moedas locais, o lucro foi 1,7% maior.

No Brasil, o faturamento da Arcos Dorados chegou a 922,5 milhões de reais no primeiro trimestre de 2013, com crescimento de 15,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Quando o valor é convertido em dólar, o crescimento fica de 2,4%, em virtude da desvalorização de 13% do real frente à moeda americana no período.

Segundo informações da companhia, o Brasil representou 47,2% do faturamento total e 37,5% das unidades operadas pela Arcos Dorados na América Latina, com 735 restaurantes. Ao todo, a empresa fechou o primeiro trimestre com 1.959 restaurantes.

Fonte: veja.abril.com.br

Franquia de publicidade em sacolas oferece investimento de R$ 25 mil


O público alvo da marca são jovens de 18 a 25 anos que queiram dar seus primeiros passos como empreendedores

Por Luiza Belloni Veronesi para Infomoney

SÃO PAULO – A franquia de publicidade em embalagens, Bagnews, procura empreendedores jovens para seu plano de expansão. Com investimentos a partir de R$ 25 mil, o público alvo da marca são jovens de 18 a 25 anos que queiram dar seus primeiros passos como empreendedores.

Atualmente, a marca possui 26 unidades abertas no País e uma em Sydney, na Austrália. Para este ano, a Bagnews prevê abertura de mais 50 franquias.

O franqueado irá comercializar anúncios em embalagens para empresas que procurem uma mídia alternativa e regional, como as sacolas sustentáveis e sacos de pão. A franquia pode ser aberta em casa, sem a necessidade de um ponto comercial ou qualquer outra despesa para ter sua própria agência de publicidade. A empresa ainda oferece três meses de isenção de Royalties aos franqueados.

Atualmente, a marca possui 26 unidades abertas no País e uma em Sydney, na Austrália (Divulgação)
Atualmente, a marca possui 26 unidades abertas no País e uma em Sydney, na Austrália (Divulgação)

Os comerciantes, que distribuirão a publicidade, ganham embalagens para distribuir seus produtos ao consumidor final.

Investimentos

  • Investimento total: R$ 25 mil (já incluída a Taxa de Franquia)
  • Taxa de Franquia: R$ 12 mil
  • Taxa de Royalties: isenta nos primeiros três meses (do 4º ao 6º mês serão cobrados R$ 350)
  • Capital de Giro: R$ 3 mil
  • Faturamento médio mensal: R$ 18 mil
  • Lucratividade do Franqueado: 35%
  • Prazo de Retorno do investimento: 12 meses
  • Tempo de contrato: 5 anos

Brasil representa metade das vendas do McDonald´s na AL


Do lucro de US$ 237 milhões da Arcos Dorados, mais de 80% veio do país. Mas resultado foi menor que o de 2011

Paulo Pampolin / Você S.A.

Batata frita do McDonald's

McDonald´s: faturamento foi de 1,8 bilhão de dólares no Brasil

São Paulo –Os brasileiros consumiram quase metade de tudo o que foi vendido pelo McDonald´s na América Latina – e o lucro operacional da rede de fast food no país, de 193,3 milhões e dólares, representou 81,43% de todo o resultado da empresa na região, de 236,6 milhões de dólares. O lucro líquido no ano foi de 114,3 milhões de dólares.

As informações de balanço foram divulgadas hoje pela Arcos Dorados, maior franquia do McDonald’s no mundo e representante da marca na América Latina. A empresa raramente destrincha os números obtidos por cada país da região. Mas, com esses resultados abertos, dá para se ter uma ideia da importância do mercado brasileiro para a rede.

O Brasil foi responsável pela maior parte das vendas da Arcos Dourados, que faturou 3,8 bilhões de dólares no total, sendo que apenas no Brasil a receita foi de 1,8 bilhão de dólares, valor que representara 47,3% das receitas totais em dólar da companhia na região. Na América Latina como um todo, o aumento de vendas foi de 14,2%, enquanto que no Brasil o crescimento foi de 11%.

Real x Dólar

De acordo com a empresa, se a desvalorização média de 16,5% do real frente ao dólar for considerada, de acordo com a cotação utilizada no balanço, as receitas em dólar apresentariam queda de 4,9%. Já o lucro teria tido um aumento de 5,5% em moeda constante e 5,6% em dólar.

O lucro no Brasil também ficou abaixo que no ano de 2011. A queda foi de 9,3% em real e 21,7% em dólar. O lucro operacional na América Latina diminuiu um pouco menos, 5,6% em dólar, e teve um aumento de 5,5% se calculado em moeda constante.

A empresa atingiu a marca de 4.234 pontos de venda na América Latina, sendo 1.948 restaurantes, 1.952 quiosques e 334 McCafés. Dos 108 novos restaurantes abertos no período, 64% deles foram inaugurados no Brasil.

Por aqui, a empresa fechou o ano com 731 restaurantes, 69 a mais que em 2011, o que representa um novo restaurante aberto a cada 5,3 dias. Considerando apenas os restaurantes abertos há pelo menos treze meses, as vendas comparáveis no Brasil foram 5,2% superiores às do ano anterior.

O Ebitda ajustado foi de US$ 82,3 milhões de dólares no Brasil o último trimestre de 2012, valor 17,2% superior em moeda constante ou 2,6% em dólar. No ano, esse montante chegou a 241,0 milhões de dólares, uma queda de 3,4% em moeda constante ou 16,8% em dólar.

Saladerie: conceito vencedor… quando será que vira franquia???


Opção leve – Saladerie, de São Paulo, traz menu assinado pelo chef Lucas Corazza com pratos inspirados em celebridades francesas

foto: Inspirado no conceito francês de comer bem para viver bem, o recém-inaugurado Saladerie, de São Paulo, traz um menu assinado pelo chef Lucas Corazza, com opções saudáveis para almoço e jantar, além de uma carta de coquetéis. As 12 saladas que compõe o cardápio são inspiradas em celebridades francesas, e recebem seus nomes.

Entre os destaques, a salada Simone de Beauvoir (R$ 32,90), que leva mix de folhas verdes, quinua ao pesto de ervas com pistache, spaghetti de pupunha, castanha de caju, minicebola caramelizada, pétalas de salmão e molho de framboesa, e a Carla Bruni (R$ 33,90), uma mistura de folhas verdes, arroz sete cereais, cogumelos shimeji, shitake e Paris, lâminas de amêndoas, queijo de cabra, ragu de pato e molho tare.

A casa também dá a opção de montar a própria salada e, para isso, o menu expõe mais de 60 itens para a criação, todos separados em bases, complementos, proteínas, molhos e crocantes.

Saladerie
Rua Mário Ferraz, 479, Loja 2, Itaim Bibi – São Paulo (SP)
(11) 3467-8004/3467-8006
http://www.saladerie.com.br

Fonte: Prazeres da Mesa

Franquia está isenta de ISS, decide TJ de São Paulo


Por Tadeu Rover – Revista Consultor Jurídico, 10 de março de 2013

Por entender que o contrato de franquia não caracteriza exatamente prestação de serviço, o Tribunal de Justiça de São Paulo tem determinado a não incidência de Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, o ISS, cobrado pelas fazendas municipais. Ao julgar o pedido da Max São Paulo Franchising, a 14ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP reformou a sentença que não vislumbrou elementos seguros para conceder a não incidência do tributo.

Diante da sentença, a empresa, representada pelos advogados Gabriel Hernan Facal Villarreal e Marcos Felippe Gonçalves Lázaro, ambos do Creuz e Villarreal Advogados, ingressou com Agravo de Instrumento, alegando que o contrato de franquia é de natureza híbrida.

Ao analisar o caso, o relator, desembargador Nuncio Theophilo Neto, citou decisão do Órgão Especial do TJ-SP que entendeu que a “natureza jurídica híbrida e complexa do contrato de franquia, que não envolve, na essência, pura obrigação de fazer, mas variadas relações jurídicas entre franqueador e franqueado, afastando-se do conceito constitucional de serviços”.

Em outro processo, a empresa The Magic Nuts Comercial conseguiu susprender a cobrança feita pela prefeitura municipal de São Paulo. A empresa também foi representada pelos advogados Gabriel Hernan Facal Villarreal e Marcos Felippe Gonçalves Lázaro. Ao apresentar Apelação, os advogados alegaram que a franquia não se insere no conceito de serviço da Constituição Federal e que a cobrança exigida com base no item no 17.08 da Lei Complementar 116/2003, reproduzido no item 17.07 da Lei municipal de São Paulo 13.071/2003, é inconstitucional.

A 15ª Câmara de Direito Privado, por unanimidade, acolheu a tese da empresa. No entendimento do colegiado, a franquia é um contrato de natureza híbrida e complexa, fundamentalmente uma cessão de direito de uso de marca ou patente e, portanto, não se caracteriza exatamente como efetiva prestação de serviços, descabendo alterar a definição e o alcance de seu conceito, à luz do artigo 110 do Código Tributário Nacional.

De acordo com o relator do processo, desembargador Silva Russo, a cobrança afronta o artigo 156, inciso III, da Constituição Federal, que delimita a competência sobre quais impostos os municípios podem instituir.

Tadeu Rover é repórter da revista Consultor Jurídico.

Como a franquia deve prestar conta aos franqueados


Especialista fala sobre a prestação de contas pela franqueadora aos franqueados

Editado por Priscila Zuini, de

Caderno e caneta

Como a franquia deve prestar conta aos franqueados 
Respondido por Adir Ribeiro, especialista em franquias

A questão mais relevante nesse processo não se refere à obrigação da prestação de contas somente, mas à necessidade de busca de alinhamento da franqueadora com a sua rede. É um processo muito mais de convencimento e compartilhamento de informações do que imposição.

Apesar, obviamente, do sistema de franquia ter regras, padrões e processos operacionais rígidos e esse é um dos principais pilares do negócio, a busca pelo engajamento dos franqueados tem maior peso nesse contexto atual do que a imposição.

Quanto mais complexas se tornam as organizações e mercados, maior será a necessidade de delegar responsabilidades para as pessoas e, nesse caso, podemos nos referir aos franqueados e suas equipes.

Uma das obrigações da franqueadora no que se refere à prestação de contas está a gestão do seu fundo de Marketing (em algumas redes também é chamado de Fundo de Publicidade ou Propaganda). Por se tratar de recursos oriundos da rede de franquias, o uso da verba deverá seguir regras previamente acordadas no sistema de franchising.

Nesse caso, haverá a necessidade de prestação de contas dos recursos angariados da rede por meio da taxa de marketing e também de todos os gastos dessa conta, que deverá ser administrada pela franqueadora (algumas vezes os comitês ou conselhos de franqueados o fazem também, dependendo da rede). O processo comumente usado é o envio de um extrato com o descritivo de todos os gastos e receitas, bem como o orçamento dos próximos períodos.

Esse processo é semelhante à administração de uma verba de condomínio e é possível imaginar e antecipar vários problemas que podem acontecer na relação entre franqueadora e franqueados, dificilmente sendo conquistado um consenso que agrade todas as partes.

Essa prestação de contas deveria ser precedida de um planejamento de marketing que busque o alinhamento da rede e a redução de conflitos, já que o tema gera discussões muitas vezes acaloradas e pouco efetivas – ou como dizemos no mundo do franchising, muito calor e pouca luz.

Adir Ribeiro é especialista em franquias, varejo e educação corporativa e fundador da Praxis Business Envie suas dúvidas com a palavra franquias no assunto da mensagem para examecanalpme@abril.com.br

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